Escola do Ministério







Queridos irmãos:

Agradeço a Jeová porque pude escrever novamente para a  Escola do Ministério Teocrático de 2013.
Como sabem, em certas partes de nosso País e do mundo, há irmãos que não têm tempo suficiente para preparar todos os tópicos para acompanhar cabalmente a Escola, este documento é feito especialmente para este tipo de circunstâncias.
Espero possa ajuda-los, espero também que este seja um incentivo para que busquem aumentar sua espiritualidade, por pesquisar e meditar. Toda matéria aqui postada para EMT 2013 é retirada da Watchtower Library 2012 - da Associação Torre de Vigia de Bíblias e Tratados, onde o irmão pode pesquisar diretamente.

Com meu amor cristão
NMLima.




Escola do Ministério Teocrático 2013



05 de Agosto – Leitura da Bíblia: Romanos 1-4
Nº  1: Romanos 3:21 -4: 8
Nº 2: Por que os verdadeiros cristãos se consideram “forasteiros e residentes temporários”  do mundo (1 Pedro 2:11; 1 João 2:15-17)
Nº 3:Que proteção, haverá para os verdadeiros cristãos durante a grande tribulação? (rs p. 52 § 3 – p. 53 §1)

– Leitura da Bíblia: Romanos 1-4
 w08 15/6 p. 29 Destaques da carta aos romanos
A Palavra de Jeová É Viva
Destaques da carta aos romanos
POR volta de 56 EC, na sua terceira viagem missionária, o apóstolo Paulo chegou à cidade de Corinto. Ele ficou sabendo que em Roma havia conflitos de opinião entre cristãos judeus e cristãos gentios. Para levá-los à união em Cristo, Paulo tomou a iniciativa de escrever-lhes uma carta.
Nessa carta aos romanos, Paulo explicou em que sentido os humanos são declarados justos e como devem viver. A carta enriquece nossa mente com o conhecimento de Deus e de sua Palavra, enfatiza a benignidade imerecida de Deus e exalta o papel de Cristo em nossa salvação. — Heb. 4:12.

DECLARADOS JUSTOS  COMO?
(Rom. 1:1–11:36)
“Todos pecaram e não atingem a glória de Deus”, escreveu Paulo. “É como dádiva gratuita que estão sendo declarados justos pela benignidade imerecida [de Deus], por intermédio do livramento pelo resgate pago por Cristo Jesus.” Paulo também disse: “O homem é declarado justo pela fé, à parte das obras da lei.” (Rom. 3:23, 24, 28) Pela fé em “um só ato de justificação”, tanto cristãos ungidos como membros da “grande multidão” de “outras ovelhas” podem ser “declarados justos” — os primeiros para a vida no céu como co-herdeiros de Cristo, e os outros como amigos de Deus, com esperança de sobreviver à “grande tribulação”. — Rom. 5:18; Rev. 7:9, 14; João 10:16; Tia. 2:21-24; Mat. 25:46.
“Cometeremos pecado porque não estamos debaixo de lei, mas debaixo de benignidade imerecida?”, perguntou Paulo. “Que isso nunca aconteça!”, respondeu ele. “Sois escravos . . . , quer do pecado, visando a morte, quer da obediência, visando a justiça”, explicou. (Rom. 6:15, 16) “Se pelo espírito entregardes à morte as práticas do corpo, vivereis”, disse ele. — Rom. 8:13.

Perguntas bíblicas respondidas:
1:24-32  A degradação descrita aqui se refere aos judeus ou aos gentios? Embora essa descrição possa se aplicar aos dois grupos, Paulo se referia especificamente aos israelitas apóstatas dos tempos anteriores. Embora conhecessem os decretos justos de Deus, “não aprovaram reter Deus com um conhecimento exato”. Eram, portanto, repreensíveis.
3:24, 25  Como podia o “resgate pago por Cristo Jesus”, antes de ter sido pago, cobrir “pecados que ocorreram no passado”? A primeira profecia messiânica, registrada em Gênesis 3:15, cumpriu-se em 33 EC quando Jesus foi morto numa estaca de tortura. (Gál. 3:13, 16) No momento em que Jeová fez essa profecia, porém, o resgate já estava como que pago de Seu ponto de vista, pois nada poderia impedir Deus de cumprir seus propósitos. Então, com base no sacrifício futuro de Jesus Cristo, Jeová poderia perdoar os pecados dos descendentes de Adão que exercessem fé nessa promessa. O resgate também possibilita a ressurreição de pessoas dos tempos pré-cristãos. — Atos 24:15.
Lições para nós:
1:14, 15. Temos muitas razões para declarar as boas novas com zelo. Uma delas é que estamos em dívida com as pessoas compradas com o sangue de Jesus e estamos sob a obrigação de ajudá-las espiritualmente.
1:18-20. Pessoas ímpias e injustas são “inescusáveis”, pois as qualidades invisíveis de Deus são evidentes na criação.
2:28; 3:1, 2; 7:6, 7. Paulo acrescentou observações atenuantes às suas declarações que pudessem soar ofensivas aos judeus. Isso nos serve de exemplo de como tratar assuntos delicados com tato e habilidade.
3:4. Quando a palavra humana vai contra o que Deus diz na sua Palavra, nós permitimos que ‘Deus seja achado verdadeiro’ por confiar na mensagem da Bíblia e agir em harmonia com a vontade divina. Por participarmos zelosamente em pregar o Reino e fazer discípulos podemos ajudar outros a se convencerem de que Deus é verdadeiro.
4:9-12. A fé que Abraão tinha lhe foi contada como justiça bem antes de ele ser circuncidado, aos 99 anos. (Gên. 12:4; 15:6; 16:3; 17:1, 9, 10) Dessa forma poderosa, Deus mostrou o que torna possível ter uma posição justa perante ele.
4:18. A esperança é um elemento essencial da fé. Nossa fé se baseia em esperança. — Heb. 11:1.

si p. 206 pars. 5-6 Livro bíblico número 45 Romanos
5 A autenticidade da carta é firmemente estabelecida. É, conforme diz a sua introdução, de “Paulo, escravo de Jesus Cristo e chamado para ser apóstolo, . . . a todos os que estão em Roma, como amados de Deus, chamados para serem santos”. (Rom. 1:1, 7) A documentação externa desta carta está entre as mais antigas existentes das Escrituras Gregas Cristãs. Pedro emprega tantas expressões similares na sua primeira carta, escrita provavelmente seis a oito anos mais tarde, que muitos eruditos acham que ele já teria visto uma cópia de Romanos. O livro de Romanos foi claramente considerado parte dos escritos de Paulo e citado como tal por Clemente, de Roma, por Policarpo, de Esmirna, e por Inácio, de Antioquia, todos os quais viveram no final do primeiro e em princípios do segundo século EC.
6 O livro de Romanos se encontra, juntamente com outras oito cartas de Paulo, num códice chamado Papiro Chester Beatty N.° 2 (P46). Sir Frederic Kenyon escreveu a respeito desse antigo códice: “Temos aqui, pois, um manuscrito quase completo das Epístolas Paulinas, escrito pelo que parece mais ou menos no começo do terceiro século.” Os papiros bíblicos Chester Beatty, gregos, são mais antigos do que os bem-conhecidos manuscritos Sinaítico e Vaticano N.° 1209, ambos do quarto século EC. Estes, também, contêm o livro de Romanos.
POR QUE É PROVEITOSO
20 O livro de Romanos apresenta base lógica para se crer em Deus, declarando que “as suas qualidades invisíveis são claramente vistas desde a criação do mundo em diante, porque são percebidas por meio das coisas feitas, mesmo seu sempiterno poder e Divindade”. Mais do que isto, passa a exaltar a justiça de Deus e a dar a conhecer a Sua grande misericórdia e benignidade imerecida. Isto é belamente trazido à nossa atenção mediante a ilustração da oliveira, em que os ramos bravos são enxertados, ao passo que os ramos naturais são cortados. Contemplando esta severidade e benignidade de Deus, Paulo exclama: “Ó profundidade das riquezas, e da sabedoria, e do conhecimento de Deus! Quão inescrutáveis são os seus julgamentos e além de pesquisa são os seus caminhos!” — 1:20; 11:33.
21 É neste respeito que o livro de Romanos explica o desenvolvimento adicional do segredo sagrado de Deus. Na congregação cristã, não há mais distinção entre judeu e gentio, mas pessoas de todas as nações podem participar da benignidade imerecida de Jeová por meio de Jesus Cristo. “Com Deus não há parcialidade.” “Judeu é aquele que o é no íntimo, e a sua circuncisão é a do coração, por espírito, e não por um código escrito.” “Não há distinção entre judeu e grego, porque há o mesmo Senhor sobre todos, que é rico para com todos os que o invocam.” É mediante a fé, e não mediante obras, que todos estes são declarados justos. — 2:11, 29; 10:12; 3:28.
22 Os conselhos práticos contidos nesta carta aos cristãos em Roma são igualmente proveitosos para os cristãos hoje que têm de enfrentar problemas similares num mundo estranho. Os cristãos são exortados a ser “pacíficos para com todos os homens”, incluindo os de fora da congregação. Toda alma precisa estar “sujeita às autoridades superiores”, pois estas constituem um arranjo de Deus e são objeto de temor, não para os que cumprem a lei, mas para os que fazem obras más. Os cristãos precisam estar em sujeição e acatar a lei, não só por causa do temor do castigo, mas por causa da consciência cristã, pagando, por conseguinte, seus impostos, rendendo o que é devido, cumprindo as suas obrigações e não devendo nada a ninguém, ‘exceto que amem uns aos outros’. O amor cumpre a Lei. — 12:17-21; 13:1-10.
23 Paulo dá ênfase à questão do testemunho público. Ao passo que é com o coração que a pessoa exerce fé para a justiça, é com a boca que faz declaração pública para a salvação. “Todo aquele que invocar o nome de Jeová será salvo.” Mas, para que isto ocorra, é necessário que os pregadores saiam a ‘declarar boas novas de coisas boas’. Somos felizes se estivermos entre estes pregadores, cujo som já foi ouvido agora “até às extremidades da terra habitada”! (10:13, 15, 18) E em preparação desta obra de pregação, esforcemo-nos em estar tão familiarizados com as Escrituras inspiradas quanto Paulo estava, pois, nesta única passagem (10:11-21), ele cita vez após vez das Escrituras Hebraicas. (Isa. 28:16; Joel 2:32; Isa. 52:7; 53:1; Sal. 19:4; Deut. 32:21; Isa. 65:1, 2) Bem podia ele dizer: “Todas as coisas escritas outrora foram escritas para a nossa instrução, para que, por intermédio da nossa perseverança e por intermédio do consolo das Escrituras, tivéssemos esperança.” — Rom. 15:4.
24 Conselhos maravilhosamente práticos são dados sobre as relações dentro da congregação cristã. Qualquer que seja a sua nacionalidade, raça ou condição social anterior, todos precisam reformar a mente para prestar a Deus serviço sagrado segundo a sua “boa, e aceitável, e perfeita vontade”. (11:17-22; 12:1, 2) Que raciocínio prático permeia todos os conselhos de Paulo em Romanos 12:3-16! Acha-se aqui, deveras, excelente admoestação para nos incitar a suscitar zelo, e para incentivar humildade e terna afeição entre todos os da congregação cristã. Nos capítulos finais, Paulo dá forte admoestação sobre vigiar e evitar os que causam divisões, mas fala também da alegria e do revigoramento mútuos resultantes das associações limpas na congregação. — 16:17-19; 15:7, 32.
25 Como cristãos, precisamos continuar a cuidar das nossas relações uns com os outros. “Pois o reino de Deus não significa comer e beber, mas significa justiça, e paz, e alegria com espírito santo.” (14:17) Tal justiça, paz e alegria são especialmente o quinhão dos “co-herdeiros de Cristo”, que hão de ser “glorificados juntamente” com ele no Reino celestial. Seja notado, também, como Romanos apresenta um passo adicional em cumprimento da promessa do Reino, feita no Éden, ao dizer: “O Deus que dá paz . . . esmagará em breve a Satanás debaixo dos vossos pés.” (Rom. 8:17; 16:20; Gên. 3:15) Acreditando nestas grandes verdades, continuemos a estar cheios de toda a alegria e paz, e abundemos em esperança. Que a nossa determinação seja a de sermos vitoriosos, junto com a Semente do Reino, pois estamos convencidos de que nada no céu acima ou na terra embaixo “nem qualquer outra criação será capaz de nos separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor”. — Rom. 8:39; 15:13.

Nº 2: Por que os verdadeiros cristãos se consideram “forasteiros e residentes temporários”  do mundo (1 Pedro 2:11; 1 João 2:15-17)
 it-3 p. 428 Residente forasteiro
Os cristãos são chamados de “forasteiros” e de “residentes temporários” no sentido de que não fazem parte deste mundo. (Jo 15:19; 1Pe 1:1) São forasteiros no sentido de que não se ajustam às práticas do mundo hostil a Deus. (1Pe 2:11) Os das nações gentias, outrora “estranhos aos pactos da promessa”, sem esperança e “sem Deus no mundo”, por intermédio de Cristo ‘não são mais estranhos e residentes forasteiros’, mas ‘concidadãos dos santos e membros da família de Deus’. (Ef 2:11, 12, 19) As “outras ovelhas”, que Jesus disse que ajuntaria no “um só rebanho”, assumem igualmente uma posição separada do mundo, com o favor de Deus e a esperança de vida. — Jo 10:16; Mt 25:33, 34, 46; compare isso com Re 7:9-17.
Aquele que procura reunir a si seguidores religiosos é chamado por Cristo de “ladrão” e “estranho”, alguém perigoso para as “ovelhas” de Cristo, e é considerado falso pastor. As verdadeiras “ovelhas” de Jesus não atenderão à voz dum falso pastor, assim como os fiéis israelitas mantinham-se separados do estrangeiro que defendesse deuses estranhos. — Jo 10:1, 5; veja ESTRANGEIRO.

 w02 1/11 p. 12 pars. 12-13 ‘Mantenha a sua conduta excelente entre as nações’
12 Para começar, Pedro disse: “Amados, exorto-vos como a forasteiros e residentes temporários a que vos abstenhais dos desejos carnais, que são os que travam um combate contra a alma.” (1 Pedro 2:11) Em sentido espiritual, os verdadeiros cristãos são “forasteiros e residentes temporários”, visto que o objetivo real da sua vida é a esperança de vida eterna — no céu, para os ungidos com espírito e num futuro paraíso terrestre, para as “outras ovelhas”. (João 10:16; Filipenses 3:20, 21; Hebreus 11:13; Revelação [Apocalipse] 7:9, 14-17) No entanto, quais são os desejos carnais? Esses incluem coisas como o desejo de ser rico, de ter destaque, os desejos sexuais imorais e os desejos descritos como “inveja” e “cobiça”. — Colossenses 3:5; 1 Timóteo 6:4, 9;1 João 2:15, 16.
13 Desejos assim, na realidade, “travam um combate contra a [nossa] alma”. Estragam nosso relacionamento com Deus e por isso põem em perigo a nossa esperança cristã (nossa “alma” ou vida). Por exemplo, como poderíamos apresentar-nos como “sacrifício vivo, santo e aceitável a Deus” se desenvolvêssemos interesse por coisas imorais? Como poderíamos “buscar primeiro o Reino” se caíssemos na armadilha do materialismo? (Romanos 12:1, 2; Mateus 6:33; 1 Timóteo 6:17-19) O melhor a fazer é seguir o exemplo de Moisés: dar as costas aos engodos do mundo e dar primazia ao serviço de Jeová na nossa vida. (Mateus 6:19, 20; Hebreus 11:24-26) Esse é um fator importante para termos um relacionamento equilibrado com o mundo.

w10 15/1 pp. 14-15 Seja um verdadeiro seguidor de Cristo
‘Não amar o mundo’
15 “Não estejais amando nem o mundo, nem as coisas no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele.” (1 João 2:15) O mundo e seu espírito carnal são contra Jeová e seu espírito santo. Assim, os verdadeiros seguidores de Cristo não apenas evitam fazer parte do mundo. Eles o rejeitam no coração, sabendo que, como escreveu o discípulo Tiago, “a amizade com o mundo é inimizade com Deus”. — Tia. 4:4.
16 Pode ser um desafio acatar as palavras de Tiago num mundo que oferece inúmeras tentações. (2 Tim. 4:10) Por isso, Jesus orou em favor de seus seguidores: “Solicito-te, não que os tires do mundo, mas que vigies sobre eles, por causa do iníquo. Não fazem parte do mundo, assim como eu não faço parte do mundo.” (João 17:15, 16) Pergunte-se: ‘Esforço-me em não fazer parte do mundo? Será que outros sabem qual é a minha posição em relação a celebrações e costumes antibíblicos, bem como práticas que talvez não tem origem pagã mas refletem claramente o espírito do mundo?’ — 2 Cor. 6:17; 1 Ped. 4:3, 4.
17 É óbvio que a nossa posição bíblica não nos granjeará o favor do mundo, mas poderá levantar a curiosidade de pessoas sinceras. Sem dúvida, ao observarem que a nossa fé tem firmes raízes nas Escrituras e envolve nosso inteiro modo de vida, tais pessoas talvez reajam dizendo, com efeito, aos ungidos: “Iremos convosco, pois ouvimos que Deus está convosco.” — Zac. 8:23.


Nº 3:Que proteção, haverá para os verdadeiros cristãos durante a grande tribulação? (rs p. 52 § 3 – p. 53 §1)
 rs p. 52 Arrebatamento
Que proteção haverá para os verdadeiros cristãos durante a grande tribulação?
Rom. 10:13, IBB: “Todo aquele que invocar o nome do Senhor [“Jeová”, NM] será salvo.”
Sof. 2:3, IBB: “Buscai ao Senhor [“Jeová”, NM, VB], vós todos os mansos da terra, que tendes posto por obra o seu juízo; buscai a justiça, buscai a mansidão; porventura sereis escondidos no dia da ira do Senhor.” (Também Isaías 26:20.)

12 de Agosto – Leitura da Bíblia: Romanos 5-8
Nº  1: Romanos 6:21-7:12
Nº 2: Por que alguns cristãos são levados para o céu para estar com Cristo ( rs p. 53 §§ 3-6)
Nº 3:Por que colocar a segurança material a frente de albos espirituais leva ao desastre ( Mateus 6:33; 1 Timóteo 6:10)

Leitura da Bíblia: Romanos 5-8
 w08 15/6 pp. 29-30 Destaques da carta aos romanos
6:3-5  O que significa o batismo em Cristo Jesus e o batismo na sua morte? Quando seguidores de Cristo são ungidos por Jeová com espírito santo, esses se tornam unidos com Jesus e membros da congregação que é o corpo de Cristo, sendo ele o Cabeça. (1 Cor. 12:12, 13, 27; Col. 1:18) Esse é o batismo deles em Cristo Jesus. Os cristãos ungidos são também ‘batizados na morte de Cristo’ no sentido de que vivem uma vida de sacrifício e renunciam a qualquer esperança de vida eterna na Terra. Sua morte, portanto, é sacrificial, como foi a morte de Jesus, embora não tenha valor de resgate. Esse batismo na morte de Cristo é concluído quando morrem e são ressuscitados para a vida no céu.
7:8-11  Como o ‘pecado recebeu induzimento por intermédio do mandamento’? A Lei ajudou pessoas a perceber a plena extensão, ou alcance, do pecado, tornando-as mais cientes de serem pecadoras. Assim, elas se deram conta de que pecavam em coisas que antes não se apercebiam, e mais pessoas foram expostas como pecadoras. Desse modo pode se dizer que o pecado recebeu induzimento por intermédio da Lei.
Lições para nós:
5:18, 19. Por mostrar com lógica a equivalência entre Jesus e Adão, Paulo explicou concisamente como um homem pôde “dar a sua alma como resgate em troca de muitos”. (Mat. 20:28) Raciocínio lógico e concisão são excelentes métodos de ensino a imitar. — 1 Cor. 4:17.
7:23. Membros de nosso corpo, como as mãos, as pernas e a língua, podem ‘levar-nos cativos à lei do pecado’, de modo que devemos nos prevenir contra o mau uso deles.
8:26, 27. Diante de situações que nos deixam tão perplexos que não sabemos pelo que orar, “o próprio espírito implora por nós”. Daí, Jeová, o “Ouvinte de oração” aceita, como se fossem nossas, orações apropriadas registradas na sua Palavra. — Sal. 65:2.
8:38, 39. Calamidades, criaturas espirituais perversas e governos humanos não podem fazer com que Jeová deixe de nos amar; tampouco deveriam nos fazer deixar de amá-lo.

Nº 2: Por que alguns cristãos são levados para o céu para estar com Cristo ( rs p. 53 §§ 3-6)
Por que são alguns cristãos levados para o céu para estarem com Cristo?
Rev. 20:6, IBB: “Serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com ele durante os mil anos.” (Visto que hão de reinar com Cristo, tem de haver pessoas sobre as quais reinarão. Quem são essas? Veja Mateus 5:5 e Salmo 37:29.)
Veja também o tópico geral “Nascer de Novo”.

 rs p. 256 - p. 257 Nascer de novo
Nascer de novo
Definição: Nascer de novo envolve ser batizado em água (‘nascer da água’) e ser gerado pelo espírito de Deus (‘nascer do espírito’), tornando-se assim filho de Deus, com a perspectiva de ter parte no Reino de Deus. (João 3:3-5) Jesus teve essa experiência, assim como a têm os 144.000 que são herdeiros com ele do Reino celestial.
Por que é necessário que alguns cristãos ‘nasçam de novo’?
Deus propôs associar com Jesus Cristo no Reino celestial um número limitado de humanos fiéis.
Luc. 12:32: “Não temas, pequeno rebanho, porque aprouve a vosso Pai dar-vos o reino.”
Rev. 14:1-3: “Eu vi, e eis o Cordeiro [Jesus Cristo] em pé no monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil . . . que foram comprados da terra.” (Veja as páginas 84, 85, sob o tópico “Céu”.)


Nº 3:Por que colocar a segurança material a frente de albos espirituais leva ao desastre ( Mateus 6:33; 1 Timóteo 6:10)

 w02 1/3 pp. 16-17 Quão preciosa lhe é a verdade?

Seguir a orientação divina felicidade
15 Considere o valor do entendimento bíblico e a paz mental que sentem os que servem o Deus da verdade. Uma senhora de 70 anos de idade, que durante toda a vida havia freqüentado a Igreja Anglicana, concordou em estudar a Bíblia com uma Testemunha de Jeová. Ela aprendeu logo que o nome de Deus é Jeová e participou em dizer “amém” às orações públicas feitas de coração no Salão do Reino local. Ela disse com muito sentimento: “Em vez de retratarem Deus como estando muitíssimo acima de nós, meros mortais, vocês parecem trazê-lo ao nosso meio como querido amigo. Eu nunca senti isso antes.” É provável que esta querida pessoa interessada nunca se esqueça da primeira impressão que teve da verdade. Que nós também nunca nos esqueçamos de quão preciosa era a verdade para nós quando a aceitamos.
16 Muitos acham que, se tivessem mais dinheiro, seriam mais felizes. Todavia, se fizermos da obtenção de dinheiro o principal objetivo na nossa vida, poderemos sofrer “grandes aflições”. (1 Timóteo 6:10, Tradução Interconfessional) Considere quantos compram bilhetes de loteria, gastam dinheiro em cassinos ou especulam imprudentemente no mercado de ações, sonhando com ganhar uma fortuna. Muito poucos conseguem a fortuna que esperam receber. E mesmo os que a conseguem muitas vezes descobrem que a sua riqueza repentina não lhes dá felicidade. Antes, a felicidade duradoura vem de se fazer a vontade de Jeová, de se cooperar com a congregação cristã, orientado pelo espírito santo de Jeová e ajudado pelos anjos dele. (Salmo 1:1-3; 84:4, 5; 89:15) Quando agimos assim, podemos receber bênçãos inesperadas. Será que você estima a verdade a ponto de ela proporcionar tais bênçãos na sua vida?

19 de Agosto – Leitura da Bíblia: Romanos 9-12
Nº  1: Romanos 9:19-33
Nº 2: Se alguém disser: “Acredita no arrebatamento? (rs p. 53 §7- p. 54 §1)
Nº 3: Motivos Bíblicos para não temer o homem (Lucas 12:4-12)


Leitura da Bíblia: Romanos 9-12
 w08 15/6 p. 30 Destaques da carta aos romanos
9:22-28; 11:1, 5, 17-26. Muitas profecias sobre a restauração de Israel se cumprem na congregação dos cristãos ungidos, cujos membros são ‘chamados não somente dentre os judeus, mas também dentre as nações’.
10:10, 13, 14. O amor a Deus e ao próximo, junto com forte fé em Jeová e em suas promessas, podem nos motivar a ter uma participação zelosa no ministério cristão.
11:16-24, 33. Como são belas e equilibradas “a benignidade e a severidade de Deus”! Sim, “a Rocha, perfeita é a sua atuação, pois todos os seus caminhos são justiça”. — Deut. 32:4.

VIVER EM HARMONIA COM O FATO DE SER DECLARADO JUSTO
(Rom. 12:1–16:27)
“Conseqüentemente, eu vos suplico, irmãos, pelas compaixões de Deus”, disse Paulo, “que apresenteis os vossos corpos como sacrifício vivo, santo e aceitável a Deus”. (Rom. 12:1) “Conseqüentemente”, ou em vista do fato de os cristãos serem declarados justos por causa de sua fé, as palavras seguintes deveriam afetar sua atitude para com eles mesmos, os outros e as autoridades governamentais.
“Digo a cada um aí entre vós que não pense mais de si mesmo do que é necessário pensar”, escreveu Paulo. “Seja o vosso amor sem hipocrisia”, exortou. (Rom. 12:3, 9) “Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores.” (Rom. 13:1) Em questões ligadas à consciência, ele encoraja os cristãos a ‘não julgar uns aos outros’. — Rom. 14:13.
Perguntas bíblicas respondidas:
12:20  Em que sentido ‘amontoamos brasas’ sobre a cabeça de um inimigo? Nos tempos bíblicos, o minério era colocado numa fornalha, com uma camada de brasas embaixo e outra por cima dele. O aumento de calor em cima ajudava a fundir o metal e a separá-lo das impurezas. Da mesma forma, colocamos brasas sobre a cabeça de um inimigo por meio de atos de bondade, de modo que sua dureza se ‘fundirá’ e boas qualidades virão à tona.
12:21  Como ‘persistimos em vencer o mal com o bem’? Uma das maneiras é por persistirmos com coragem na obra que Deus nos confiou, de pregar as boas novas do Reino, até o ponto que Jeová achar necessário. — Mar. 13:10.

Lições para nós:
12:17, 19. Retaliar o mal com as nossas próprias mãos significa fazer algo que cabe a Jeová fazer. Quanta presunção seria ‘retribuirmos o mal com o mal’!

Nº 2: Se alguém disser: “Acredita no arrebatamento? (rs p. 53 §7- p. 54 §1)

Se Alguém Disser —‘Acredita no arrebatamento?’
Poderá responder: ‘Observo que nem toda pessoa tem a mesma idéia quanto ao significado do arrebatamento. Posso perguntar-lhe o que pensa sobre isso? . . . Em qualquer assunto, é proveitoso compararmos nossas idéias com o que a própria Bíblia diz. (Use as partes da matéria acima que sejam aplicáveis.)’
Ou poderá dizer: ‘Houve quem me dissesse que o arrebatamento é um plano de escape para os cristãos. Muitos acham que é o meio de escaparem da vindoura grande tribulação. Pensa também assim?’ Daí, talvez possa acrescentar: (1) ‘Desejamos certamente a proteção de Deus naquele tempo, e acho muito animadores alguns textos que mostram como podemos beneficiar-nos de tal proteção. (Sof. 2:3)’ (2) ‘É interessante notar que a Bíblia mostra que Deus poupará alguns fiéis aqui mesmo na terra. (Pro. 2:21, 22) Isto está em harmonia com o propósito de Deus ao criar no início Adão e o colocar no Paraíso, não acha?’
Outra possibilidade: ‘Por arrebatamento, quer dizer que os cristãos que estiverem vivos no fim do sistema de coisas serão levados para o céu, é isso? . . . Já se perguntou o que farão no céu? . . . Note o que Revelação 20:6 (e 5:9, 10) diz. . . . Mas, sobre quem reinarão eles? (Sal. 37:10, 11, 29)’


Nº 3:Motivos Bíblicos para não temer o homem (Lucas 12:4-12)
 g70 22/6 p. 27 O espírito de Deus um relembrador e instrutor*
Ao serem levados perante assembléias públicas, reis e homens em elevadas posições governamentais, os discípulos de Jesus poderiam contar confiantemente com o espírito de Deus como relembrador e instrutor. Como amigo, faria que se lembrassem das coisas a dizer e os ajudaria a fazer aplicações apropriadas. Isto resultaria em se dar um bom testemunho e também silenciaria os opositores. (Mat. 10:18-20; Luc. 12:11, 12; 21:13-15)

 g73 22/6 p. 26 Ajuda vital em tempo de necessidade
Sem dúvida, tais orações realizaram seu propósito tencionado!
No entanto, aqueles que não estão familiarizados com a Bíblia talvez questionem isso. Talvez perguntem: ‘Como podem dizer que suas orações têm sido respondidas quando a perseguição continua?’
A resposta consiste em determinar o que as orações pedem. As testemunhas de Jeová não pedem a Deus que impeça toda perseguição. A própria Palavra de Deus predisse: “Todos os que desejarem viver com devoção piedosa em associação com Cristo Jesus também serão perseguidos.” (2 Tim. 3:12) O próprio Jesus disse: ‘Se me perseguiram a mim, perseguirão também a vós.” — João 15:20.
Jesus também disse a respeito deste tempo da história humana, quando o atual sistema perverso de coisas se aproximaria de seu fim: “Então vos entregarão à tribulação e vos matarão, e sereis pessoas odiadas por todas as nações, por causa do meu nome.” (Mat. 24:9) Assim, as hodiernas testemunhas cristãs de Jeová sabem que a perseguição virá contra o povo de Deus.
Sob tais circunstâncias, para o que oram tais cristãos? Oram para que seus irmãos cristãos, que estão realmente sofrendo perseguição, tenham a força espiritual para permanecerem firmes em sua fé. — Col. 4:12.
Quando Cristo Jesus foi perseguido, não pediu a Deus que o livrasse de toda a perseguição. Permaneceu firme em sua fé debaixo do ataque. Não transigiu para escapar da perseguição. Similarmente, através de todo o país de Malaui assolado pela perseguição, as testemunhas de Jeová mantiveram sua fé em Deus.
Assim, é certo que as orações dos cristãos neste assunto alcançaram a Deus e foram respondidas. Como promete a própria Palavra de Deus: “A súplica do justo, quando em operação, tem muita força.” — Tia. 5:16.
Por manterem sua fé, estes cristãos corajosos provam que Satanás, o Diabo, é mentiroso, e que Deus é quem fala a verdade. Satanás desafiou a Deus que nenhum homem manteria a sua fé quando sob aflição física. (Jó 2:1-10) As testemunhas de Jeová em Malaui têm permanecido como um testemunho ao mundo de que conservarão seu amor a Deus não importa que perseguição injusta lhes sobrevenha.
Desta forma, podem dizer, como disse Jesus: “Eu venci o mundo.” — João 16:33.
Esperança Sustentadora
Ao passo que nenhuma pessoa deseja a perseguição, com sua dor e ameaça de morte, as testemunhas de Jeová a suportam. Suportam-na porque amam a Deus e confiam em Suas promessas de que Ele as recompensará por seu proceder fiel. Isto ajuda a sustentar sua fé.
A Bíblia promete que Deus em breve lançará uma nova ordem justa em substituição ao atual sistema corrupto de coisas. Nessa nova ordem, no meio de condições paradísicas, as pessoas de coração honesto usufruirão a vida perfeita sob uma administração justa. (Rev. 21:4) Por isso, as testemunhas de Jeová não porão em perigo seu usufruto do cumprimento dessa maravilhosa esperança por transigirem quanto às leis de Deus em troca do alívio temporário. Jesus não fez isso. Nem o fizeram seus discípulos e apóstolos. Nem o fazem as testemunhas de Jeová hoje em dia.
Jesus também disse: “Não temais os que matam o corpo e depois disso não podem fazer mais nada.” (Luc. 12:4) Mostrou que é a Deus que se deve temer, e não aos homens, visto que nossas perspectivas de vida eterna dependem Dele. A pessoa que é morta por causa de sua fé em Deus terá sua vida restaurada na ressurreição, pois a Bíblia diz: “Há de haver uma ressurreição.” (Atos 24:15) Mas, no tempo de execução dos juízos de Deus contra as pessoas injustas, que se aproxima rapidamente, os mortos por Deus perderão tudo isso por toda a eternidade. — Mat. 25:41-46.

 it-1 p. 146 Ansiedade
Mesmo quando um cristão é levado perante autoridades para interrogatório em épocas de perseguição, sua confiança na ajuda de Deus pode livrá-lo da ansiedade. Jeová, por meio do Seu espírito, pode sustentar o cristão nesta situação provadora e tornar possível que ele dê testemunho de modo excelente. — Mt 10:18-20;

26 de Agosto – Leitura da Bíblia: Romanos 13-16
Recapitulação da Escola do Ministério Teocrático


Leitura da Bíblia: Romanos 13-16
 w08 15/6 p. 31 Destaques da carta aos romanos
13:1  De que maneira as autoridades superiores foram “colocadas por Deus nas suas posições relativas”? As autoridades seculares “acham-se colocadas por Deus nas suas posições relativas” no sentido de que governam com a permissão de Deus e, em alguns casos, seu domínio foi predito por ele. Isso é evidenciado pelo que a Bíblia predisse sobre vários governantes.
Lições para nós:
14:14, 15. Não devemos afligir um irmão ou causar-lhe tropeço por causa da comida ou da bebida que lhe oferecemos.
14:17. Ter uma posição favorável perante Deus não depende principalmente do que a pessoa come ou bebe, ou do que evita comer ou beber. Em vez disso, está relacionado com justiça, paz e alegria.
15:7. Devemos acolher sem parcialidade na congregação todos os sinceros que buscam a verdade e proclamar a mensagem do Reino a todos os que encontramos.

02 de Setembro – Leitura da Bíblia: 1 Coríntios 1-9
Nº  1: 1 Coríntios 4:18-5:13
Nº 2:  Será que uma estranha sensação de estar familiarizado com pessoas e lugares inteiramente novos prova que a reencarnação existe? ( (rs p. 293 § 2-p. 295 §1)
Nº 3:Como os cristãos mantém a alegría a pesar de doenças. ( Filipenses 4: 6,7)

Leitura da Bíblia: 1 Coríntios 1-9
 w08 15/7 pp. 26-27 Destaques das cartas aos coríntios

A Palavra de Jeová É Viva
Destaques das cartas aos coríntios
O APÓSTOLO Paulo estava muito preocupado com o bem-estar espiritual da congregação em Corinto. Ele soube que havia desavenças entre os irmãos ali. Tolerava-se a imoralidade. Além disso, a congregação havia escrito a Paulo, perguntando sobre certos assuntos. Assim, por volta de 55 EC, quando estava em Éfeso durante sua terceira viagem missionária, Paulo escreveu a primeira de suas duas cartas aos coríntios.
A segunda carta, pelo visto escrita poucos meses depois da primeira, é uma carta complementar. As condições que existiam tanto dentro como fora da congregação na Corinto do primeiro século são em muitos sentidos similares às que existem hoje. Assim, as cartas de Paulo aos coríntios são muito valiosas para nós. — Heb. 4:12.
‘FICAI DESPERTOS, MANTENDE-VOS FIRMES, TORNAI-VOS PODEROSOS’
(1 Cor. 1:1–16:24)
“Que todos faleis de acordo”, exortou Paulo. (1 Cor. 1:10) Não há ‘nenhum outro alicerce senão Jesus Cristo’ sobre o qual são construídas as qualidades cristãs. (1 Cor. 3:11-13) A respeito de um fornicador na congregação, Paulo disse: “Removei o homem iníquo de entre vós.” (1 Cor. 5:13) “O corpo não é para fornicação”, disse ele, “mas para o Senhor”. — 1 Cor. 6:13.
Em resposta ‘às coisas sobre as quais eles escreveram’, Paulo deu bons conselhos sobre o casamento e o estado de solteiro. (1 Cor. 7:1) Depois de comentar a respeito da chefia cristã, da necessidade de as reuniões cristãs serem ordeiras e da certeza da ressurreição, ele exortou: “Ficai despertos, mantende-vos firmes na fé, procedei como homens, tornai-vos poderosos.” — 1 Cor. 16:13.

Perguntas bíblicas respondidas:
1:21  Será que Jeová realmente usa a “tolice” para salvar os que crêem? Não. Contudo, visto que “o mundo, pela sua sabedoria, não chegou a conhecer a Deus”, o que Ele usa para salvar as pessoas parece tolice para o mundo. — João 17:25.
5:5  O que significa ‘entregar o homem mau a Satanás, para a destruição da carne, a fim de que o espírito seja salvo’? Quando um praticante de pecado crasso não se arrepende, ele é desassociado da congregação, voltando a fazer parte do perverso mundo de Satanás. (1 João 5:19) É nesse sentido que se diz que ele foi entregue a Satanás. A expulsão resulta na eliminação, ou remoção, da influência corrompedora que a pessoa exerce na congregação e na preservação do espírito, ou atitude dominante, da congregação. — 2 Tim. 4:22.
7:33, 34  O que são as “coisas do mundo” pelas quais um homem e uma mulher casados estão ansiosos? Paulo se referia aos assuntos seculares da vida, aos quais os cristãos casados precisam dar atenção. Esses incluem comida, roupa e moradia, mas excluem as coisas más deste mundo, que os cristãos evitam. — 1 João 2:15-17.
Lições para nós:
1:26-31; 3:3-9; 4:7. Jactar-se humildemente em Jeová, não em nós mesmos, promove a união na congregação.
2:3-5. Ao dar testemunho em Corinto, um centro de filosofia e erudição gregas, Paulo talvez se tenha perguntado se seria capaz de convencer seus ouvintes. Mas ele não permitiu que qualquer fraqueza ou temor que talvez tivesse interferisse na execução de seu ministério que lhe fora confiado por Deus. De modo similar, não devemos permitir que circunstâncias incomuns nos refreiem de declarar as boas novas do Reino de Deus. Podemos com confiança buscar a ajuda de Jeová, como fez Paulo.
2:16. Ter “a mente de Cristo” significa conhecer sua maneira de encarar as coisas, pensar assim como ele pensa, compreender a plenitude de sua personalidade e imitar seu exemplo. (1 Ped. 2:21; 4:1) Como é importante estudar com muita atenção a vida e o ministério de Jesus!
3:10-15; 4:17. Devemos analisar e melhorar nossa habilidade de ensinar e fazer discípulos. (Mat. 28:19, 20) Se não ensinarmos bem, pode ser que nosso estudante não sobreviva às provas de fé, levando-nos a talvez sofrer uma perda tão dolorosa que a nossa salvação venha a ser “como por intermédio de fogo”.
6:18. ‘Fugir da fornicação’ significa não apenas evitar atos de porneía, mas também pornografia, impureza moral, fantasias sexuais imorais, flerte — qualquer coisa que possa levar à fornicação. — Mat. 5:28; Tia. 3:17.
7:29. Os casados precisam evitar ficar tão absorvidos em seu relacionamento a ponto de colocar os interesses do Reino em segundo lugar na sua vida.

 si pp. 210-214 pars. 5-26 Livro bíblico número 46 1 Coríntios
5 A autenticidade de Primeira Coríntios, também de Segunda Coríntios, é incontestável. Estas cartas foram atribuídas a Paulo e aceitas como canônicas pelos primeiros cristãos, que as incluíram nas suas coleções. Com efeito, diz-se que se faz alusão a Primeira Coríntios que é citada pelo menos seis vezes numa carta de Roma a Corinto, datada de cerca de 95 EC e chamada de Primeira Clemente. Referindo-se pelo que parece a Primeira Coríntios, o escritor instou com os destinatários dessa carta para “aceitarem a epístola do bendito Paulo, o apóstolo”. Primeira Coríntios é também citada diretamente por Justino Mártir, Atenágoras, Irineu e Tertuliano. Há forte evidência de que um grupo, ou coleção das cartas de Paulo, inclusive Primeira e Segunda Coríntios, “foi formado e publicado na última década do primeiro século”.
6 A primeira carta de Paulo aos coríntios nos dá oportunidade de olhar dentro da própria congregação coríntia. Estes cristãos tinham problemas a enfrentar e questões a resolver. Havia divisões dentro da congregação, porque alguns seguiam a homens. Surgiu um caso chocante de imoralidade sexual. Alguns viviam em lares divididos quanto à religião. Deveriam permanecer com seu cônjuge descrente ou separar-se? E que dizer de comer carne sacrificada a ídolos? Podiam comer de tal carne? Os coríntios precisavam ser aconselhados sobre a maneira de dirigir suas reuniões, incluindo-se a celebração da Refeição Noturna do Senhor. Qual devia ser a posição das mulheres na congregação? Além disso, havia também no meio deles os que negavam a ressurreição. Os problemas eram muitos. O apóstolo estava, porém, especialmente interessado em restabelecer a saúde espiritual dos coríntios.
7 Visto que as condições dentro da congregação e o ambiente da antiga Corinto, com sua prosperidade e sua licenciosidade, têm paralelos modernos, os excelentes conselhos de Paulo, escritos sob inspiração divina, exigem nossa atenção. O que Paulo disse é tão cheio de significado para a nossa época que um exame detido de sua primeira carta a seus amados irmãos e irmãs coríntios será realmente proveitoso. Relembre agora o espírito daquele tempo e lugar. Pense com escrutínio, assim como o devem ter feito os cristãos coríntios, ao reexaminarmos as palavras inspiradas, estimulantes e profundas de Paulo a seus concrentes da antiga Corinto.
CONTEÚDO DE PRIMEIRA CORÍNTIOS
8 Paulo expõe o sectarismo e exorta a união (1:1-4:21). Paulo expressa seu desejo de que tudo vá bem com os coríntios. Mas o que dizer das divisões e dissensões entre eles? “O Cristo existe dividido.” (1:13) O apóstolo é grato de ter batizado bem poucos dentre eles, assim, não podem dizer que foram batizados no nome dele. Paulo dá testemunho a respeito de Cristo que foi pregado na estaca. Isto é causa de tropeço para os judeus e tolice para as nações. Mas Deus escolheu as coisas tolas e fracas do mundo para envergonhar os sábios e os fortes. Portanto, Paulo não se dirige aos irmãos com extravagância de linguagem, mas deixa que vejam o espírito e o poder de Deus através de suas palavras, para que a sua fé não seja na sabedoria dos homens, mas no poder de Deus. Falamos as coisas reveladas pelo espírito de Deus, diz Paulo, “pois o espírito pesquisa todas as coisas, até mesmo as coisas profundas de Deus”. O homem físico não pode compreender estas coisas, só o homem espiritual pode. — 2:10.
9 Eles seguem a homens — alguns a Apolo, alguns a Paulo. Mas quem são estes? Apenas ministros por meio dos quais os coríntios se tornaram crentes. Os que plantam e os que regam não são nada, pois ‘Deus faz crescer’, e eles são “colaboradores” de Deus. A prova de fogo revelará quem tem obras que são duráveis. Paulo lhes diz: “Vós sois templo de Deus”, em quem mora Seu espírito. “A sabedoria deste mundo é tolice perante Deus.” Que ninguém, portanto, se jacte nos homens, pois todas as coisas pertencem realmente a Deus. — 3:6, 9, 16, 19.
10 Paulo e Apolo são mordomos humildes dos segredos sagrados de Deus, e os mordomos devem ser achados fiéis. Quem são os irmãos de Corinto para se jactar, e o que têm que não tenham recebido? Tornaram-se ricos, começaram a reinar, e se tornaram tão discretos e fortes, ao passo que os apóstolos, que se tornaram espetáculo teatral tanto para anjos como para homens, são, contudo, tolos e fracos, a escória de todas as coisas? Paulo lhes envia Timóteo para ajudá-los a se lembrarem dos seus métodos em conexão com Cristo e a se tornarem imitadores dele. Se Jeová quiser, o próprio Paulo irá em breve visitá-los e chegará a conhecer, não meramente a palavra dos que estão enfunados de orgulho, mas o seu poder.
11 Conservar limpa a congregação (5:1-6:20). Relatou-se entre os coríntios um caso chocante de imoralidade! Um homem tomou a esposa de seu pai. Ele precisa ser entregue a Satanás, porque um pouco de fermento leveda toda a massa. Eles precisam deixar de se associar com alguém que diz ser irmão, mas é iníquo.
12 Ora! os coríntios até mesmo têm levado uns aos outros perante tribunais. Não seria preferível deixarem-se defraudar? Visto que julgarão o mundo e os anjos, não podem encontrar alguém dentre eles capaz de julgar entre irmãos? Ademais, precisam ser limpos, pois os fornicadores, os idólatras e os semelhantes a estes não herdarão o Reino de Deus. É o que alguns deles eram, mas foram lavados e santificados. “Fugi da fornicação”, diz Paulo. “Pois fostes comprados por um preço. Acima de tudo, glorificai a Deus no corpo de vós em conjunto.” — 6:18, 20.
13 Conselhos sobre o estado de solteiro e sobre casamento (7:1-40). Paulo responde a uma pergunta sobre casamento. Por causa da prevalência da fornicação, é talvez aconselhável que o homem ou a mulher se casem, e os que são casados não devem privar o cônjuge dos direitos maritais. É bom que as pessoas não-casadas e viúvas permaneçam sem se casar, como Paulo; mas, se não têm autodomínio, que se casem. Uma vez casados, devem permanecer juntos. Mesmo que o cônjuge da pessoa seja descrente, o crente não deve separar-se, pois assim o crente poderá salvar o cônjuge descrente. Quanto à circuncisão e escravidão, que cada um se contente em permanecer no estado em que estava quando foi chamado. Quanto à pessoa casada, ela está dividida, porque deseja ganhar a aprovação de seu cônjuge, ao passo que a pessoa solteira está ansiosa apenas pelas coisas do Senhor. Os que se casam não pecam, mas os que não se casam fazem “melhor”. — 7:38.
14 Fazer todas as coisas pelas boas novas (8:1-9:27). Que dizer dos alimentos oferecidos aos ídolos? Um ídolo não é nada! Há muitos “deuses” e muitos “senhores” no mundo, mas para o cristão há “um só Deus, o Pai”, e “um só Senhor, Jesus Cristo”. (8:5, 6) Contudo, para alguns poderá ser causa de ofensa ver alguém comer carne sacrificada a um ídolo. Nesse caso, Paulo aconselha a pessoa a se abster de tal alimento, para não causar tropeço a seus irmãos.
15 Paulo priva-se de muitas coisas por causa do ministério. Na qualidade de apóstolo, ele tem o direito de ‘viver por meio das boas novas’, mas evita fazer isso. Todavia, é-lhe imposta a necessidade de pregar; com efeito, ele diz: “Ai de mim se eu não declarasse as boas novas!” Assim, ele fez de si mesmo escravo de todos, tornando-se “todas as coisas para pessoas de toda sorte”, para “de todos os modos salvar alguns”, e faz todas as coisas “pela causa das boas novas”. A fim de vencer na competição e ganhar a coroa incorruptível, ele surra seu corpo, para que, depois de ter pregado a outros, ele próprio “não venha a ser de algum modo reprovado”. — 9:14, 16, 19, 22, 23, 27.
16 Advertência contra coisas prejudiciais (10:1-33). Que dizer de seus “antepassados”? Eles estiveram debaixo da nuvem e foram batizados em Moisés. A maioria deles não obtiveram a aprovação de Deus, mas pereceram no ermo. Por quê? Porque desejavam coisas prejudiciais. Os cristãos devem dar-se por avisados com isto e abster-se da idolatria e da fornicação, de pôr Jeová a prova e de resmungar. Quem pensa estar de pé acautele-se para que não caia. As tentações surgirão, mas Deus não permitirá que seus servos sejam tentados além daquilo que podem suportar; proverá uma saída, para que possam suportar. “Portanto”, escreve Paulo, “fugi da idolatria”. (10:1, 14) Não podemos participar da mesa de Jeová e da mesa dos demônios. Entretanto, se estiver comendo em certa casa, não pergunte sobre a procedência da carne. Se alguém lhe disser que essa carne foi sacrificada a ídolos, então, abstenha-se de comer por causa da consciência dessa pessoa. “Fazei todas as coisas para a glória de Deus”, escreve Paulo. — 10:31.
17 Chefia; a Refeição Noturna do Senhor (11:1-34). “Tornai-vos meus imitadores, assim como eu sou de Cristo”, declara Paulo, e passa a esclarecer o princípio divino da chefia: A cabeça da mulher é o homem, a cabeça do homem é Cristo, a cabeça de Cristo é Deus.  Por conseguinte, a mulher deve usar “um sinal de autoridade” sobre a cabeça quando ora ou profetiza na congregação. Paulo não congratula os coríntios, pois, quando se reúnem, existem divisões entre eles. Nessas condições, como podem participar corretamente da Refeição Noturna do Senhor? Ele fala sobre o que se passou quando Jesus instituiu a Comemoração de sua morte. Cada um deve examinar a si mesmo antes de participar, a fim de não trazer julgamento contra si próprio por não discernir “o corpo”. — 11:1, 10, 29.
18 Dons espirituais; amor e o empenho por ele (12:1-14:40). Há variedades de dons espirituais, contudo o mesmo espírito; há variedades de ministérios e de operações, contudo o mesmo Senhor e o mesmo Deus. Da mesma forma, há muitos membros no um só corpo unido de Cristo, cada membro necessitando do outro, como no corpo humano. Deus colocou todos os membros no corpo segundo o Seu agrado, e cada um deles tem a sua função a desempenhar, para ‘que não haja divisão no corpo’. (12:25) Os que usam seus dons espirituais nada são sem o amor. O amor é longânime e benigno, não é ciumento, não se enfuna. Alegra-se só com a verdade. “O amor nunca falha.” (13:8) Os dons espirituais, como os de profetizar e de línguas, cessarão, mas a fé, a esperança e o amor permanecem. O maior destes é o amor.
19 “Empenhai-vos pelo amor”, admoesta Paulo. Os dons espirituais devem ser usados com amor, para a edificação da congregação. Por este motivo, é preferível profetizar a falar em línguas. Ele prefere dizer cinco palavras com entendimento, para instruir os outros, a dez mil palavras numa língua desconhecida. As línguas servem de sinal para os descrentes, mas o profetizar é para os crentes. Não devem ser “criancinhas” no entendimento dessas coisas. Quanto às mulheres, devem estar em sujeição na congregação. “Que todas as coisas ocorram decentemente e por arranjo.” — 14:1, 20, 40.
20 A esperança da ressurreição é certa (15:1-16:24). O Cristo ressuscitado apareceu a Cefas, aos 12, a mais de 500 irmãos a um só tempo, a Tiago, a todos os apóstolos e, por último, a Paulo. ‘Se Cristo não foi levantado’, escreve Paulo, ‘a nossa pregação e a nossa fé são vãs’. (15:14) Cada um é ressuscitado na sua própria ordem: Cristo, as primícias, depois disto os que pertencem a ele durante a sua presença. Por fim, ele entrega o Reino a seu Pai, depois de todos os inimigos terem sido postos debaixo de seus pés. Mesmo a morte, o último inimigo, será reduzida a nada. Que adianta Paulo enfrentar continuamente perigos de morte, se não há ressurreição?
21 Entretanto, como serão ressuscitados os mortos? O grão semeado precisa morrer para que a planta se desenvolva. Assim se dá com a ressurreição dos mortos. “Semeia-se corpo físico, é levantado corpo espiritual. . . . Carne e sangue não podem herdar o reino de Deus.” (15:44, 50) Paulo revela um segredo sagrado: Nem todos adormecerão na morte, mas, durante a última trombeta, serão mudados num piscar de olhos. Quando isto que é mortal se revestir da imortalidade, a morte será tragada para sempre. “Morte, onde está a tua vitória? Morte, onde está o teu aguilhão?” Do fundo do coração Paulo exclama: “Graças a Deus, porém, pois ele nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo!” — 15:55, 57.
22 Em conclusão, Paulo dá conselhos sobre a maneira ordeira de ajuntar as contribuições a serem enviadas para Jerusalém, a fim de ajudar os irmãos necessitados. Ele fala de sua próxima visita a eles, via Macedônia, e indica que talvez Timóteo e Apolo também os visitem. “Ficai despertos”, exorta Paulo. “Mantende-vos firmes na fé, procedei como homens, tornai-vos poderosos. Que todos os vossos assuntos se realizem com amor.” (16:13, 14) Paulo transmite os cumprimentos das congregações da Ásia, e termina com cumprimento escrito pela sua própria mão, em que expressa o seu amor.
POR QUE É PROVEITOSO
23 Esta carta do apóstolo Paulo é de muito proveito, pois nos faz compreender melhor as Escrituras Hebraicas, que ele cita muitas vezes. No capítulo dez, Paulo frisa que os israelitas, sob a direção de Moisés, beberam da rocha espiritual, que representava a Cristo. (1 Cor. 10:4; Núm. 20:11) Em seguida, ele passa a mostrar as terríveis conseqüências do desejo de coisas prejudiciais, como atesta o caso dos israelitas, sob a direção de Moisés, e acrescenta: “Ora, estas coisas lhes aconteciam como exemplos e foram escritas como aviso para nós, para quem já chegaram os fins dos sistemas de coisas.” Jamais sejamos auto-confiantes, pensando que não podemos cair! (1 Cor. 10:11, 12; Núm. 14:2; 21:5; 25:9) De novo ele usa uma ilustração da Lei. Refere-se aos sacrifícios de comunhão oferecidos em Israel, a fim de mostrar que os que participam da Refeição Noturna do Senhor devem fazer isso de modo digno da mesa de Jeová. Daí, para confirmar seu argumento de que é correto comer tudo o que se vende no açougue, ele cita Salmo 24:1, dizendo: “A Jeová pertence a terra e o que a enche.” — 1 Cor. 10:18, 21, 26; Êxo. 32:6; Lev. 7:11-15.
24 Mostrando a superioridade das “coisas que Deus tem preparado para os que o amam” e a futilidade dos “raciocínios dos sábios” deste mundo, Paulo de novo cita das Escrituras Hebraicas. (1 Cor. 2:9; 3:20; Isa. 64:4; Sal. 94:11) Nas suas instruções, no capítulo 5, sobre desassociar o malfeitor, ele cita como autoridade a lei de Jeová que diz “Tens de eliminar o mal do teu meio”. (Deut. 17:7) Quando Paulo diz que teria direito de viver por meio do ministério, cita de novo a Lei de Moisés, que prescrevia que os animais não deviam ser açaimados quando estivessem trabalhando, impedindo-os de comer, e que os levitas que serviam no templo deviam receber do altar a sua porção. — 1 Cor. 9:8-14; Deut. 25:4; 18:1.
25 Quantos benefícios recebemos em forma de instruções inspiradas encerradas na primeira carta de Paulo aos cristãos coríntios! Medite nos conselhos dados para nos precaver das divisões e de seguir a homens. (Capítulos 1-4) Lembre-se do caso de imoralidade e de como Paulo sublinhou a necessidade da virtude e da pureza que devem existir na congregação. (Capítulos 5, 6) Considere os seus conselhos inspirados sobre ficar sem se casar, sobre casamento e separação. (Capítulo 7) Pense em como o apóstolo tratou a questão dos alimentos oferecidos a ídolos, e com que força sublinhou a necessidade de nos resguardarmos de fazer outros tropeçar e cair na idolatria. (Capítulos 8-10) Os conselhos sobre a sujeição correta, a consideração sobre os dons espirituais, a bem prática consideração sobre a excelência da qualidade duradoura do amor que nunca falha — estas coisas também são analisadas. E quão bem o apóstolo acentuou a necessidade de ordem nas reuniões cristãs! (Capítulos 11-14) Que maravilhosa defesa da ressurreição escreveu ele sob inspiração! (Capítulo 15) Tudo isto e muito mais passou diante dos olhos da mente — e é tão valioso para os cristãos hoje em dia!
26 Esta carta aumenta notavelmente o nosso entendimento do glorioso tema da Bíblia, a saber, o Reino de Deus. Dá forte aviso de que os injustos não entrarão no Reino, e alista muitas das práticas corruptas que desqualificam uma pessoa. (1 Cor. 6:9, 10) Mas é de máxima importância a explicação que ela fornece a respeito da relação existente entre a ressurreição e o Reino de Deus. Mostra que Cristo, “as primícias” da ressurreição, tem de “reinar até que Deus lhe tenha posto todos os inimigos debaixo dos seus pés”. Daí, quando tiver exterminado a todos os inimigos, incluindo a morte, ele ‘entregará o reino ao seu Deus e Pai, para que Deus seja todas as coisas para com todos’. Por fim, em cumprimento da promessa do Reino feita no Éden, o completo esmagamento da cabeça da Serpente será efetuado por Cristo, junto com Seus ressuscitados irmãos espirituais. É, deveras, grandiosa a perspectiva da ressurreição dos que hão de participar da incorruptibilidade com Cristo Jesus no Reino celestial. É com base na esperança da ressurreição que Paulo admoesta: “Conseqüentemente, meus amados irmãos, tornai-vos constantes, inabaláveis, tendo sempre bastante para fazer na obra do Senhor, sabendo que o vosso labor não é em vão em conexão com o Senhor.” — 1 Cor. 15:20-28, 58; Gên. 3:15; Rom. 16:20.

Nº 2:  Será que uma estranha sensação de estar familiarizado com pessoas e lugares inteiramente novos prova que a reencarnação existe? ( (rs p. 293 § 2-p. 295 §1)
Reencarnação
Já lhe aconteceu alguma vez confundir certo homem vivo ou certa mulher viva com outro ou outra que também está vivo ou viva agora? Isso já aconteceu com muitos. Por quê? Porque algumas pessoas têm os mesmos jeitos ou até mesmo parecem ser quase idênticas. Portanto, a sensação de que conhece determinada pessoa muito embora nunca a tenha visto antes realmente não prova que a conhecia numa existência anterior, não é verdade?
Por que é que uma casa ou uma cidade lhe parece familiar se nunca esteve ali antes? Será que é porque já viveu ali numa existência anterior? Muitas casas são construídas segundo projetos similares. A mobília usada em cidades longe umas das outras talvez tenha sido fabricada segundo modelos similares. E não é verdade que as paisagens em alguns lugares amplamente separados são muito parecidas? Portanto, sem recorrer à reencarnação, a sensação que tem de estar familiarizado com tais é bem compreensível.


Nº 3:Como os cristãos mantém a alegría a pesar de doenças. ( Filipenses 4: 6,7)

 w11 15/12 pp. 27-30 Não deixe que a doença roube sua alegria
IMAGINE acordar desejando que o dia acabe mesmo antes de ter começado. Você tem pela frente mais um dia de sofrimento físico ou emocional. Pode até ser que se sinta como Jó, que disse: “É melhor ser estrangulado e morrer do que sofrer assim.” (Jó 7:15, Nova Versão Internacional) Que dizer se essa situação se prolonga, talvez por anos?
Isso aconteceu com Mefibosete, filho do amigo do Rei Davi, Jonatã. Aos 5 anos de idade, Mefibosete ‘sofreu uma queda e ficou manco’. (2 Sam. 4:4) A dor dessa deficiência com certeza se agravou com o sofrimento emocional que ele teve mais tarde ao ser acusado falsamente de trair o rei e, com isso, sofrer perda material. No entanto, ele sempre foi um ótimo exemplo de como lidar com doença, calúnia e desapontamentos sem deixar que essas coisas roubassem sua alegria. — 2 Sam. 9:6-10; 16:1-4; 19:24-30.
O apóstolo Paulo é outro exemplo. Ele certa vez falou que tinha de lutar contra “um espinho na carne”. (2 Cor. 12:7) Esse espinho pode ter sido um persistente mal físico, ou talvez pessoas que o desafiavam como apóstolo. Seja como for, o problema perdurava, e ele tinha de suportar a resultante dor física ou emocional. — 2 Cor. 12:9, 10.
Alguns dos servos de Deus hoje sofrem com debilitantes doenças crônicas ou estresse emocional. Aos 18 anos, Magdalena foi diagnosticada com lúpus eritematoso sistêmico, uma doença em que as defesas imunológicas do organismo parecem atacar seus próprios órgãos. “Fiquei apavorada”, diz ela. “Com o tempo, meu quadro se agravou com distúrbios digestivos, úlceras na boca e problemas de tireoide.” Izabela, por sua vez, enfrenta males não tão aparentes. Ela explica: “Desde criança eu sofro de depressão. Isso resulta em crises de pânico, problemas respiratórios e cólicas abdominais. Em geral eu fico esgotada.”
Encarar a realidade
A doença e o enfraquecimento físico podem desestruturar a sua vida. Quando isso acontece, é bom parar e avaliar sinceramente a situação. Aceitar suas limitações pode não ser fácil. Magdalena diz: “Minha doença é progressiva. Muitas vezes me sinto cansada demais para sair da cama. A natureza imprevisível dessa doença dificulta muito fazer planos. A minha maior frustração é não poder mais fazer tanto quanto eu fazia no serviço de Jeová.”
Zbigniew explica: “Com o passar dos anos, a artrite reumatoide suga a minha energia, danificando uma junta atrás da outra. Às vezes, quando a inflamação é grave, eu não consigo realizar nem mesmo a mais simples tarefa. Isso me desanima.”
Alguns anos atrás, Barbara foi diagnosticada com um progressivo tumor no cérebro. “Meu corpo tem passado por súbitas mudanças”, comenta. “Sinto desânimo, frequentes dores de cabeça e tenho problemas de concentração. Essas limitações recém-descobertas me obrigaram a reavaliar todas as coisas.”
Todas essas pessoas são servos dedicados de Jeová. Elas têm como prioridade fazer a Sua vontade. Confiam plenamente em Deus e se beneficiam de seu apoio. — Pro. 3:5, 6.
Como Jeová ajuda
Não devemos pensar que o sofrimento pessoal seja uma evidência do desagrado de Deus. (Lam. 3:33) Pense no que Jó teve de passar embora fosse “inculpe e reto”. (Jó 1:8) Deus não tenta ninguém com coisas más. (Tia. 1:13) Todas as doenças — incluindo as crônicas e as emocionais — são um horrível legado de nossos primeiros pais, Adão e Eva. — Rom. 5:12.
Jeová e Jesus, porém, não deixarão os justos sem ajuda. (Sal. 34:15) É em especial nos momentos difíceis da vida que entendemos melhor como Deus é ‘nosso refúgio e fortaleza’. (Sal. 91:2) Então, ao lidar com situações que não têm uma solução fácil, o que pode ajudá-lo a manter a alegria?
Oração: assim como os servos fiéis de Deus do passado, você pode lançar seu fardo sobre nosso Pai celestial em oração. (Sal. 55:22) Ao fazer isso, poderá sentir “a paz de Deus, que excede todo pensamento”. Essa paz interior ‘guardará o seu coração e as suas faculdades mentais’. (Fil. 4:6, 7) Por sua confiança em Deus, expressa em orações, Magdalena consegue conviver com a doença debilitante. Ela diz: “Abrir meu coração a Jeová me dá alívio e devolve a minha alegria. Agora eu realmente entendo o que significa confiar em Deus todos os dias.” — 2 Cor. 1:3, 4.
Em resposta às suas orações, Jeová pode lhe dar forças por meio de seu espírito santo, de sua Palavra e da fraternidade cristã. Você não esperaria que Deus acabasse milagrosamente com a sua doença. No entanto, você pode contar com ele para lhe dar a sabedoria e a força necessárias para enfrentar qualquer adversidade. (Pro. 2:7) Ele pode fortalecê-lo, dando-lhe “poder além do normal”. — 2 Cor. 4:7.
Família: um clima de amor e compaixão no lar pode ajudá-lo a suportar a doença. Lembre-se, porém, que seus entes queridos também sofrem. Talvez se sintam tão impotentes quanto você. Ainda assim, eles estão ali para o ajudar, mesmo em tempos provadores. Orar juntos o ajuda a manter calmo seu coração. — Pro. 14:30.
Barbara diz a respeito de sua filha e de outras irmãs jovens na congregação: “Elas me apoiam no ministério. O seu zelo me anima e alegra.” Zbigniew acha inestimável o apoio da esposa. “Ela cuida da maior parte das tarefas domésticas. Ela também me ajuda a me vestir e muitas vezes carrega minha pasta para as reuniões cristãs e no ministério.”
Irmãos na fé: a companhia de nossos irmãos na fé nos encoraja e consola. Mas que dizer se a sua doença o impede de assistir às reuniões? Magdalena comenta: “A congregação cuida de que eu me beneficie das reuniões por meio de gravações em áudio. Os irmãos muitas vezes me telefonam para ver o que mais podem fazer para ajudar. Também me enviam cartas encorajadoras. Saber que eles se lembram de mim e que se preocupam com o meu bem-estar me ajuda a suportar a situação.”
Izabela, que sofre de depressão, conta: “Na congregação eu tenho muitos ‘pais’ e ‘mães’, que me escutam e procuram me entender. A congregação é minha família — ali eu tenho paz e alegria.”
Os que sofrem diferentes provações não devem ‘isolar-se’. Na realidade, eles prezam a associação com a congregação. (Pro. 18:1) Desse modo eles se tornam uma enorme fonte de encorajamento para outros. Talvez de início você hesite em informar os irmãos sobre suas necessidades. Mas eles apreciarão a sua franqueza. Assim terão uma oportunidade de mostrar “afeição fraternal sem hipocrisia”. (1 Ped. 1:22) Por que não lhes diz que você precisa de condução para assistir às reuniões, que gostaria de trabalhar com eles no ministério ou ter uma animadora conversa em particular? Naturalmente, em vez de ser exigentes, devemos mostrar apreço pela ajuda deles.
Seja positivo: lidar com uma doença crônica sem perder a alegria muitas vezes depende de você. A melancolia e sentimentos de desânimo podem levar a pensamentos negativos. A Bíblia declara: “O espírito do homem pode aguentar a sua enfermidade; mas, quanto ao espírito abatido, quem o pode suportar?” — Pro. 18:14.
Magdalena diz: “Faço o possível para não ficar sempre pensando nos meus problemas. Procuro aproveitar bem os dias em que me sinto melhor. Ler as biografias de pessoas que permaneceram fiéis apesar de doença crônica me anima.” Izabela encontra forças ao se lembrar de que Jeová a ama e valoriza. Ela diz: “Eu me sinto útil, tenho alguém pelo qual viver e uma maravilhosa perspectiva para o futuro.”
Zbigniew diz: “A minha doença me ensina humildade e obediência. Ensina-me a mostrar boa compreensão e bom critério, e a perdoar de coração. Aprendi a gostar de servir a Jeová sem ficar sentindo pena de mim mesmo. De fato, estou motivado a continuar a fazer progresso espiritual.”
Lembre-se de que Jeová observa atentamente sua perseverança. Ele se compadece de seu sofrimento e se importa com você. Ele não ‘se esquecerá de sua obra e do amor que você mostrou ao seu nome’. (Heb. 6:10) Tenha sempre no coração a sua promessa a todos os que o temem: “De modo algum te deixarei e de modo algum te abandonarei.” — Heb. 13:5.
Se de vez em quando você se sente abatido, concentre-se na esperança maravilhosa de viver no novo mundo. Está bem próximo o tempo em que você verá, com os seus próprios olhos, as bênçãos do Reino de Deus aqui na Terra!

09 de Setembro – Leitura da Bíblia: 1 Coríntios 10-16
Nº  1: 1 Coríntios 14: 7-25
Nº 2: Como pode um humano pecador “abrandar a face de Jeová?”(2 Crônicas 33:12,13; Isaías 55:6,7)
Nº 3:Por que o texto de João 9:1,2 não prova a reencarnação? (rs p. 295 §2 –p. 296 §2)

Leitura da Bíblia: 1 Coríntios 10-16
 w08 15/7 p. 27 Destaques das cartas aos coríntios

11:26  Quantas “vezes” deve ser comemorada a morte de Jesus, e “até” quando? Paulo não estava dizendo que a morte de Jesus seria comemorada muitas vezes. A palavra grega para “todas as vezes” significa “sempre que” ou “toda ocasião que”. Assim, Paulo queria dizer que todas as vezes que os cristãos ungidos tomassem dos emblemas da Comemoração, uma vez por ano, em 14 de nisã, eles estariam “proclamando a morte do Senhor”. Eles fazem isso “até que ele chegue”, isto é, até que os receba no céu por meio da ressurreição. — 1 Tes. 4:14-17.
13:13  Em que sentido o amor é maior do que a e a esperança? Quando as “coisas esperadas” se tornam realidade e a “expectativa certa” a respeito delas se cumpre, certos aspectos da fé e da esperança acabam. (Heb. 11:1) O amor é maior do que a fé e a esperança no sentido de que o amor permanece para sempre.
15:29  O que significa ser “batizados com o objetivo de serem mortos”? Paulo não estava sugerindo que pessoas vivas fossem batizadas em favor daqueles que morreram sem terem sido batizados. Ele se refere aqui ao fato de os cristãos ungidos por espírito mergulharem num modo de vida em que mantêm sua integridade até a morte e subseqüente ressurreição para a vida espiritual.

Lições para nós:
10:8-11. Jeová sentiu-se muito ofendido quando Israel murmurou contra Moisés e Arão. É sábio não criarmos o hábito de murmurar.
16:2. As nossas doações financeiras para promover os interesses do Reino serão constantes se forem planejadas e feitas sistematicamente.

Nº 3:Como os cristãos mantém a alegría a pesar de doenças. ( Filipenses 4: 6,7)
 w05 1/12 p. 21 Destaques do livro de Segundo das Crônicas

33:2-9, 12, 13, 15, 16. Uma pessoa mostra verdadeiro arrependimento quando abandona o proceder errado e se esforça de modo diligente em fazer o que é certo. Com base no arrependimento sincero, até alguém que tenha agido tão perversamente quanto o Rei Manassés pode receber a misericórdia de Jeová.

 w94 15/9 pp. 6-7 Por que ser perdoador?
Todavia, alguns podem muito bem perguntar: Que dizer de pecados graves? Precisam todos os pecados ser perdoados?
Buscar o equilíbrio
Quando alguém foi seriamente prejudicado ou traído, a dor pode ser muito grande. Isso se dá especialmente se a pessoa é vítima inocente dum grave pecado. Alguns talvez até se perguntem: ‘Como posso perdoar alguém que maldosamente me traiu e me magoou?’ No caso dum pecado crasso que mereceria desassociação, a vítima talvez precise aplicar o conselho de Mateus 18:15-17.
De qualquer modo, talvez muito dependa do ofensor. Desde que ocorreu a transgressão, deu ele sinais de arrependimento sincero? Será que o pecador mudou, chegando talvez até a tentar reparar realmente o erro? Aos olhos de Jeová tal arrependimento é a chave do perdão, mesmo no caso de pecados verdadeiramente horrendos. Por exemplo, Jeová perdoou Manassés, um dos mais perversos reis da história de Israel. Com base em quê? Deus fez isso porque Manassés finalmente humilhou-se e arrependeu-se de seu proceder vil. — 2 Crônicas 33:12, 13.
Na Bíblia, o arrependimento genuíno envolve mudar sinceramente de atitude, lamentar de coração quaisquer erros cometidos. Quando apropriado e possível, o arrependimento é acompanhado do esforço de compensar a vítima do pecado. (Lucas 19:7-10; 2 Coríntios 7:11) Quando não há tal arrependimento, Jeová não perdoa. Além disso, Deus não espera que os cristãos perdoem aqueles que já foram espiritualmente esclarecidos, mas que agora praticam deliberada e impenitentemente o que é errado. (Hebreus 10:26-31) Em casos extremos, o perdão pode muito bem não ser apropriado. — Salmo 139:21, 22; Ezequiel 18:30-32.
Ao avaliar a possibilidade de perdão, a vítima dum grave pecado talvez queira considerar outra pergunta: Devo permanecer por demais perturbado emocionalmente, sentindo-me intensamente magoado e irado, até que o assunto seja totalmente resolvido? Considere um exemplo. O Rei Davi ficou muitíssimo magoado quando seu general, Joabe, matou Abner e Amasa, “dois homens mais justos e melhores do que [Joabe]”. (1 Reis 2:32) Davi expressou sua indignação verbalmente, e sem dúvida a Jeová em oração. Com o tempo, porém, a intensidade dos sentimentos de Davi provavelmente amainou. O ressentimento não o dominou até o fim dos seus dias. Davi até continuou a trabalhar com Joabe, mas não perdoou esse assassino impenitente. Davi cuidou de que no fim a justiça fosse feita. — 2 Samuel 3:28-39; 1 Reis 2:5, 6.
Talvez leve algum tempo e esforço até que os afetados ou magoados pelos pecados graves de outros superem sua ira inicial. O processo de cura pode ser muito facilitado quando o ofensor reconhece seu erro e se arrepende. Contudo, uma vítima inocente do pecado deve poder achar consolo e alívio no seu conhecimento sobre a justiça e a sabedoria de Jeová, e na congregação cristã, independentemente do proceder do transgressor.
Reconheça também que, ao perdoar um pecador, isso não significa que você está tolerando o pecado. Para o cristão, perdão significa deixar confiantemente o assunto nas mãos de Jeová. Ele é o justo Juiz de todo o Universo, e ele executará a justiça no momento certo. Isso incluirá o julgamento de ‘fornicadores e adúlteros’ traiçoeiros. — Hebreus 13:4.

 ip-2 cap. 16 pp. 243-244 pars. 20-22 Mensagem de esperança para cativos desalentados
20 Nos dias de Isaías, fez-se a convocação: “Buscai a Jeová enquanto pode ser achado. Chamai-o enquanto mostra estar perto.” (Isaías 55:6) Hoje, essas palavras são apropriadas tanto para os que compõem o Israel de Deus como para a crescente grande multidão. A bênção de Jeová não é incondicional, e seu convite não é estendido indefinidamente. Agora é o tempo de buscar o favor de Deus. Quando chegar o tempo marcado para o julgamento de Jeová, será tarde demais. Por isso, Isaías diz: “Deixe o iníquo o seu caminho e o homem prejudicial os seus pensamentos; e retorne ele a Jeová, que terá misericórdia com ele, e ao nosso Deus, porque perdoará amplamente.”  Isaías 55:7.
21 A frase “retorne ele a Jeová” implica que aqueles que precisavam arrepender-se tinham outrora uma relação com Deus. A expressão nos lembra de que muitos aspectos dessa parte da profecia de Isaías se aplicaram em primeiro lugar aos judeus cativos em Babilônia. Séculos antes, os antepassados desses cativos haviam declarado sua determinação de obedecer a Jeová, afirmando: “É inconcebível da nossa parte abandonarmos a Jeová para servir a outros deuses.” (Josué 24:16) A História mostra que o “inconcebível” aconteceu — repetidas vezes! A falta de fé do povo de Deus foi o motivo de seu exílio em Babilônia.
22 Que aconteceria se eles se arrependessem? Por meio de Isaías, Jeová promete que ‘perdoaria amplamente’. E acrescenta:  ‘Pois os vossos pensamentos não são os meus pensamentos, nem os meus caminhos, os vossos caminhos’, é a pronunciação de Jeová. ‘Porque assim como os céus são mais altos do que a terra, assim os meus caminhos são mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos, do que os vossos pensamentos.’  (Isaías 55:8, 9) Jeová é perfeito, e seus pensamentos e caminhos são inalcançavelmente elevados. Até mesmo sua misericórdia é de tal magnitude que nós, humanos, jamais poderemos esperar alcançar. Considere: quando nós perdoamos outro ser humano, é uma questão de um pecador perdoar outro pecador. Sabemos que, mais cedo ou mais tarde, vamos precisar que outro humano nos perdoe. (Mateus 6:12) Mas Jeová, mesmo que nunca precise ser perdoado, perdoa “amplamente”! Realmente, é um Deus de grande benignidade. E, na sua misericórdia, Jeová abre as comportas do céu, derramando bênçãos sobre os que retornam a ele de todo o coração. — Malaquias 3:10.

Nº 3:Por que o texto de João 9:1,2 não prova a reencarnação? (rs p. 295 §2 –p. 296 §2)

É a reencarnação indicada pelo relato de João 9:1, 2?
João 9:1, 2: “Ora, quando [Jesus] ia passando, viu um homem cego de nascença. E seus discípulos perguntaram-lhe: ‘Rabi, quem pecou, este homem ou os seus pais, de modo que nasceu cego?’”
É possível que esses discípulos tivessem sido influenciados pela crença dos fariseus judaicos, que diziam que “apenas as almas dos homens bons são removidas para outros corpos”? (Wars of the Jews, Josefo, Livro II, cap. VIII, par. 14) É improvável, visto que a pergunta que fizeram não dá a entender que eles julgassem que ele fosse um ‘homem bom’. É mais provável que, como discípulos de Jesus, acreditassem nas Escrituras e sabiam que a alma morre. Contudo, visto que até mesmo um bebê no ventre tem vida e foi concebido em pecado, perguntavam-se talvez se tal nascituro poderia ter pecado, resultando em cegueira. De qualquer forma, a resposta de Jesus não apoiou nem a reencarnação nem a idéia de uma criança ainda no ventre de sua mãe pecar antes de nascer. O próprio Jesus respondeu: “Nem este homem pecou, nem os seus pais.” (João 9:3) Jesus sabia que, por sermos descendentes de Adão, há uma herança de defeitos e imperfeições humanas. Aproveitando a situação para magnificar a Deus, Jesus curou o homem cego.
margem para a reencarnação o ensinamento bíblico a respeito da alma e da morte?
Gênesis 2:7 diz: “Jeová Deus passou a formar o homem do pó do solo e a soprar nas suas narinas o fôlego de vida, e o homem veio a ser uma alma vivente.” Note que o próprio homem era a alma; a alma não era imaterial, separada e distinta do corpo. “A alma que pecar — ela é que morrerá.” (Eze. 18:4, 20) E fala-se de uma pessoa morta como “alma morta”. (Núm. 6:6) Na morte, “sai-lhe o espírito, ele volta ao seu solo; neste dia perecem deveras os seus pensamentos”. (Sal. 146:4) Portanto, quando alguém morre, a pessoa inteira está morta; não há nada que permaneça vivo e que possa passar para dentro de um outro corpo. (Para pormenores adicionais, veja os tópicos gerais “Alma” e “Morte”.)
Ecl. 3:19: “Há um evento conseqüente com respeito aos filhos da humanidade e um evento conseqüente com respeito ao animal, e há para eles o mesmo evento conseqüente. Como morre um, assim morre o outro.” (Como no caso dos humanos, nada sobrevive à morte de um animal. Não há nada que possa passar a renascer num outro corpo.)
Ecl. 9:10: “Tudo o que a tua mão achar para fazer, faze-o com o próprio poder que tens, pois não há trabalho, nem planejamento, nem conhecimento, nem sabedoria no Seol, o lugar para onde vais.” (Não é para dentro de um outro corpo, mas ao Seol, a sepultura comum da humanidade, que os mortos vão.)

16 de Setembro – Leitura da Bíblia: 2 Coríntios 1-7
Nº  1: 2 Coríntios 1:15 – 2:11
Nº 2: Que diferenças há entre reencarnação e a esperança que a Bíblia apresenta? ( rs p. 296 §§3-4)
Nº 3: O que alguém deve fazer para se refugiar no nome de Jeová? ( Sofonias 3:12)


Leitura da Bíblia: 2 Coríntios 1-7
 w08 15/7 p. 28 Destaques das cartas aos coríntios

‘CONTINUEM A SER REAJUSTADOS’
(2 Cor. 1:1–13:14)
Paulo disse aos coríntios que deviam ‘perdoar bondosamente e consolar’ certo transgressor arrependido que havia sido repreendido. Embora sua primeira carta os tivesse entristecido, Paulo expressou alegria porque eles foram “entristecidos até o arrependimento”. — 2 Cor. 2:6, 7; 7:8, 9.
‘Uma vez que eles eram abundantes em tudo’, Paulo incentivou os coríntios a ‘abundar em dádivas’. Depois de responder a opositores, ele deu este último conselho a todos: “Continuai a alegrar-vos, a ser reajustados, a ser consolados, a pensar em acordo, a viver pacificamente.” — 2 Cor. 8:7; 13:11.
Perguntas bíblicas respondidas:
2:15, 16  Em que sentido somos “cheiro fragrante de Cristo”? Isso se dá porque aderimos à Bíblia e participamos em divulgar sua mensagem. Embora esse “cheiro fragrante” possa ser repulsivo para indivíduos injustos, é uma suave fragrância para Jeová e para pessoas sinceras.
5:16  Como se que os cristãos ungidos ‘não conhecem mais a nenhum homem segundo a carne’? Eles não encaram as pessoas de modo carnal, isto é, mostrando favoritismo à base de riqueza, raça, origem étnica ou nacionalidade. O importante para eles é sua relação espiritual com os companheiros de crença.

 w08 15/7 p. 28 Destaques das cartas aos coríntios
Lições para nós:
3:5. Em princípio, esse versículo diz que Jeová adequadamente qualifica cristãos para o ministério por meio de sua Palavra, de seu espírito santo e da parte terrestre de sua organização. (João 16:7; 2 Tim. 3:16, 17) Faremos bem em estudar a Bíblia e as publicações bíblicas com diligência, persistir em pedir o espírito santo em oração e freqüentar as reuniões cristãs e participar nelas. — Sal. 1:1-3; Luc. 11:10-13; Heb. 10:24, 25.
4:16. Visto que Jeová renova ‘de dia em dia o homem que somos por dentro’, devemos aproveitar regularmente Suas provisões, não deixando passar um dia sem considerar assuntos espirituais.
4:17, 18. Lembrar-se de que a ‘tribulação é momentânea e leve’ pode nos ajudar a permanecer fiéis a Jeová durante períodos de aflição.
5:1-5. Com quanta beleza Paulo expressa os sentimentos que os cristãos ungidos têm para com a esperança de vida celestial!
*** si pp. 216-217 Livro bíblico número 47 2 Coríntios ***

POR QUE É PROVEITOSO
18 Quão estimulante e encorajador é o apreço que Paulo tem pelo ministério cristão, segundo expresso em Segunda Coríntios! Consideremo-lo como ele o considerou. O ministro cristão adequadamente habilitado por Deus não é vendedor ambulante da Palavra, mas serve com sinceridade. O que o recomenda não é algum documento escrito, mas os frutos que produz no ministério. Todavia, ao passo que o ministério é deveras glorioso, não é causa para ficar enfunado de orgulho. Os servos de Deus, como humanos imperfeitos, têm este tesouro de serviço em frágeis vasos de barro, para que o poder possa ser nitidamente visto como sendo de Deus. Portanto, isto requer deles humildade em aceitar o glorioso privilégio de serem ministros de Deus, e que benignidade imerecida da parte de Deus é servirem como “embaixadores, substituindo a Cristo”! Quão apropriada foi, assim, a exortação de Paulo de ‘não aceitarem a benignidade imerecida de Deus e desacertarem o propósito dela’! — 2:14-17; 3:1-5; 4:7; 5:18-20; 6:1.
19 Paulo proveu certamente esplêndido exemplo para os ministros cristãos copiarem. Uma razão é que dava valor às inspiradas Escrituras Hebraicas e as estudava, citando-as, fazendo alusão a elas e aplicando-as repetidas vezes. (2 Cor. 6:2, 16-18; 7:1; 8:15; 9:9; 13:1; Isa. 49:8; Lev. 26:12; Isa. 52:11; Eze. 20:41; 2 Sam. 7:14; Osé. 1:10) Outrossim, como superintendente, demonstrou profunda preocupação pelo rebanho, dizendo: “Da minha parte, de muito bom grado gastarei e serei completamente gasto em prol das vossas almas.” Gastou-se inteiramente em favor dos irmãos, segundo mostra claramente o relato. (2 Cor. 12:15; 6:3-10) Era incansável nas suas labutas, ao passo que ensinava, exortava e endireitava as coisas na congregação coríntia. Deu aviso explícito contra a associação com as trevas, dizendo aos coríntios: “Não vos ponhais em jugo desigual com incrédulos.” Por causa da sua preocupação amorosa pelos coríntios, não queria ver a mente deles corromper-se, “assim como a serpente seduziu Eva pela sua astúcia”, de modo que os admoestou vigorosamente: “Persisti em examinar se estais na fé, persisti em provar o que vós mesmos sois.” Ele os incentivou à generosidade cristã, mostrando-lhes que “Deus ama o dador animado”, e ele próprio expressou os mais apreciativos agradecimentos a Deus pelo Seu indescritível dom gratuito. Deveras, seus irmãos em Corinto estavam inscritos, pelo amor, na tábua carnal do coração de Paulo, e seu ilimitado serviço pelos interesses deles era tudo o que devia marcar um zeloso e vigilante superintendente. Que modelo notável para nós hoje! — 6:14; 11:3; 13:5; 9:7, 15; 3:2.
20 O apóstolo Paulo dirige a nossa mente na direção certa, para “o Pai de ternas misericórdias e o Deus de todo o consolo” como a verdadeira fonte de força em tempo de prova. É ele quem “nos consola em toda a nossa tribulação”, para que perseveremos para a salvação no seu novo mundo. Paulo aponta também para a gloriosa esperança quanto a “um edifício da parte de Deus, uma casa não feita por mãos, eterna, nos céus”, e diz: “Conseqüentemente, se alguém estiver em união com Cristo, ele é uma nova criação; as coisas antigas passaram, eis que novas coisas vieram à existência.” Segunda Coríntios contém realmente palavras maravilhosas de garantia para aqueles que, como Paulo, herdarão o Reino celestial. — 1:3, 4; 5:1, 17.

Nº 2: Que diferenças há entre reencarnação e a esperança que a Bíblia apresenta? ( rs p. 296 §§3-4)

Reencarnação: Segundo esta crença, quando alguém morre, a alma, o “verdadeiro ego”, passa para uma existência melhor, se o indivíduo fez o bem e levou uma vida correta, mas possivelmente passará a existir como animal, se os seus antecedentes foram antes maus do que bons. Acredita-se que cada renascimento traz o indivíduo de volta a este mesmo sistema de coisas, onde enfrentará sofrimento adicional e por fim a morte. Os ciclos de renascimento são considerados, a bem dizer, intermináveis. Será que é esse realmente o futuro que o aguarda? Alguns crêem que o único meio de escape é extinguir todo o desejo de coisas agradáveis aos sentidos. Para que é que escapam? Para aquilo que alguns descrevem como sendo uma vida inconsciente.
Bíblia: Segundo a Bíblia, a alma é a inteira pessoa. Mesmo que alguém tenha feito coisas más no passado, se se arrepender e mudar sua conduta, Jeová Deus lhe perdoará. (Sal. 103:12, 13) Quando a pessoa morre, nada sobrevive. A morte é como um sono profundo sem sonhos. Haverá uma ressurreição dos mortos. Não se trata de reencarnação, mas de trazer de volta à vida a mesma personalidade. (Atos 24:15) Para a maioria das pessoas, a ressurreição será para vida na terra. Ela se dará depois de Deus pôr fim ao atual sistema iníquo. A doença, o sofrimento, até mesmo a necessidade de morrer, se tornarão coisas do passado. (Dan. 2:44; Rev. 21:3, 4) Parece-lhe tal esperança algo sobre o qual gostaria de aprender mais, de examinar as razões para nela confiar?

Nº 3: O que alguém deve fazer para se refugiar no nome de Jeová? ( Sofonias 3:12)

 w11 15/1 pp. 3-7 ‘Refugie-se no nome de Jeová’
‘Refugie-se no nome de Jeová’
“Hei de deixar remanescer . . . um povo humilde e de condição humilde, e eles realmente se refugiarão no nome de Jeová.” — Sofonias 3:12.
JÁ TEVE alguma vez que se refugiar debaixo de uma ponte por causa de um forte temporal ou uma chuva de granizo? Uma ponte talvez seja uma boa proteção no caso de um temporal ou uma chuva de granizo, mas provavelmente não protegeria contra um tornado ou furacão.
2 Aproxima-se um tipo de temporal diferente — que ameaça a própria existência da raça humana. Trata-se de um simbólico “dia de tempestade”. Esse “grande dia de Jeová” afetará toda a humanidade. Mas é possível encontrar o necessário refúgio. (Leia Sofonias 1:14-18.) Como encontrar esse refúgio no iminente “dia da fúria de Jeová”?
Dias de tempestade nos tempos bíblicos
3 O dia de Jeová começará com a destruição de todos os sistemas de religião falsa existentes na Terra. Quanto a como encontrar refúgio, podemos buscar a resposta na história do povo de Deus no passado. Isaías, que viveu no oitavo século AEC, comparou a condenação de Jeová contra o apóstata reino de dez tribos de Israel a um “temporal trovejante” que o povo não poderia impedir. (Leia Isaías 28:1, 2.) Essa profecia cumpriu-se em 740 AEC quando a Assíria invadiu a terra dessas tribos, sendo Efraim a mais destacada das dez.
4 A condenação do infiel Israel foi seguida, em 607 AEC, por um “grande dia de Jeová” contra Jerusalém e o reino de Judá. Isso aconteceu porque o povo de Judá também se tornara apóstata. Os babilônios, comandados por Nabucodonosor, ameaçaram Judá e sua capital, Jerusalém. Os judeus haviam buscado ajuda no “refúgio da mentira”, isto é, sua aliança política com o Egito. Não obstante, como uma devastadora saraiva, os babilônios arrasaram esse “refúgio”. — Isa. 28:14, 17.
5 O grande dia de Jeová que atingiu Jerusalém foi um prenúncio da execução do julgamento que a apóstata cristandade sofrerá nos nossos dias. Também, as outras partes de “Babilônia, a Grande”, o império mundial da religião falsa, serão destruídas. Depois será aniquilado o que sobrar do perverso mundo de Satanás. Mas o povo de Deus como grupo sobreviverá porque está se refugiando em Jeová. — Rev. 7:14; 18:2, 8; 19:19-21.
Refúgio espiritual e literal
6 Como o povo de Deus pode refugiar-se agora neste tempo do fim? Encontramos refúgio espiritual por ‘pensar no nome de Deus’ com devoção e prestar a Jeová um serviço zeloso. (Leia Malaquias 3:16-18.) Entendemos, porém, que é preciso fazer mais do que apenas pensar no nome de Deus. Lemos: “Todo aquele que invocar o nome de Jeová será salvo.” (Rom. 10:13) Existe uma relação entre invocar o nome de Jeová e a resultante salvação por parte dele. E muitas pessoas sinceras veem a diferença entre os cristãos verdadeiros, que ‘pensam no nome de Deus’ com reverência — e servem como Suas testemunhas —, e os dentre a humanidade que não o servem.
7 Ainda assim, a salvação ao nosso alcance não se limita a encontrar um refúgio espiritual. Promete-se a salvação literal para o povo de Deus. Há uma indicação disso no que ocorreu em 66 EC, depois que um destacamento militar romano comandado por Céstio Galo atacou Jerusalém. Jesus predissera que os dias daquela tribulação seriam “abreviados”. (Mat. 24:15, 16, 21, 22) Isso aconteceu quando as forças romanas inesperadamente abandonaram o cerco à cidade, o que permitiu que alguma “carne”, a saber, cristãos verdadeiros, fosse “salva”. Esses cristãos puderam fugir da cidade e de suas cercanias. Alguns cruzaram o Jordão e refugiaram-se nas montanhas no lado leste desse rio.
8 Podemos traçar um paralelo entre aqueles cristãos e o povo de Deus hoje. No passado, os cristãos do primeiro século buscaram refúgio, e os atuais servos de Deus farão o mesmo. No entanto, desta vez isso não significará uma fuga literal para um lugar específico, pois os cristãos verdadeiros encontram-se ao redor do globo. Ainda assim, como povo, os “escolhidos” e seus leais companheiros sobreviverão literalmente ao fim da apóstata cristandade por se refugiarem em Jeová e em sua organização comparável a uma montanha.
9 Uma das razões pelas quais a cristandade merece a futura destruição é sua contribuição para o analfabetismo espiritual, comum entre os frequentadores de igreja, além de seu evidente ódio ao nome de Deus. Na Idade Média, o nome de Deus era razoavelmente bem conhecido na Europa. Esse nome, representado por quatro letras hebraicas chamadas de Tetragrama e em geral transliterado YHWH (ou JHVH), aparecia em moedas, em fachadas de casas, em muitos livros e Bíblias e até mesmo em algumas igrejas católicas e protestantes. No entanto, a tendência em tempos recentes tem sido excluir o nome de Deus das traduções da Bíblia e de outros usos. Uma indicação disso é a Carta às Conferências Episcopais sobre ‘O Nome de Deus’, de 29 de junho de 2008, da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos. Nessa Carta, a Igreja Católica Romana instruiu que o Tetragrama em suas variadas traduções devia ser substituído por “Senhor”. A diretriz do Vaticano é que o nome de Deus não deve ser usado nem pronunciado em hinos e orações nos cultos católicos. E os líderes de outras religiões, da cristandade e de fora dela, também têm ocultado a identidade do Deus verdadeiro a milhões e milhões de adoradores.
Proteção para os que santificam o nome de Deus
10 Em nítido contraste com o que fazem outras religiões, as Testemunhas de Jeová honram e glorificam o nome divino. Elas o santificam por usá-lo de modo digno. Jeová se agrada dos que confiam nele, e ele se torna o que for preciso para abençoar e proteger seu povo. “Ele tem conhecimento dos que procuram refugiar-se nele.” — Naum 1:7; Atos 15:14.
11 Embora a maioria no antigo reino de Judá tivesse se tornado apóstata, havia alguns que ‘se refugiavam no nome de Jeová’. (Leia Sofonias 3:12, 13.) Realmente, quando Deus puniu o infiel Judá, permitindo que os babilônios conquistassem o país e levassem seus habitantes como cativos, alguns, como Jeremias, Baruque e Ebede-Meleque, foram poupados. Eles haviam vivido ‘no meio’ de uma nação apóstata. Outros permaneceram fiéis no exílio. Em 539 AEC, os medos e persas comandados por Ciro conquistaram Babilônia. Ciro logo baixou um decreto permitindo que um restante judaico voltasse para a sua terra.
12 A respeito dos que participariam nessa restauração da adoração verdadeira, Sofonias predisse que Jeová os salvaria e se alegraria por causa deles. (Leia Sofonias 3:14-17.) Tem sido assim também nos nossos dias. Depois que o Reino de Deus foi estabelecido no céu, Jeová libertou o fiel restante de ungidos do cativeiro espiritual na simbólica Babilônia, a Grande. E até hoje ele se alegra por causa deles.
13 Aqueles que têm a esperança de viver para sempre na Terra também saíram de Babilônia, a Grande, e estão espiritualmente livres de ensinos religiosos falsos. (Rev. 18:4) Assim, Sofonias 2:3 se cumpre em especial nos nossos dias: “Procurai a Jeová, todos os mansos da terra.” Atualmente, pessoas mansas de todas as nações, quer prezem a esperança celestial, quer a terrestre, estão se refugiando no nome de Jeová.
O nome de Deus não é um talismã
14 Alguns israelitas encaravam o templo como talismã que os protegeria contra inimigos. (Jer. 7:1-4) Anteriormente, os israelitas encaravam a arca do pacto como amuleto que os protegeria em batalha. (1 Sam. 4:3, 10, 11) Constantino, o Grande, pintou as letras gregas Chi-Rô, as primeiras duas letras do título “Cristo” em grego, nos escudos dos seus soldados na esperança de protegê-los na batalha. E considera-se que o Rei Gustavo Adolfo II da Suécia, que lutou na Guerra dos Trinta Anos, tenha usado a armadura ilustrada na página 7. Note que o nome Iehova aparece com destaque no peitoral.
15 Alguns do povo de Deus que foram atacados por demônios se refugiaram em Jeová por invocar o Seu nome em voz alta. Ainda assim, nenhum objeto com a inscrição do nome de Deus deve ser considerado um talismã ou usado como amuleto na vida diária, como se tivesse algum poder mágico de proteção. Não é isso o que significa refugiar-se no nome de Jeová.
Como refugiar-se hoje
16 Atualmente, nosso refúgio se relaciona com a segurança espiritual do povo de Deus como um todo. (Sal. 91:1) Por meio do “escravo fiel e discreto” e dos anciãos na congregação, recebemos alertas sobre tendências mundanas que podem pôr em risco essa segurança. (Mat. 24:45-47; Isa. 32:1, 2) Pense em quantas vezes já fomos alertados a respeito do materialismo, e considere como esses alertas nos têm protegido da calamidade espiritual. E que dizer do perigo de desenvolver uma atitude despreocupada, que poderia nos levar à inatividade no serviço de Jeová? A Palavra de Deus diz: “A despreocupação dos estúpidos é o que os destruirá. Quanto àquele que me escuta, residirá em segurança e estará despreocupado do pavor da calamidade.” (Pro. 1:32, 33) Esforçar-se em preservar a pureza moral também nos ajuda a manter nossa segurança espiritual.
17 Pense, também, no incentivo do escravo fiel para acatarmos a ordem de Jesus de pregar as boas novas do Reino em toda a Terra. (Mat. 24:14; 28:19, 20) Sofonias mencionou uma transformação que ajudaria as pessoas a se refugiarem no nome de Deus. Lemos: “Então darei aos povos a transformação para uma língua pura, para que todos eles invoquem o nome de Jeová, a fim de servi-lo ombro a ombro.” — Sof. 3:9.
18 O que é essa língua pura? É a verdade a respeito de Jeová Deus e seus propósitos, apresentada na sua Palavra inspirada. Em certo sentido, você usa essa língua quando transmite a outros o entendimento correto sobre o Reino de Deus, e como este Reino santificará o nome divino. E também quando você destaca a vindicação da soberania de Deus e fala com alegria sobre as bênçãos eternas em reserva para os humanos fiéis. Como resultado do grande número dos que falam essa língua simbólica, cada vez mais pessoas ‘invocam o nome de Jeová’ e ‘o servem ombro a ombro’. De fato, milhões ao redor do mundo estão se refugiando em Jeová. — Sal. 1:1, 3.
19 As pessoas no mundo têm de lidar com problemas aparentemente insolúveis. Muitas delas, desesperadas para resolver seus problemas, recorrem a humanos imperfeitos. Ou esperam soluções da parte de instituições políticas, assim como o Israel antigo às vezes buscava apoio nas nações vizinhas, fazendo alianças com elas. Mas você sabe que isso não ajudou Israel. E nenhum Estado político hoje, nem a Organização das Nações Unidas, resolverá plenamente os problemas da humanidade. Assim, por que considerar instituições políticas e alianças como refúgio? A Bíblia as chama profeticamente de “refúgio da mentira”. Você pode corretamente encará-las como tal, pois todas as pessoas que depositam nelas a sua esperança sofrerão um enorme desapontamento. — Leia Isaías 28:15, 17.
20 Em breve a simbólica saraiva do dia de Jeová atingirá a Terra. Esquemas humanos não conseguirão dar proteção, nem o farão abrigos nucleares ou riqueza. Isaías 28:17 destaca: “A saraiva terá de arrasar o refúgio da mentira e as águas é que levarão de enxurrada o próprio esconderijo.”
21 Tanto agora como durante esse acontecimento futuro, a verdadeira segurança para o povo de Deus tem a ver com o seu Deus, Jeová. O nome Sofonias, que significa “Jeová Escondeu”, aponta para essa verdadeira fonte de esconderijo. Apropriadamente, temos como texto do ano para 2011 este sábio conselho: ‘Refugie-se no nome de Jeová.’ (Sof. 3:12) Mesmo agora podemos e devemos nos refugiar no nome de Jeová, confiando nele sem reservas. (Sal. 9:10) Lembremo-nos todos os dias desta garantia inspirada: “O nome de Jeová é uma torre forte. O justo corre para dentro dela e recebe proteção.” — Pro. 18:10.

23 de Setembro – Leitura da Bíblia: 2 Coríntios 8-13
Nº  1: 2 Coríntios 10: 1-18
Nº 2: Se alguém disser: “Eu creio na reencarnação.” (rs p. 297 §§1-3)
Nº 3:Como devemos entender 1 Coríntios 10:13?


Leitura da Bíblia: 2 Coríntios 8-13
 w08 15/7 p. 28 Destaques das cartas aos coríntios

Perguntas bíblicas respondidas:
11:1, 16; 12:11  Será que Paulo estava sendo desarrazoado com os coríntios? Não. Mas alguns talvez o achassem jactancioso e desarrazoado por causa do que ele foi obrigado a dizer em defesa de seu apostolado.
12:1-4  Quem “foi arrebatado para o paraíso”? Visto que a Bíblia não fala de nenhuma outra pessoa como tendo recebido essa visão, e que essas palavras foram ditas depois da defesa que Paulo fez de seu apostolado, é provável que ele estivesse relatando sua própria experiência. O que o apóstolo observou na visão provavelmente foi o paraíso espiritual que a congregação cristã desfruta no “tempo do fim”. — Dan. 12:4.
Lições para nós:
10:13. Como regra geral, a menos que tenha sido feito um arranjo específico para ajudarmos onde a necessidade é maior, devemos trabalhar apenas no território designado à nossa congregação.
13:5. Para ‘examinar se estamos na fé’, temos de examinar nossa conduta à luz do que aprendemos da Bíblia. A fim de ‘provar o que nós mesmos somos’ é preciso avaliar o nível de nossa espiritualidade, incluindo o grau de eficiência de nossas “faculdades perceptivas” e o quanto participamos em obras de fé. (Heb. 5:14; Tia. 1:22-25) Por aplicarmos os bons conselhos de Paulo podemos prosseguir andando no caminho da verdade.

Nº 2: Se alguém disser: “Eu creio na reencarnação.” (rs p. 297 §§1-3)

Poderá responder: ‘Espera que eventualmente resulte numa vida melhor, é isso? . . . Diga-me, gostaria de viver num mundo como o que está descrito aqui em Revelação 21:1-5?’
Ou poderá dizer: ‘Obrigado(a) por me dizer isso. Posso fazer-lhe uma pergunta: Sempre acreditou nisso? . . . O que fez com que abandonasse as suas crenças anteriores?’ (Daí, poderá talvez usar as idéias sob o tópico na página 296.)
Outra possibilidade: ‘Tenho gostado de conversar com outras pessoas que têm essa crença. Posso perguntar-lhe: Por que acha que há necessidade de reencarnação?’ Daí, talvez possa acrescentar: (1) ‘Lembra-se de todos os pormenores de vidas anteriores que acredita ter tido? . . . Mas isso seria necessário para a pessoa corrigir seus erros anteriores e tornar-se pessoa melhor, não acha?’ (2) Se a pessoa diz que é bom o fato de esquecermos, poderá perguntar: ‘Acha vantagem a pessoa ter no seu cotidiano uma memória fraca? Daí, se a cada 70 anos, mais ou menos, esquecêssemos tudo o que aprendemos, seríamos ajudados a melhorar nossa situação?’ (3) Se a pessoa disser que só as pessoas melhores é que nascem de novo como humanos, poderá perguntar: ‘Por que, então, as condições do mundo têm continuado a piorar? . . . A Bíblia mostra como se dará a verdadeira melhora em nossos dias. (Dan. 2:44)’


Nº 3:Como devemos entender 1 Coríntios 10:13?

 w10 15/11 pp. 27-28 Jeová é nosso Soberano Senhor!
É possível ser íntegro!
16 Temos condições de apoiar a soberania de Jeová e ser íntegros, pois o apóstolo Paulo escreveu: “Não vos tomou nenhuma tentação exceto a que é comum aos homens. Mas Deus é fiel, e ele não deixará que sejais tentados além daquilo que podeis aguentar, mas, junto com a tentação, ele proverá também a saída, a fim de que a possais aguentar.” (1 Cor. 10:13) Qual é a origem da tentação mencionada por Paulo, e como Deus nos ‘provê a saída’?
17 Conforme exemplificado pelas experiências de Israel no ermo, a “tentação” vem por meio de circunstâncias que podem nos induzir a violar a lei de Deus. (Leia 1 Coríntios 10:6-10.) Os israelitas podiam ter resistido à tentação, mas eles desejaram “coisas prejudiciais” quando Jeová milagrosamente lhes forneceu um suprimento de codornizes para um mês. Embora o povo houvesse ficado sem carne por um bom tempo, Deus lhes fornecera suficiente maná para comer. Mas eles cederam à tentação da extrema ganância ao recolherem as codornizes. — Núm. 11:19, 20, 31-35.
18 Anteriormente, enquanto Moisés recebia a Lei no monte Sinai, os israelitas tornaram-se idólatras, envolvendo-se na adoração de bezerro e em prazeres sensuais. A ausência de seu líder visível fez com que a tentação fugisse ao controle. (Êxo. 32:1, 6) Pouco antes de entrar na Terra Prometida, milhares de israelitas foram seduzidos por mulheres moabitas, com as quais cometeram imoralidade sexual. Nessa ocasião, milhares de israelitas morreram por causa de seu pecado. (Núm. 25:1, 9) Às vezes, o povo de Israel cedia à tentação de se queixar rebeldemente, certa vez falando contra Moisés e contra o próprio Deus. (Núm. 21:5) O povo de Israel até mesmo murmurou depois da destruição dos perversos Corá, Datã, Abirão e seus associados, achando erroneamente que a execução desses rebeldes fora injusta. Como resultado, 14.700 israelitas pereceram num flagelo da parte de Deus. — Núm. 16:41, 49.
19 Nenhuma das tentações mencionadas era tão forte que os israelitas não pudessem resistir. O povo cedeu à tentação porque perdeu a fé e esqueceu-se de Jeová, de seu amoroso cuidado e da retidão de Seus caminhos. Como no caso dos israelitas, as tentações que nós enfrentamos são comuns à experiência humana. Se fizermos o necessário esforço para resistir a elas e confiarmos no apoio de Deus, poderemos manter nossa integridade. Podemos confiar nisso porque “Deus é fiel” e não permite que sejamos ‘tentados além daquilo que podemos aguentar’. Jeová nunca nos deixa numa situação que torne humanamente impossível fazer a sua vontade. — Sal. 94:14.
20 Jeová provê “a saída” por nos fortalecer para resistir às tentações. Por exemplo, perseguidores talvez nos sujeitem a maus-tratos físicos para nos fazer renunciar à fé. Esse tratamento talvez nos tente a transigir a fim de evitar mais espancamentos e tortura, ou possivelmente a morte. Com base na inspirada garantia de Paulo em 1 Coríntios 10:13, porém, sabemos que a situação que produz a tentação é apenas temporária. Jeová não permitirá que chegue a um ponto em que seja impossível permanecer fiel a ele. Deus pode fortalecer nossa fé e nos dar a força espiritual necessária para mantermos a integridade.
21 Jeová nos sustenta por meio de seu espírito santo. Esse espírito também nos faz recordar pensamentos bíblicos de que precisamos para resistir à tentação. (João 14:26) Assim, não somos induzidos a seguir um proceder errado. Por exemplo, nós entendemos as questões inter-relacionadas da soberania de Jeová e da integridade humana. Com esse conhecimento, muitos foram sustentados por Deus para permanecer fiéis até a morte. Mas “a saída” para eles não foi a morte; foi a ajuda de Jeová que possibilitou perseverarem até o fim sem cederem à tentação. Ele pode fazer o mesmo por nós. De fato, ele também usa seus anjos fiéis em nosso favor como servos públicos “enviados para ministrar aos que hão de herdar a salvação”. (Heb. 1:14) Como mostra o próximo artigo, apenas os íntegros podem esperar ter o alegre privilégio de apoiar a soberania de Deus para sempre. Podemos estar entre esses se nos apegarmos a Jeová como Soberano Senhor.

30 de Setembro – Leitura da Bíblia: Galátas 1-6
Nº  1: Gálatas 1:18 – 2:10
Nº 2: Por que existem tantas religiões? ( rs p. 306 § 2 – p. 307 § 3)
Nº 3: Por que Jeová é digno de ser adorado? ( Revelação 4:11)


Leitura da Bíblia: Galátas 1-6
w08 15/8 pp. 26-27 Destaques das cartas aos gálatas, efésios, filipenses e colossenses

Perguntas bíblicas respondidas:
3:16-18, 28, 29  O pacto abraâmico ainda é válido? Sim. O pacto da Lei foi um acréscimo e não uma substituição do pacto de Deus com Abraão. Portanto, o pacto abraâmico continuou valendo depois que a Lei foi ‘abolida’. (Efé. 2:15) Suas promessas foram repassadas para o verdadeiro “descendente” de Abraão — Cristo Jesus, que é o descendente primário, e aos que ‘pertencem a Cristo’.
6:2  O que é “a lei do Cristo”? Essa lei engloba tudo que Jesus ensinou e ordenou. Inclui especialmente o mandamento de ‘amar uns aos outros’. — João 13:34.
6:8  De que modo ‘semeamos visando o espírito’? Fazemos isso por viver de um modo que permita que o espírito de Deus atue livremente em nós. Semear visando o espírito envolve a participação plena em atividades que promovam o fluxo do espírito.
Lições para nós:
1:6-9. Os anciãos cristãos precisam agir de imediato quando surgem problemas na congregação. Usando raciocínio lógico e as Escrituras, poderão refutar rapidamente raciocínios falsos.
2:20. O resgate é uma dádiva de Deus para nós. Devemos aprender a encará-lo assim. — João 3:16.
5:7-9. Más companhias podem nos ‘impedir de persistir em obedecer à verdade’. Seremos sábios se as evitarmos.
6:1, 2, 5. Os que têm “qualificações espirituais” podem nos ajudar a carregar um fardo, como, por exemplo, alguma dificuldade ou um peso resultante de se ter dado, sem perceber, um passo em falso. Mas, quando se trata de levar a carga de nossas responsabilidades espirituais, nós mesmos temos de levá-la.


 si pp. 218-220 pars. 5-18 Livro bíblico número 48 Gálatas
5 Que fatos provam a autenticidade e a canonicidade de Gálatas? Esta carta é mencionada por nome nos escritos de Irineu, de Clemente de Alexandria, de Tertuliano e de Orígenes. Além disso, está incluída nos seguintes manuscritos importantes da Bíblia: Sinaítico, Alexandrino, Vaticano N.° 1209, Códice Ephraemi Syri rescriptus, Códice Bezae e Papiro Chester Beatty N.° 2 (P46). Outrossim, está em plena harmonia com os demais escritos da Escritura Grega e também com as Escrituras Hebraicas, às quais faz freqüentes referências.
6 Na poderosa e enérgica carta de Paulo “às congregações da Galácia”, ele prova (1) que é verdadeiro apóstolo (fato este que os judaizantes procuraram desacreditar) e (2) que a justificação é pela fé em Cristo Jesus, não pelas obras da Lei, e que, portanto, a circuncisão é desnecessária para os cristãos. Embora fosse costume de Paulo fazer que um secretário escrevesse as suas epístolas, ele próprio escreveu aos gálatas em ‘grandes letras, com a sua própria mão’. (6:11) O conteúdo do livro era de máxima importância, tanto para Paulo como para os gálatas. O livro sublinha o apreço pela liberdade que os verdadeiros cristãos têm por intermédio de Jesus Cristo.
CONTEÚDO DE GÁLATAS
7 Paulo defende seu apostolado (1:1-2:14). Depois de cumprimentar as congregações na Galácia, Paulo se admira de que são levadas tão rapidamente para outra sorte de boas novas, e declara firmemente: “Mesmo que nós ou um anjo do céu vos declarássemos como boas novas algo além daquilo que vos declaramos como boas novas, seja amaldiçoado.” As boas novas que Paulo declarou não são coisas humanas, tampouco lhe foram ensinadas “exceto por intermédio duma revelação de Jesus Cristo”. Outrora, como zeloso expoente do judaísmo, Paulo perseguira a congregação de Deus, mas, depois, Deus o chamou por meio de Sua benignidade imerecida para que declarasse às nações as boas novas a respeito de seu Filho. Não foi senão três anos depois de sua conversão que subiu a Jerusalém e, nessa ocasião, dos apóstolos, viu apenas a Pedro, bem como a Tiago, irmão do Senhor. Não era pessoalmente conhecido nas congregações da Judéia, embora estas tivessem ouvido a respeito dele e ‘começassem a glorificar a Deus’ por causa dele. — 1:8, 12, 24.
8 Depois de 14 anos, Paulo subiu outra vez a Jerusalém e explicou em particular as boas novas que pregava. Não se exigiu sequer que seu companheiro Tito, embora grego, fosse circuncidado. Quando Tiago, Cefas e João viram que a Paulo haviam sido confiadas as boas novas para os incircuncisos, assim como haviam sido confiadas a Pedro as boas novas para os circuncisos, deram a Paulo e a Barnabé a mão direita da parceria, para que fossem às nações, ao passo que eles próprios foram aos circuncisos. Quando Cefas chegou a Antioquia e não andou direito “segundo a verdade das boas novas”, por medo da classe dos circuncisos, Paulo o repreendeu perante todos. — 2:14.
9 Declarados justos pela fé, não pela lei (2:15-3:29). Nós, judeus, sabemos, argumenta Paulo, “que o homem é declarado justo, não devido a obras da lei, mas apenas por intermédio da fé para com Cristo Jesus”. Ele vive agora em união com Cristo e está vivo mediante a fé, para fazer a vontade de Deus. “Se a justiça é por intermédio da lei, Cristo realmente morreu em vão.” — 2:16, 21.
10 São os gálatas tão insensatos para crer que, tendo começado a receber o espírito em virtude da fé, podem terminar servindo a Deus mediante as obras da Lei? É o ouvir pela fé que conta, como no caso de Abraão, que “depositou fé em Jeová, e isso lhe foi contado como justiça”. Agora, segundo a promessa de Deus, “os que aderem à fé são abençoados junto com o fiel Abraão”. Foram livrados da maldição da Lei pela morte de Cristo na estaca. Cristo é a Semente de Abraão, e a Lei, dada 430 anos mais tarde, não abole a promessa concernente a essa Semente. Qual era, então, o objetivo da Lei? Era “o nosso tutor, conduzindo a Cristo, para que fôssemos declarados justos devido à fé”. Não mais estamos sob o tutor, tampouco há agora distinção alguma entre judeu e grego, pois todos são um em união com Cristo Jesus, e são “realmente descendente [semente] de Abraão, herdeiros com referência a uma promessa”. — 3:6, 9, 24, 29.
11 Ficar firme na liberdade cristã (4:1-6:18). Deus enviou seu Filho para libertar os que estavam debaixo da Lei, para que ‘recebessem a adoção como filhos’. (4:5) Portanto, por que retornar à escravidão das coisas elementares, fracas e mesquinhas? Visto que os gálatas observam agora dias, meses, épocas e anos, Paulo teme que o seu trabalho para com eles tenha sido desperdiçado. Na sua primeira visita a eles, receberam a Paulo como um anjo de Deus. Tornou-se agora inimigo deles porque lhes diz a verdade? Que os que desejam estar debaixo da Lei ouçam o que diz a Lei: Abraão adquiriu dois filhos por meio de duas mulheres. Uma das mulheres, a serva Agar, corresponde à nação do Israel carnal, ligada a Jeová mediante o pacto da Lei mosaica, pacto este que produz filhos para a escravidão. Mas a mulher livre, que é Sara, corresponde à Jerusalém de cima, que, diz Paulo, “é livre, e ela é nossa mãe”. “O que diz a Escritura?”, pergunta Paulo. O seguinte: “De modo algum será o filho da serva herdeiro junto com o filho da livre.” E nós somos filhos, não da serva, “mas da livre”. — 4:30, 31.
12 Circuncisão ou não-circuncisão nada significam, explica Paulo, mas o que conta é a fé que opera pelo amor. A Lei inteira se cumpre na expressão: “Tens de amar o teu próximo como a ti mesmo.” Continuem a andar por espírito, pois “se estais sendo conduzidos por espírito, não estais debaixo de lei”. Quanto às obras da carne, Paulo avisa de antemão “que os que praticam tais coisas não herdarão o reino de Deus”. Em nítido contraste, descreve os frutos do espírito, contra os quais não há lei, e acrescenta: “Se estamos vivendo por espírito, continuemos também a andar ordeiramente por espírito”, e a pôr de lado o egotismo e a inveja. — 5:14, 18, 21, 25.
13 Se um homem der um passo em falso antes de se aperceber disto, os que são espiritualmente habilitados devem procurar restaurá-lo “num espírito de brandura”. Os cristãos cumprem a lei de Cristo, levando os fardos uns dos outros, mas cada um deve levar a sua própria carga, provando o que a sua própria obra é. A pessoa colherá segundo aquilo que semear; da carne colherá a corrupção, do espírito, a vida eterna. Só os que procuram agradar a homens e evitar a perseguição é que querem que os gálatas sejam circuncidados. A coisa de interesse vital não é a circuncisão nem a incircuncisão, mas uma nova criação. A paz e a misericórdia estarão sobre os que andam ordeiramente segundo esta regra de conduta, sim, sobre “o Israel de Deus”. — 6:1, 16.

POR QUE É PROVEITOSO
14 A carta aos gálatas revela Paulo como o devastador perseguidor que se tornou o zeloso apóstolo junto às nações, sempre pronto para defender os interesses de seus irmãos. (1:13-16, 23; 5:7-12) Paulo mostrou pelo exemplo que um superintendente deve agir rapidamente para cuidar de problemas, reprimindo os falsos raciocínios mediante a lógica e as Escrituras. — 1:6-9; 3:1-6.
15 A carta foi proveitosa para as congregações da Galácia em estabelecer claramente a sua liberdade em Cristo e em desacreditar os pervertedores das boas novas. Demonstrou de modo explícito que a pessoa é declarada justa mediante a fé, e que a circuncisão não mais é necessária para se ganhar a salvação. (2:16; 3:8; 5:6) Por eliminar tais distinções carnais, ela permitiu unificar judeus e gentios numa só congregação. Esta libertação da Lei não tinha por objetivo induzir a pessoa aos desejos da carne, pois ainda permanecia o princípio: “Tens de amar o teu próximo como a ti mesmo.” Ele continua a guiar os cristãos hoje. — 5:14.
16 A carta de Paulo ajudou os gálatas em muitos pontos doutrinais, recorrendo às Escrituras Hebraicas para fazer poderosas ilustrações. Deu a interpretação inspirada de Isaías 54:1-6, identificando a mulher de Jeová com “a Jerusalém de cima”. Explicou o “drama simbólico” de Agar e Sara, mostrando que os herdeiros das promessas de Deus são os que Cristo libertou, e não os que permanecem na escravidão à Lei. (Gál. 4:21-26; Gên. 16:1-4, 15; 21:1-3, 8-13) Explicou claramente que o pacto da Lei não anulou o pacto abraâmico, mas foi um acréscimo a ele. Indicou também que o espaço de tempo entre os dois pactos foi de 430 anos, o que é importante na cronologia da Bíblia. (Gál. 3:17, 18, 23, 24) A escrita destas coisas foi preservada para a edificação da fé cristã hoje.
17 O mais importante é que Gálatas identifica inequivocamente a Semente do Reino, aguardada por todos os profetas. “Ora, as promessas foram feitas a Abraão e a seu descendente [semente] . . . que é Cristo”. Revela que os que se tornam filhos de Deus, mediante a fé em Cristo Jesus, são adotados como parte desta semente. “Se pertenceis a Cristo, sois realmente descendente [semente] de Abraão, herdeiros com referência a uma promessa.” (3:16, 29) A excelente admoestação dada em Gálatas deve ser seguida por estes herdeiros do Reino e pelos que labutam junto com eles: ‘Fiquem firmes na liberdade para a qual Cristo os libertou!’ ‘Não desistam de fazer aquilo que é excelente, pois ceifaremos na época devida, se não desfalecermos.’ ‘Façam o que é bom, especialmente para com os aparentados conosco na fé.’ — 5:1; 6:9, 10.
18 Por fim, há o poderoso aviso de que os que praticam as obras da carne “não herdarão o reino de Deus”. Que todos, então, se desviem por completo da imundície e das contendas do mundo e fixem o coração inteiramente em produzir os frutos do espírito, que são “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, brandura, autodomínio”. — 5:19-23

Nº 2: Por que existem tantas religiões? ( rs p. 306 § 2 – p. 307 § 3)

Segundo recente cálculo, concluiu-se que há 10 religiões principais e aproximadamente 10.000 seitas. Destas, umas 6.000 existem na África, 1.200 nos Estados Unidos e centenas em outros países.
Muitos fatores contribuíram para o desenvolvimento de novos grupos religiosos. Há quem diga que as várias religiões representam todas elas modos diferentes de apresentar a verdade religiosa. Mas, uma comparação de seus ensinamentos e de suas práticas com a Bíblia indica, ao contrário, que a diversidade de religiões se deve ao fato de que as pessoas passaram a seguir homens em vez de escutarem a Deus. É digno de nota que, em grande parte, os ensinamentos que têm em comum, mas que diferem da Bíblia, se originaram na antiga Babilônia. (Veja as páginas 55, 56, sob o tópico “Babilônia, a Grande”.)
Quem é o instigador de tal confusão religiosa? A Bíblia identifica Satanás, o Diabo, como “o deus deste sistema de coisas”. (2 Cor. 4:4) Ela nos adverte que “as coisas sacrificadas pelas nações, elas sacrificam a demônios, e não a Deus”. (1 Cor. 10:20) Quão sumamente importante é, pois, certificar-nos de que estejamos realmente adorando o verdadeiro Deus, o Criador do céu e da terra, e de que a nossa adoração agrade a ele!
São todas as religiões aceitáveis a Deus?
Juí. 10:6, 7: “Os filhos de Israel passaram novamente a fazer o que era mau aos olhos de Jeová, e começaram a servir aos Baalins e às imagens de Astorete, e aos deuses da Síria, e aos deuses de Sídon, e aos deuses de Moabe, e aos deuses dos filhos de Amom, e aos deuses dos filisteus. Assim abandonaram a Jeová e não o serviram. Nisso se acendeu a ira de Jeová contra Israel.” (Se uma pessoa adora qualquer coisa ou pessoa que seja a não ser o verdadeiro Deus, o Criador do céu e da terra, é evidente que sua forma de adoração não é aceitável a Jeová.)
Mar. 7:6, 7: “Ele [Jesus] lhes disse [aos fariseus e escribas judeus]: ‘Isaías profetizou aptamente a respeito de vós, hipócritas, como está escrito: “Este povo honra-me com os lábios, os seus corações, porém, estão longe de mim. É em vão que persistem em adorar-me, porque ensinam por doutrinas os mandados de homens.”’” (Quem quer que seja que um grupo de pessoas professe adorar, se tais se apegam a doutrinas de homens em vez de à Palavra inspirada de Deus, a adoração que praticam é vã.)
Rom. 10:2, 3: “Eu lhes dou testemunho de que têm zelo de Deus, mas não segundo o conhecimento exato; pois, por não conhecerem a justiça de Deus, mas buscarem estabelecer a sua própria, não se sujeitaram à justiça de Deus.” (As pessoas talvez tenham a Palavra escrita de Deus, mas lhes falta conhecimento exato daquilo que está contido nela, porque não foram ensinadas adequadamente. Talvez achem que têm zelo por Deus, mas talvez não estejam fazendo o que ele requer. Tal adoração não agradará a Deus, não é verdade?)

Nº 3: Por que Jeová é digno de ser adorado? ( Revelação 4:11)

 w08 1/12 p. 31 Um Criador que é digno do nosso louvor
Achegue-se a Deus
Um Criador que é digno do nosso louvor
VOCÊ já se perguntou: ‘Qual é o significado da vida?’ Os que acreditam que a vida é o resultado da evolução irracional não conseguem achar a resposta. Mas isso não acontece com aqueles que aceitam a verdade bem estabelecida de que Jeová Deus é a Fonte da vida. (Salmo 36:9) Essas pessoas sabem que ele tinha um propósito ao nos criar. Esse propósito é declarado em Revelação 4:11. Vamos ver como essas palavras, escritas pelo apóstolo João, explicam por que estamos aqui.
João apresenta um coro celestial louvando a Deus: “Digno és, Jeová, sim, nosso Deus, de receber a glória, e a honra, e o poder, porque criaste todas as coisas e porque elas existiram e foram criadas por tua vontade.” Apenas Jeová é digno dessa homenagem, ou a merece. Por quê? Porque ele ‘criou todas as coisas’. Então, o que as suas criaturas inteligentes devem ser motivadas a fazer?
O texto diz que Jeová é digno de “receber” glória, honra e poder. Sem dúvida, ele é a Pessoa mais gloriosa, honrosa e poderosa do Universo. No entanto, a maioria da humanidade não o reconhece como o Criador. Mesmo assim, existem aqueles que conseguem ver claramente as “qualidades invisíveis” de Deus nas coisas que ele criou. (Romanos 1:20) Com o coração cheio de gratidão, elas são movidas a dar a Jeová glória e honra. Declaram a todos os que lhes ouvem a impressionante evidência de que Jeová é aquele que criou todas as coisas de forma maravilhosa e, portanto, merece nosso profundo respeito. — Salmo 19:1, 2; 139:14.
Mas como Jeová recebe poder dos seus adoradores? É claro que nenhuma criatura pode dar poder ao Criador todo-poderoso. (Isaías 40:25, 26) No entanto, sendo criados à imagem de Deus, recebemos certa medida das qualidades dele, uma sendo o poder. (Gênesis 1:27) Se realmente apreciamos o que o nosso Criador fez por nós, seremos motivados a usar nosso poder e energia para honrá-lo e glorificá-lo. Em vez de gastar nossas energias apenas para promover nossos próprios interesses, sentimos que Jeová Deus é digno de receber todo o nosso poder à medida que o servimos. — Marcos 12:30.
Então, por que estamos aqui? A última parte de Revelação 4:11 responde: “Porque elas [todas as coisas criadas] existiram e foram criadas por tua vontade.” Não viemos a existir pela nossa própria vontade, mas sim pela vontade de Deus. Por essa razão, uma vida que gira apenas em torno de interesses próprios é vazia e sem significado. Para encontrar paz interior, alegria, satisfação e contentamento, precisamos aprender a vontade de Deus e depois harmonizar nossa vida com essa vontade. Só então saberemos por que fomos criados e existimos. — Salmo 40:8.