Queridos
irmãos:
Agradeço
a Jeová porque pude escrever novamente para a Escola
do Ministério Teocrático de 2013.
Como
sabem, em certas partes de nosso País e do mundo, há irmãos que não têm tempo
suficiente para preparar todos os tópicos para acompanhar
cabalmente a Escola, este documento é feito especialmente para este
tipo de circunstâncias.
Espero possa ajuda-los, espero também que este seja um incentivo para que busquem aumentar sua espiritualidade, por pesquisar e meditar. Toda matéria aqui postada para EMT 2013 é retirada da Watchtower Library 2012 - da Associação Torre de Vigia de Bíblias e Tratados, onde o irmão pode pesquisar diretamente.
Com
meu amor cristão
NMLima.
Escola do Ministerio Teocratico 2013
6 de maio
Leitura da Bıblia: Joao 1-4
N.° 1: Joao 3:22-36
N.° 2: Oque “andar por espırito” realmente
significa?
(Gal. 5:16)
N.° 3: Como a morte de Jesus Cristo foi
diferente da de outros quese tornaram martires? (rs p. 318 §§ 1-4)
Leitura da Bıblia: Joao
1-4
*** w08 15/4 p. 30 Destaques do livro de João ***
A Palavra de Jeová É Viva
Destaques do livro de João
JOÃO — ‘o discípulo a quem Jesus
amava’ — foi o último a escrever um relato inspirado da vida e do
ministério de Cristo. (João 21:20) Escrito por volta de 98 EC, o Evangelho
de João quase não repete nada do que se encontra nos outros três Evangelhos.
Ao escrever esse Evangelho, o apóstolo João
tinha um objetivo definido. Ele disse a respeito dos acontecimentos que registrou:
“Estes foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e
que, por crerdes, tenhais vida por meio do seu nome.” (João 20:31) Realmente,
sua mensagem é de grande valor para nós. — Heb. 4:12.
*** w08 15/4 p. 30 Destaques do livro de João ***
Perguntas bíblicas respondidas:
1:35, 40 — Quem, além de André, era o discípulo que estava parado com João Batista? O
narrador sempre se referiu a João Batista como “João”, e nunca se identificou
por nome em seu Evangelho. Portanto, esse discípulo cujo nome não foi
mencionado evidentemente era o evangelista João.
2:20 — Que templo “foi construído em quarenta e seis anos”? Os
judeus se referiam à reconstrução do templo de Zorobabel pelo Rei Herodes, da
Judéia. Segundo o historiador Josefo, essa obra começou no 18.° ano do
reinado de Herodes, ou 18/17 AEC. O santuário do templo e outros
edifícios principais foram construídos em oito anos. No entanto, a obra no
complexo do templo prolongou-se até depois da Páscoa de 30 EC, quando os
judeus disseram que havia levado 46 anos para reconstruí-lo.
Lições para nós:
2:4. Jesus estava indicando a Maria que
ele, como Filho ungido de Deus batizado, devia seguir as orientações de seu Pai
celestial. Embora estivesse apenas no início de seu ministério, Jesus se
apercebia da hora, ou do tempo, para o trabalho que lhe fora designado,
incluindo a sua morte sacrificial. Nem mesmo um membro achegado da família,
como Maria, poderia interferir na sua decisão de fazer a vontade divina.
Devemos servir a Jeová Deus com igual determinação.
3:1-9. O exemplo de Nicodemos, um
governante dos judeus, nos ensina duas lições. A primeira é que Nicodemos
tinha humildade, perspicácia e consciência de sua necessidade espiritual,
reconhecendo o filho dum humilde carpinteiro como instrutor enviado por Deus.
A humildade é necessária para os cristãos verdadeiros hoje. A segunda
é que Nicodemos se refreou de tornar-se discípulo enquanto Jesus esteve na
Terra. Isso talvez tenha acontecido por ter medo do homem, receio de perder sua
posição no Sinédrio ou amor às riquezas. Podemos aprender disso uma lição
valiosa: não devemos permitir que inclinações assim nos refreiem de ‘apanhar
nossa estaca de tortura e seguir continuamente a Jesus’. — Luc. 9:23.
4:23, 24. Para que a nossa adoração seja
aceitável a Deus, ela tem de estar em harmonia com a verdade revelada na Bíblia
e ser guiada pelo espírito santo.
*** si p. 194 par. 3 Livro bíblico número 43 — João ***
3 Os
cristãos do princípio do segundo século aceitavam João como o escritor desta
narrativa e também consideravam a sua escrita qual parte inquestionável do
cânon das Escrituras inspiradas. Clemente de Alexandria, Irineu, Tertuliano e
Orígenes, todos do fim do segundo e do princípio do terceiro século, testificam
que João é o escritor. Ademais, encontra-se no próprio livro muita evidência
interna de que João foi o escritor. Obviamente o escritor era judeu e estava
bem familiarizado com os costumes judeus e com o seu país. (2:6; 4:5; 5:2;
10:22, 23) A própria intimidade do relato indica que ele era não só
apóstolo, mas um do círculo íntimo de três — Pedro, Tiago e João
— que acompanhavam Jesus em ocasiões especiais. (Mat. 17:1; Mar. 5:37;
14:33) Dentre estes, Tiago (filho de Zebedeu) é eliminado, porque foi
martirizado por Herodes Agripa I, por volta do ano 44 EC, muito antes de o
livro ser escrito. (Atos 12:2) Pedro é eliminado, visto ser mencionado junto
com o escritor, em João 21:20-24.
*** si pp. 198-199 Livro bíblico número 43 — João ***
POR QUE É PROVEITOSO
30 Poderoso
em sua franqueza e convincente em sua descrição íntima e acalentadora da
Palavra, que se tornou o Cristo, as boas novas “segundo João” dão-nos uma visão
de perto desse Filho ungido de Deus, em palavra e em ação. Embora o estilo e o
vocabulário de João sejam simples, identificando-o como um homem ‘indouto e
comum’, há um poder enorme em sua expressão. (Atos 4:13) Seu Evangelho atinge
as mais sublimes alturas ao dar a conhecer o amor íntimo entre o Pai e o Filho,
bem como a amorosa e abençoada relação encontrada entre os que estão em união
com eles. João usa as palavras “amor” e derivados do verbo amar mais vezes que
os outros três Evangelhos juntos.
31 No
princípio, que gloriosa relação existia entre a Palavra e Deus, o Pai! Graças à
providência de Deus, “a Palavra se tornou carne e residiu entre nós, e
observamos a sua glória, uma glória tal como a de um filho unigênito dum pai; e
ele estava cheio de benignidade imerecida e de verdade”. (João 1:14) Daí, em
todo o relato de João, Jesus enfatiza sua relação como sendo de sujeição em
inquestionável obediência à vontade do Pai. (4:34; 5:19, 30; 7:16;
10:29, 30; 11:41, 42; 12:27, 49, 50; 14:10) A sua expressão
dessa íntima relação atinge seu glorioso clímax na comovente oração, registrada
em João, capítulo 17, onde Jesus relata a seu Pai que terminou a obra que Ele
lhe deu para fazer na terra, e acrescenta: “De modo que agora, Pai,
glorifica-me junto de ti com a glória que eu tive junto de ti antes de haver o
mundo.” — 17:5.
32 Que
dizer da relação de Jesus com seus discípulos? O papel de Jesus como canal
exclusivo, por meio do qual as bênçãos de Deus são estendidas a esses e a toda
a humanidade, é continuamente mantido em evidência. (14:13, 14; 15:16;
16:23, 24) Ele é mencionado como “o Cordeiro de Deus”, “o pão da vida”, “a
luz do mundo”, “o pastor excelente”, “a ressurreição e a vida”, “o caminho, e a
verdade, e a vida”, e “a verdadeira videira”. (1:29; 6:35; 8:12; 10:11; 11:25;
14:6; 15:1) É nesta ilustração, da “verdadeira videira”, que Jesus dá a
conhecer a maravilhosa união que existe, não apenas entre os seus verdadeiros
seguidores e ele, mas também com o Pai. Por dar muito fruto, eles glorificarão
a seu Pai. “Assim como o Pai me tem amado e eu vos tenho amado, permanecei no
meu amor”, aconselha Jesus. — 15:9.
33 Daí,
quão fervorosamente ele ora a Jeová para que todos esses amados, e também
‘aqueles que depositam fé nele por intermédio da palavra deles’, possam ser um
com o seu Pai e com ele, sendo santificados pela palavra da verdade! Deveras, o
inteiro propósito do ministério de Jesus é maravilhosamente expresso nas
palavras finais de sua oração a seu Pai: “Eu lhes tenho dado a conhecer o teu
nome e o hei de dar a conhecer, a fim de que o amor com que me amaste esteja
neles e eu em união com eles.” — 17:20, 26.
34 Embora
Jesus estivesse deixando seus discípulos no mundo, ele não iria deixá-los sem
um ajudador, “o espírito da verdade”. Ademais, ele lhes deu conselho oportuno
quanto à sua relação com o mundo, mostrando-lhes como sair vitoriosos quais
“filhos da luz”. (14:16, 17; 3:19-21; 12:36) “Se permanecerdes na minha
palavra, sois realmente meus discípulos”, diz Jesus, “e conhecereis a verdade,
e a verdade vos libertará”. Em contraste, ele disse aos filhos da escuridão:
“Vós sois de vosso pai, o Diabo, e quereis fazer os desejos de vosso pai.
. . . [Ele] não permaneceu firme na verdade, porque não há nele
verdade.” Sejamos, pois, determinados a sempre permanecer firmes na verdade,
sim, a ‘adorar o Pai com espírito e verdade’, e a derivar força das palavras de
Jesus: “Coragem! eu venci o mundo.” — 8:31, 32, 44; 4:23; 16:33.
35 Tudo
isso também tem relação com o Reino de Deus. Jesus testificou quando em
julgamento: “Meu reino não faz parte deste mundo. Se o meu reino fizesse parte
deste mundo, meus assistentes teriam lutado para que eu não fosse entregue aos
judeus. Mas, assim como é, o meu reino não é desta fonte.” Daí, em resposta à
pergunta de Pilatos, ele disse: “Tu mesmo estás dizendo que eu sou rei. Para
isso nasci e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo
aquele que está do lado da verdade escuta a minha voz.” (18:36, 37) São
felizes, de fato, os que ouvem e que ‘nascem de novo’ para “entrar no reino de
Deus”, em união com o Rei. Felizes são as “outras ovelhas” que escutam a voz
desse Pastor-Rei e ganham a vida. Há, deveras, causa para gratidão pela
provisão do Evangelho de João, pois foi escrito “para que creiais que Jesus é o
Cristo, o Filho de Deus, e que, por crerdes, tenhais vida por meio do seu
nome”. — 3:3, 5; 10:16; 20:31.
N.° 1: Joao 3:22-36
N.° 2: Oque “andar por espırito” realmente
significa?
(Gal. 5:16)
*** w10 15/3 pp. 15-18 pars. 3-17 Ande por
espírito e viva à altura de sua dedicação ***
3 O
batismo em água é um passo que os cristãos verdadeiros dão em símbolo de sua
dedicação incondicional a Jeová Deus. É assim no caso dos que recebem a chamada
celestial. Mas o batismo em água é também um passo necessário para milhões de
homens e mulheres nos tempos modernos que têm agora a esperança de viver para
sempre na Terra. Independentemente da esperança da pessoa, ser batizado em água
em nome do Pai, do Filho e do espírito santo é um passo necessário para que ela
seja aceitável a Deus. De todos os cristãos assim batizados se espera que
‘persistam em andar por espírito’. (Leia Gálatas 5:16.) Você está andando por espírito e, portanto, vivendo à
altura de sua dedicação?
O que significa “andar por espírito”
4 “Andar
por espírito” envolve aceitar a ação do espírito santo sobre você, permitindo
que ele o influencie. Em outras palavras, significa ser governado pelo espírito
santo nas suas atividades diárias. Gálatas, capítulo 5, fala do contraste
entre ser influenciado pelo espírito santo e ser influenciado pela carne.
— Leia Gálatas 5:17, 18.
5 Se
está sob a influência do espírito santo, você procura refrear-se das obras da
carne. Entre essas a “fornicação, impureza, conduta desenfreada, idolatria,
prática de espiritismo, inimizades, rixa, ciúme, acessos de ira, contendas,
divisões, seitas, invejas, bebedeiras, festanças”. (Gál. 5:19-21) Em certo sentido,
‘pelo espírito você entrega à morte as práticas do corpo’. (Rom. 8:5, 13)
Isso o ajuda a fixar a mente nas coisas do espírito e a cooperar com suas
indicações, em vez de se deixar controlar por desejos carnais.
6 Com
a operação do espírito santo, você manifesta qualidades piedosas, ‘o fruto
do espírito’. (Gál. 5:22, 23) Mas sabe que isso exige esforço de sua parte.
Para ilustrar: um lavrador cultiva a terra. Sol e água sem dúvida são
necessários; sem esses, ele não vai colher nada. Podemos comparar o espírito
santo ao sol. Ele é necessário para manifestarmos o fruto do espírito. Mas o
que seria produzido sem o trabalho árduo do lavrador? (Pro. 10:4) Sim, a
maneira de você cultivar o solo de seu coração influi na qualidade e quantidade
do fruto do espírito que age em você. Portanto, pergunte-se: ‘Estou permitindo
que o espírito santo produza seu fruto por cooperar com ele?’
7 Para
uma boa colheita, é preciso também que o lavrador regue a plantação. Para
cultivar o fruto do espírito, você precisa das águas da verdade da Bíblia,
disponíveis por meio da atual congregação cristã. (Isa. 55:1) Você com certeza
já falou a muitos que as Escrituras Sagradas são um produto do espírito santo.
(2 Tim. 3:16) Também, a classe do escravo fiel e discreto provê o muito
necessário entendimento das águas puras da verdade bíblica. (Mat. 24:45-47) A
dedução é clara: para sermos influenciados pelo espírito santo, temos de ler a
Palavra de Deus e meditar nela. Se faz isso, você imita o excelente exemplo dos
profetas que fizeram “diligente indagação e cuidadosa pesquisa” das informações
recebidas. É digno de nota que até mesmo os anjos têm grande interesse nas
verdades espirituais a respeito do Descendente prometido e da ungida
congregação cristã. — Leia 1 Pedro 1:10-12.
Influenciados pelo espírito — como?
8 Não
se trata de apenas estudar as Escrituras e meditar nelas. É preciso persistir
em pedir a ajuda e a orientação de Jeová. Ele pode “fazer mais do que
superabundantemente além de todas as coisas que peçamos ou concebamos”. (Efé.
3:20; Luc. 11:13) Mas como você responderia se alguém perguntasse: “Por que
continuar a pedir se Deus sabe ‘de que coisas necessitamos antes de lhe
pedirmos’?” (Mat. 6:8) Por um lado, orar pedindo espírito santo indica que você
confia em Jeová. Por exemplo, se uma pessoa lhe pedisse ajuda, você sem dúvida
faria tudo para ajudá-la, pois esse pedido prova que ela confia em você. (Note
Provérbios 3:27.) Do mesmo modo, Jeová se alegra quando você lhe pede seu
espírito, e ele o dá. — Pro. 15:8.
9 É
fácil ver que outra maneira de se colocar sob a influência do espírito de Deus
envolve as nossas reuniões, assembléias e congressos. Esforçar-se em sempre
comparecer e prestar atenção ao programa é muito importante. Isso nos ajuda a
entender “as coisas profundas de Deus”. (1 Cor. 2:10) É proveitoso
também comentar regularmente. Pense nas reuniões a que você assistiu nas
últimas quatro semanas. Quantas vezes levantou a mão para responder a uma
pergunta ou fazer uma expressão de fé? Acha que há margem para melhora nesse
campo? Em caso afirmativo, decida o que vai fazer nas semanas à frente. Jeová
verá sua disposição de participar e proverá seu espírito, que lhe ajudará a se
beneficiar ainda mais das reuniões a que você assiste.
10 Andar
por espírito inclui aceitar o convite que lemos em Revelação 22:17:
“O espírito e a noiva estão dizendo: ‘Vem!’ E quem ouve diga: ‘Vem!’ E
quem tem sede venha; quem quiser tome de graça a água da vida.” O espírito, que
opera por meio da ungida classe da noiva, está fazendo esse convite a respeito
da água da vida. Se você aceitou o convite para ‘vir’, está decidido a fazer
esse mesmo convite a outros? Que privilégio é participar nessa obra que salva
vidas!
11 Essa
obra vital está sendo realizada sob a direção do espírito santo. Lemos sobre como
no primeiro século o espírito santo estava envolvido na abertura de novos
territórios para missionários. O apóstolo Paulo e seus companheiros foram
“proibidos pelo espírito santo de falar a palavra dentro do distrito da Ásia”;
também não receberam permissão de ir à Bitínia. Não sabemos exatamente como o
espírito os impediu de ir a tais lugares, mas é óbvio que o espírito impeliu
Paulo a ir ao vasto campo da Europa. Ele recebeu uma visão de um macedônio
pedindo ajuda. — Atos 16:6-10.
12 Hoje,
o espírito de Jeová também está dirigindo a pregação mundial. Não se usam
visões milagrosas para dar orientações; em vez disso, Jeová guia os ungidos por
meio de espírito santo. E o espírito motiva irmãos e irmãs a dar o seu máximo
na pregação e no ensino. Você sem dúvida participa nessa obra vital. Pode
aumentar sua alegria nessa emocionante atividade?
13 Você
pode submeter-se à direção do espírito santo aplicando as informações providas
para o povo de Deus. Veja o caso da jovem Mihoko, do Japão. Como pioneira recente,
ela achava que não sabia fazer revisitas nem captar o interesse dos moradores.
Por volta dessa época, o Nosso Ministério do Reino deu sugestões sobre como fazer breves revisitas. Daí
foi publicada a brochura Como Ter uma Vida Satisfatória, especialmente útil
no campo japonês. Mihoko aplicou as sugestões sobre o uso da brochura, em
especial para fazer breves revisitas. Logo ela estava iniciando estudos
bíblicos com pessoas que antes talvez não tivessem aceitado estudar. Ela diz:
“Eu tinha tantos estudos — 12 certa vez — que tive de colocar
alguns numa lista de espera!” Sem dúvida, andar por espírito e aplicar as
orientações dadas aos servos de Jeová poderá lhe render uma farta colheita.
Confie no espírito de Deus
14 Como
ministro ordenado, você tem um ministério a cumprir. (Rom. 10:14) Talvez não se
sinta plenamente qualificado para arcar com tal responsabilidade. Mas, como no
caso dos ungidos, é Deus quem habilita você. (Leia 2 Coríntios 3:5.) Você pode viver à altura de sua
dedicação por dar o seu melhor e confiar no espírito de Deus.
15 É
verdade que não é fácil para nós, humanos imperfeitos, viver à altura de nossa
dedicação ao nosso Deus perfeito, Jeová. Um agravante é que alguns de seus
antigos amigos talvez se intriguem com seu novo modo de vida e ‘falem de você
de modo ultrajante’. (1 Ped. 4:4) Mas não se esqueça de que você cultivou
novas amizades, as mais importantes sendo Jeová e Jesus Cristo. (Leia Tiago 2:21-23.)
É vital também procurar conhecer os irmãos na congregação local, que é parte da
“associação inteira dos irmãos” no mundo. (1 Ped. 2:17; Pro. 17:17)
Por meio de seu espírito, Jeová o ajudará a ter amigos que sempre exercerão uma
boa influência sobre você.
16 Mesmo
com o apoio de prestimosos amigos na congregação, você talvez ache difícil
lidar com os desafios diários. O que você precisa enfrentar talvez o deixe um
tanto perdido, como se estivesse num longo túnel de problemas. É em especial
nesses momentos que você deve pedir espírito santo a Jeová. “Quando estou
fraco”, escreveu o apóstolo Paulo, “então é que sou poderoso”. (Leia 2 Coríntios 4:7-10; 12:10.) Paulo sabia que o espírito de Deus pode contrabalançar
as fraquezas humanas, sejam quais forem. Assim, a força ativa de Deus pode
fortalecê-lo sempre que se sentir fraco e precisar de ajuda. Paulo escreveu que
ele podia ‘ter prazer em fraquezas’. Quando estava fraco é que sentia a
operação do espírito santo nele. Você pode sentir o mesmo. — Rom. 15:13.
17 Precisamos
do espírito de Deus para levar uma vida dedicada a ele. Imagine-se como
timoneiro de um barco a vela. Seu alvo é servir a Jeová para sempre. O espírito
santo é como o vento que você deseja aproveitar para chegar ao seu destino são
e salvo. Você não deseja ser impelido de um lado para outro pelo espírito do
mundo de Satanás. (1 Cor. 2:12) Você precisa identificar, por assim dizer,
o vento correto e usá-lo. Este é o espírito santo. Por meio da Bíblia e da
organização de Deus, dirigida pelo espírito, a força ativa de Deus o impelirá
na direção correta.
N.° 3: Como a morte de Jesus Cristo foi
diferente da de outros quese tornaram martires? (rs p. 318 §§ 1-4)
*** rs p. 318 Resgate ***
Como foi a morte de Jesus Cristo diferente da de outros que se tornaram mártires?
Jesus era um homem perfeito.
Nasceu sem ser maculado pelo pecado, e conservou essa perfeição por toda a sua
vida. “Ele não cometeu pecado.” Era “imaculado, separado dos pecadores”.
— 1 Ped. 2:22; Heb. 7:26.
Era o Filho sem igual de Deus. O próprio Deus atestou isso audivelmente desde os céus.
(Mat. 3:17; 17:5) Este Filho vivia antes no céu; por intermédio dele, Deus
trouxera à existência todas as outras pessoas e coisas criadas no inteiro
universo. Para executar a Sua vontade, Deus transferira miraculosamente a vida
desse Filho para o ventre de uma moça virgem, para que ele nascesse como
humano. Para sublinhar que se tornara realmente um humano, Jesus referia a si
mesmo como Filho do homem. — Col. 1:15-20; João 1:14; Luc. 5:24.
Ele não era impotente diante de seus executores.
Disse ele: “Entrego a minha alma . . . Ninguém a tirou de mim, mas eu
a entrego de minha própria iniciativa.” (João 10:17, 18) Recusou pedir
forças angélicas para intervirem em seu favor. (Mat. 26:53, 54) Embora se
permitisse a homens iníquos executar seus planos para que fosse morto, sua morte
foi verdadeiramente sacrificial.
Seu sangue derramado tem valor para prover livramento a outros. “O Filho do homem veio, não
para que se lhe ministrasse, mas para ministrar e dar a sua alma como resgate
em troca de muitos.” (Mar. 10:45) Portanto, sua morte foi muito mais do que um
martírio por recusar transigir nas suas crenças.
Veja também a página 87, sob o tópico
“Comemoração”.
13 de maio
Leitura da Bıblia: Joao
5-7
N.° 1: Joao
6:22-40
N.° 2: Por que era
necessario que o resgate fosse provido do
modo como foi?
(rs p. 318 § 6–p. 319 § 2)
N.° 3: Como podemos
aplicar o princıpio contido em Numeros15:37-40?
Leitura da Bıblia: Joao
5-7
*** w08 15/4 pp. 30-31 Destaques do livro de
João ***
5:14 — É a doença o resultado de se cometer pecados? Não
necessariamente. O homem que Jesus curou estava doente havia 38 anos
por causa da imperfeição herdada. (João 5:1-9) Jesus queria dizer o seguinte:
uma vez que esse homem havia recebido misericórdia, ele devia seguir o caminho
da salvação e não pecar deliberadamente para que não lhe acontecesse algo pior
do que a doença. Ele poderia se tornar culpado de cometer um pecado
imperdoável, merecendo a morte sem ressurreição. — Mat. 12:31, 32; Luc.
12:10; Heb. 10:26, 27.
5:24, 25 — Quem são os que ‘passam da morte para a vida’? Jesus
se refere àqueles que estão mortos espiritualmente, mas que, ao ouvirem suas
palavras, depositam fé nele e abandonam seu proceder pecaminoso. Eles ‘passam
da morte para a vida’ no sentido de que a condenação à morte que pesa sobre
eles é removida, e a eles é dada a esperança de vida eterna por causa de sua fé
em Deus. — 1 Ped. 4:3-6.
5:26; 6:53 — O que significa ter “vida em si mesmo”? Para
Jesus Cristo, isso significa receber de Deus duas capacidades específicas
— a de conceder aos humanos uma boa posição perante Jeová e o poder
de dar vida por ressuscitar os mortos. Para os seguidores de Jesus, ‘ter vida
em si mesmos’ significa alcançar a própria plenitude da vida. Cristãos ungidos
a obtêm quando são ressuscitados para a vida celestial. Os cristãos fiéis que
têm esperança terrestre só vão experimentar a própria plenitude da vida quando
tiverem passado pela prova final, que ocorrerá logo após o fim do Reinado
Milenar de Cristo. — 1 Cor. 15:52, 53; Rev. 20:5, 7-10.
6:64 — Será que Jesus sabia, desde o instante em que o escolheu, que Judas Iscariotes o trairia? Aparentemente
não. Contudo, em certa ocasião, em 32 EC, Jesus disse aos seus apóstolos:
“Um de vós é um caluniador.” É possível que, àquela altura, Jesus tenha
notado em Judas Iscariotes “o princípio”, ou início, de um proceder
errado. — João 6:66-71.
Lições para nós:
6:27. Trabalhar pelo “alimento que
permanece para a vida eterna” significa empenhar-nos em satisfazer nossas
necessidades espirituais. Isso nos dá felicidade. — Mat. 5:3.
6:44. Jeová se interessa por nós
individualmente. Ele nos atrai a seu Filho por alcançar a cada um de nós com a
obra de pregação e por nos ajudar, por meio de Seu espírito santo, a
compreender e aplicar verdades espirituais
N.° 1: Joao 6:22-40
N.° 2: Por que era necessario que o resgate
fosse provido do
modo como foi? (rs p. 318 § 6–p. 319 § 2)
*** rs p. 318 - p. 320 Resgate ***
Por que era necessário que o resgate fosse provido do modo
como foi, para que pudéssemos ter vida eterna?
Rom. 5:12: “Por intermédio de um só homem [Adão]
entrou o pecado no mundo, e a morte por intermédio do pecado, e assim a morte
se espalhou a todos os homens, porque todos tinham pecado.” (Não importa quão
corretamente vivamos, somos todos pecadores desde que nascemos. [Sal. 51:5] Não
há meio de obtermos por merecimento o direito de viver para sempre.)
Rom. 6:23: “O salário pago pelo pecado é a
morte.”
Sal. 49:6-9: “Aqueles que confiam nos seus meios
de subsistência e que se jactam da abundância das suas riquezas, nenhum deles
pode de modo algum remir até mesmo um irmão, nem dar a Deus um resgate por ele,
(e o preço de redenção da alma deles é tão precioso, que cessou por tempo
indefinido,) que ele ainda assim viva para sempre e não veja a cova.” (Nenhum
humano imperfeito pode prover os meios de livrar outro do pecado e da morte.
Seu dinheiro não pode comprar a vida eterna, e sua alma deposta na morte, sendo
de qualquer forma o salário que há de pagar, devido ao pecado, não tem valor
para livrar ninguém.)
Por que é que Deus não decretou simplesmente que,
embora Adão e Eva devessem morrer por causa de sua
rebelião, toda a descendência deles que obedecesse a
Deus poderia viver para sempre?
Porque Jeová “ama a justiça e o juízo”. (Sal.
33:5; Deut. 32:4; Jer. 9:24) Portanto, o modo como ele lidou com a situação
sustentou sua justiça, cumpriu as exigências da justiça absoluta e, ao mesmo
tempo, magnificou seu amor e sua misericórdia. Como se dá isso?
(1) Adão e Eva não procriaram filhos antes
de pecarem, de modo que nenhum deles nasceu perfeito. Toda a descendência de
Adão foi gerada no pecado, e o pecado conduz à morte. Se Jeová tivesse
simplesmente desconsiderado isso, teria negado suas próprias normas de justiça.
Deus não poderia fazer isso e tornar-se assim cúmplice da injustiça. Ele não se
esquivou dos requisitos da justiça absoluta; de modo que nenhuma criatura
inteligente pode legitimamente achar defeito nisto. — Rom. 3:21-26.
(2) Sem desconsiderar os requisitos da
justiça, como se poderia fazer provisão para livrar os descendentes de Adão que
demonstrassem obediência amorosa a Jeová? Se um humano perfeito morresse
sacrificialmente, a justiça poderia permitir que essa vida perfeita provesse a
cobertura dos pecados dos que com fé aceitassem essa provisão. Visto que o
pecado de um homem (de Adão) causara que a inteira família humana fosse
pecadora, o sangue derramado de outro humano perfeito (com efeito, um segundo
Adão), sendo de valor correspondente, pôde equilibrar a balança da justiça.
Visto Adão ser pecador deliberado, não pôde beneficiar-se; mas, já que a
penalidade que toda a humanidade tinha de pagar pelo pecado seria paga assim
por outra pessoa, a descendência de Adão podia ser libertada. Mas, não existia
tal humano perfeito. A humanidade jamais poderia cumprir as exigências da
justiça absoluta. Portanto, como expressão de maravilhoso amor e por elevado
preço pessoal, o próprio Jeová fez essa provisão. (1 Cor. 15:45;
1 Tim. 2:5, 6; João 3:16; Rom. 5:8) O Filho unigênito de Deus estava
disposto a fazer a sua parte. Deixando humildemente sua glória celestial e
tornando-se um humano perfeito, Jesus morreu em favor da humanidade.
— Fil. 2:7, 8.
Ilustração: Um chefe de família pode tornar-se criminoso e ser
condenado à morte. Seus filhos podem ficar sem recursos e irremediavelmente
endividados. Talvez seu bondoso avô intervenha em favor deles, fazendo provisão
por intermédio de um filho que vive com ele para que sejam pagas as dívidas e
se lhes abra a possibilidade de uma nova vida. Naturalmente, para que os filhos
se beneficiem, precisam aceitar o arranjo, e o avô talvez requeira,
razoavelmente, certas coisas como garantia de que os netos não imitarão o
proceder do pai.
N.° 3: Como podemos aplicar o princıpio
contido em Numeros15:37-40?
*** w11 15/7 pp. 12-14 Você seguirá a amorosa orientação de Jeová? ***
Não siga ‘seu coração e seus olhos’
9 A
segunda influência perigosa que analisaremos é de origem interna. Para
ilustrar: se você estivesse viajando para certo lugar, pensaria em dispensar o
mapa e simplesmente seguir seus impulsos — pegando qualquer estrada que
parecesse oferecer belas paisagens? É óbvio que ceder a tais impulsos o
impediria de atingir seu objetivo. Nesse respeito, veja outra das leis de Jeová
ao Israel antigo. Muitos hoje talvez achem difícil entender uma lei que mandava
colocar franjas e cordéis azuis nas roupas. (Leia Números 15:37-39.) Mas você vê a
importância dessa lei? Obedecê-la ajudou o povo de Deus a se manter diferente e
separado das nações pagãs ao seu redor. Isso era vital para ganhar e manter a
aprovação de Jeová. (Lev. 18:24, 25) No entanto, essa lei revela também
uma perigosa influência interna que pode nos desviar de nosso destino, a vida
eterna. Como assim?
10 Note
o que Jeová apresentou ao seu povo como motivo por trás dessa lei: “Não deveis
estar seguindo os vossos corações e os vossos olhos, os quais estais seguindo
em relações imorais.” Jeová conhece bem a natureza humana. Ele sabe muito bem
como é fácil o nosso coração, ou nosso íntimo, ser seduzido pelo que os nossos
olhos veem. De modo que a Bíblia nos alerta: “O coração é mais traiçoeiro
do que qualquer outra coisa e está desesperado. Quem o pode conhecer?” (Jer.
17:9) Consegue ver, então, como foi oportuno o alerta de Jeová aos israelitas? Ele
se apercebia de que eles tenderiam a olhar para os povos pagãos vizinhos e a
deixar-se seduzir pelo que vissem. Poderiam ser tentados a querer se parecer
com eles e, daí, a pensar, sentir e agir como eles. — Pro. 13:20.
11 Hoje
é ainda mais fácil que o nosso coração traiçoeiro seja seduzido pelos nossos
sentidos. Vivemos num mundo que favorece a satisfação dos desejos da carne.
Como então aplicar o princípio por trás de Números 15:39? Considere: digamos
que as pessoas na escola, no trabalho ou onde você mora estejam se vestindo de
modo cada vez mais provocante. Isso pode afetar você? Sente-se tentado a
‘seguir seu coração e seus olhos’ e, assim, ser seduzido pelo que vê? Daí, será
tentado a baixar seus próprios padrões e se vestir de maneira similar? — Rom.
12:1, 2.
12 Precisamos
com urgência cultivar autocontrole. Se os nossos olhos tendem a olhar para o
que não devem, lembremo-nos da firme decisão do fiel Jó, que fez o seguinte
pacto com os seus olhos: decididamente não mostrar interesse romântico por uma
mulher que não fosse sua esposa. (Jó 31:1) O Rei Davi também decidiu: “Não
porei diante dos meus olhos nenhuma coisa imprestável.” (Sal. 101:3)
Consideramos “coisa imprestável” tudo aquilo que pode prejudicar nossa
consciência e nossa relação com Jeová. Inclui qualquer tentação que agrade aos
olhos e ameace seduzir o coração a fazer o que é errado.
13 Por
outro lado, jamais desejaríamos nos tornar, em certo sentido, uma “coisa
imprestável” para outros, por lhes servir de tentação para fazer o que é errado.
Por isso, levamos a sério o conselho inspirado da Bíblia de nos vestir de modo
‘bem arrumado e modesto’. (1 Tim. 2:9) Não se pode definir que algo é
modesto simplesmente com base no nosso próprio critério. Temos de levar em
conta a consciência e a sensibilidade dos outros, colocando a paz mental e o
bem-estar deles acima de nossas preferências. (Rom. 15:1, 2)
A congregação cristã é abençoada com muitos milhares de jovens exemplares
nesse sentido. Eles nos dão muito orgulho por não ‘seguirem seu coração e seus
olhos’ e preferirem agradar a Jeová em tudo — até mesmo no modo de se
vestir.
Não vá atrás de “irrealidades”
14 Imagine
uma pessoa atravessando um grande deserto. O que aconteceria se ela se
desviasse da rota por causa de uma miragem? Ir atrás dessa ilusão poderia
custar-lhe a vida. Jeová conhece muito bem esse perigo. Veja um exemplo. Os
israelitas queriam ser como as nações vizinhas, que tinham reis humanos.
Desejar isso era um grande erro, pois significava rejeitar a Jeová como Rei.
Embora Jeová lhes permitisse ter um rei humano, ele fez com que seu profeta
Samuel os alertasse claramente do perigo de ir atrás de “irrealidades”. — Leia 1 Samuel 12:21.
15 Será
que aquelas pessoas achavam que um rei humano poderia ser, de alguma forma,
mais real e confiável do que Jeová? Se era isso o que pensavam, elas estavam
realmente indo atrás de uma irrealidade. E corriam o risco de ir atrás de
muitas outras ilusões satânicas. Reis humanos facilmente as conduziriam à
idolatria. Os idólatras cometem o erro de achar que certos objetos — como
deuses de madeira ou de pedra — são, de alguma maneira, mais reais e
confiáveis do que o Deus invisível, Jeová, que criou todas as coisas. Mas, como
disse o apóstolo Paulo, os ídolos ‘nada são’. (1 Cor. 8:4) Não podem ver,
ouvir, falar ou agir. Você poderia vê-los e tocar neles, mas, caso adorasse um
deles, certamente estaria indo atrás de uma irrealidade — uma ilusão que
só levaria ao desastre. — Sal. 115:4-8.
16 Satanás
ainda sabe muito bem como convencer pessoas a ir atrás de irrealidades. Por
exemplo, ele seduz muitos a buscar segurança nas coisas materiais. Dinheiro,
bens e bons empregos parecem oferecer vantagens. Mas que solução real os bens
materiais oferecem em caso de doença grave, colapso da economia ou desastre
natural? O que oferecem quando a pessoa sente um vazio interior, precisando de
um objetivo na vida, de orientações e de respostas para as mais importantes
perguntas a respeito da existência humana? Que solução podem oferecer diante da
morte? Recorrer a coisas materiais para preencher necessidades espirituais, nos
deixará desapontados. Bens materiais não salvam; são irrealidades. No fim das
contas, eles não podem nem mesmo prover plena segurança física, pois não têm
como prolongar indefinidamente a curta existência humana nem evitar as doenças
e a morte. (Pro. 23:4, 5) Quanto mais real, portanto, é nosso Deus,
Jeová! Apenas uma forte relação com ele pode nos dar verdadeira segurança. Que
bênção valiosa! Jamais o abandonemos por ir atrás de irrealidades.
17 Não
acha que é uma grande bênção ter a Jeová como Amigo e Guia na jornada da vida?
Acatar continuamente seus amorosos alertas contra três más influências
— a multidão, o nosso coração e as irrealidades — aumenta a
probabilidade de chegarmos ao nosso destino: a vida eterna. No próximo artigo
veremos mais três alertas de Jeová para nos ajudar a odiar e a evitar “toda
vereda falsa” que a tantos desencaminha. — Sal. 119:128.
Qual é sua resposta?
20 de maio
Leitura da Bıblia: Joao 8-11
N.° 1: Joao 8:12-30
N.° 2: Que medida devemos tomar para nos
proteger de falsosinstrutores?
(Rom.16:17; 2 Joao 9-11)
N.° 3: Por que Deus simplesmente nao
decretou que todos os que
obedecessem poderiam viver para sempre?
(rs p. 319 § 3–p. 320 § 1)
Leitura da Bıblia: Joao 8-11
*** w08 15/4 p. 31 Destaques do livro de João ***
11:33-36. Mostrar nossas emoções não é
sinal de fraqueza.
*** w90 15/3 pp. 24,25 Jóias do evangelho de
João ***
O Interesse de Jesus Pelas Pessoas
Junto a um poço, perto da cidade de Sicar, Jesus
falou a uma samaritana sobre a água simbólica que dá vida eterna. Quando seus
discípulos chegaram, “eles começaram a admirar-se, porque (Jesus] falava com
uma mulher”. (4:27) Por que reagiram assim? Bem, os Judeus detestavam os
samaritanos e não se relacionavam com eles. (4:9; 8:48) Era incomum
também um instrutor judeu falar em público com uma mulher. Mas o interesse
compassivo de Jesus pelas pessoas moveu-o a dar esse testemunho e, em resultado
disso, moradores da cidade “começaram a chegar-se a ele”. — 4:28-30.
O interesse de Jesus pelas pessoas moveu-o a
dizer: “Se alguém tiver sede, venha a mim e beba.” (7:37) Evidentemente, ele
fazia alusão a um costume acrescentado à Festividade das Barracas, de oito dias
de duração. Toda manhã, durante sete dias, um sacerdote tirava água do
reservatório de Siloé e despejava-a junto ao altar do templo. Dizia-se, entre
outras coisas, que isso representava o derramamento do espírito. A partir de
Pentecostes de 33 EC, o espírito de Deus impeliu os seguidores de Jesus a
levar águas vitalizadoras às pessoas em toda a terra. Só se pode ganhar vida
eterna da parte de Jeová, “a fonte de água viva”, mediante Cristo.
— Jeremias 2:13; Isaías 12:3; João 17:3.
O Pastor Excelente Se Importa!
O interesse de Jesus pelas pessoas fica evidente
no papel que desempenha qual Pastor Excelente que se importa com seus
seguidores semelhantes a ovelhas. Mesmo perto da morte, Jesus deu conselhos
amorosos a seus discípulos e orou em favor deles. (10:1-17:26) Dessemelhante
dum ladrão ou dum saqueador, ele entra no aprisco de ovelhas pela porta. (10:1-5) O
aprisco de ovelhas era um cercado dentro do qual elas eram mantidas para serem
protegidas durante a noite contra ladrões e predadores. Tinha muros de pedra, talvez
com o topo coberto com ramos espinhosos, e uma entrada guardada por um
porteiro.
Os rebanhos de diversos pastores talvez ficassem
no mesmo aprisco, mas as ovelhas respondiam apenas à voz do seu respectivo
pastor. Em seu livro Manners and Customs of Bible Lands (Hábitos e Costumes das Terras Bíblicas), Fred H.
Wight diz: “Quando é necessário separar diversos rebanhos de ovelhas, um pastor
após outro se levanta e grita: ‘Tahhoo! Tahhoo!’ ou faz uma chamada semelhante,
de sua escolha. As ovelhas levantam a cabeça e, após uma desordem geral, cada
uma passa a seguir o seu próprio pastor. Estão cabalmente familiarizadas com o
tom de voz do seu respectivo pastor. Estranhos muitas vezes fazem a mesma
chamada, mas suas tentativas de fazer as ovelhas segui-los sempre falham.” É
interessante o que Jesus disse: “Minhas ovelhas escutam a minha voz e eu as
conheço, e elas me seguem. E eu lhes dou vida eterna.” (10:27, 28) Tanto o “pequeno rebanho” quanto as “outras ovelhas”
respondem à voz de Jesus, seguem sua liderança e usufruem seu cuidado amoroso.
— Lucas 12:32; João
10:16.
*** w07 15/3 pp. 12-13 Veja a maravilhosa luz! ***
‘A verdade que nos liberta’
A luz da verdade que se encontra nas Escrituras
é maravilhosa, pois a Palavra de Deus responde a perguntas importantes que têm
intrigado a humanidade por milênios. Algumas dessas perguntas são: Por que
existimos? Qual é o objetivo da vida? Por que existe o mal? Há vida após a
morte? Jeová nos tem esclarecido por meio de maravilhosas verdades doutrinais.
Não deveríamos ficar profundamente gratos? Que nunca deixemos de dar valor
àquilo que aprendemos!
Jesus disse a seus discípulos: “Conhecereis a
verdade, e a verdade vos libertará.” (João
8:32) O sacrifício de resgate de Jesus
tornou possível ficarmos livres do pecado e da morte. Mas essas verdades
preciosas também nos libertam da ignorância e das incertezas de um mundo
envolto em escuridão. Meditar com apreço naquilo que aprendemos nos ajudará a
fortalecer nosso amor a Jeová e à sua Palavra.
N.° 1: João 8:12-30
N.° 2: Que medida devemos tomar para nos
proteger de falsos instrutores?
(Rom.16:17; 2
Joao 9-11)
*** w11 15/7 p. 16 pars. 6-7 Você acatará os claros alertas de Jeová? ***
6 Como
nos proteger dos falsos instrutores? Os conselhos da Bíblia sobre como lidar
com eles são claros. (Leia Romanos 16:17; 2 João 9-11.) “Que os eviteis”, diz a Palavra de Deus. Outras traduções
dizem “afastem-se deles” e ‘desviem-se deles’. Não há nada ambíguo nesses
conselhos inspirados. Suponha que um médico lhe recomendasse evitar o contato
com alguém infectado com uma mortífera doença contagiosa. Você entenderia as
palavras do médico e seguiria estritamente o seu conselho. Os apóstatas estão
mentalmente ‘doentes’ e tentam contaminar outros com os seus ensinos desleais.
(1 Tim. 6:3, 4, Bíblia Pastoral) Jeová, o Grande Médico, diz
que devemos evitar o contato com os apóstatas. Sabemos o que ele quer dizer,
mas estamos decididos a acatar seu alerta em todos os sentidos?
7 O
que está envolvido em evitar falsos instrutores? Nós não os recebemos em casa
nem os cumprimentamos. Não lemos as suas publicações, não assistimos às suas
apresentações na televisão, não acessamos os seus sites na internet nem adicionamos comentários aos
seus blogs. Por que
adotamos uma posição tão firme? Por causa do amor. Nós amamos o “Deus da
verdade”, de modo que não nos interessamos em ensinos distorcidos contrários às
verdades da Palavra de Deus. (Sal. 31:5; João 17:17) Além disso, nós amamos a
organização de Jeová, por meio da qual aprendemos coisas maravilhosas — como
o nome de Deus e seu significado, o Seu propósito para a Terra, a condição dos
mortos e a esperança da ressurreição. Você se lembra de como se sentiu quando
aprendeu essas e outras verdades preciosas? Por que, então, deixar-se
contaminar por alguém que tenta denegrir a organização por meio da qual você
aprendeu essas verdades? — João 6:66-69.
N.° 3: Por que Deus simplesmente nao
decretou que todos os que
obedecessem poderiam viver para sempre?
(rs p. 319 §
3–p. 320 § 1)
*** rs p. 319 - p. 320 Resgate ***
Por que é que Deus não decretou simplesmente que, embora Adão e Eva devessem morrer por causa de sua rebelião, toda a descendência deles que obedecesse a Deus poderia viver para sempre?
Porque Jeová “ama a justiça e o juízo”. (Sal.
33:5; Deut. 32:4; Jer. 9:24) Portanto, o modo como ele lidou com a situação
sustentou sua justiça, cumpriu as exigências da justiça absoluta e, ao mesmo
tempo, magnificou seu amor e sua misericórdia. Como se dá isso?
(1) Adão e Eva não procriaram filhos antes
de pecarem, de modo que nenhum deles nasceu perfeito. Toda a descendência de
Adão foi gerada no pecado, e o pecado conduz à morte. Se Jeová tivesse
simplesmente desconsiderado isso, teria negado suas próprias normas de justiça.
Deus não poderia fazer isso e tornar-se assim cúmplice da injustiça. Ele não se
esquivou dos requisitos da justiça absoluta; de modo que nenhuma criatura
inteligente pode legitimamente achar defeito nisto. — Rom. 3:21-26.
(2) Sem desconsiderar os requisitos da
justiça, como se poderia fazer provisão para livrar os descendentes de Adão que
demonstrassem obediência amorosa a Jeová? Se um humano perfeito morresse
sacrificialmente, a justiça poderia permitir que essa vida perfeita provesse a
cobertura dos pecados dos que com fé aceitassem essa provisão. Visto que o
pecado de um homem (de Adão) causara que a inteira família humana fosse
pecadora, o sangue derramado de outro humano perfeito (com efeito, um segundo
Adão), sendo de valor correspondente, pôde equilibrar a balança da justiça.
Visto Adão ser pecador deliberado, não pôde beneficiar-se; mas, já que a
penalidade que toda a humanidade tinha de pagar pelo pecado seria paga assim
por outra pessoa, a descendência de Adão podia ser libertada. Mas, não existia
tal humano perfeito. A humanidade jamais poderia cumprir as exigências da
justiça absoluta. Portanto, como expressão de maravilhoso amor e por elevado
preço pessoal, o próprio Jeová fez essa provisão. (1 Cor. 15:45;
1 Tim. 2:5, 6; João 3:16; Rom. 5:8) O Filho unigênito de Deus estava
disposto a fazer a sua parte. Deixando humildemente sua glória celestial e
tornando-se um humano perfeito, Jesus morreu em favor da humanidade.
— Fil. 2:7, 8.
Ilustração: Um chefe de família pode tornar-se criminoso e ser
condenado à morte. Seus filhos podem ficar sem recursos e irremediavelmente
endividados. Talvez seu bondoso avô intervenha em favor deles, fazendo provisão
por intermédio de um filho que vive com ele para que sejam pagas as dívidas e
se lhes abra a possibilidade de uma nova vida. Naturalmente, para que os filhos
se beneficiem, precisam aceitar o arranjo, e o avô talvez requeira,
razoavelmente, certas coisas como garantia de que os netos não imitarão o
proceder do pai.
27 de maio
Leitura da Bıblia: Joao 12-16
N.° 1: Joao 12:20-36
N.° 2: A quem se aplicou primeiro o merito
do sacrifıcio de Jesus,e com que objetivo?
(rs p. 320 §§ 2-3)
N.° 3: Por que e apropriado referir-se a
Jeova como ‘o Deus que dapaz’? (Rom.15:33)
Leitura da Bıblia: Joao 12-16
*** w08 15/4 p. 32 Destaques do livro de João ***
Perguntas bíblicas respondidas:
14:2 — Como Jesus iria “preparar um lugar” no céu para seus seguidores fiéis?
Isso envolveria Jesus validar o novo pacto por
comparecer perante Deus e apresentar-lhe o valor de seu sangue.
A preparação incluiria também a concessão de poder régio a Cristo, depois
do que começaria a ressurreição celestial de seus seguidores ungidos.
— 1 Tes. 4:14-17; Heb. 9:12, 24-28; 1 Ped. 1:19; Rev. 11:15.
14:16, 17; 16:7, 8, 13, 14 — Quando se refere ao ajudador, ou espírito da verdade, por que no texto grego são usados pronomes neutros em João 14:16, 17, ao passo que em João 16:7, 8, 13, 14 são usados pronomes masculinos?
O uso de pronomes masculinos não significa que
esteja envolvida uma pessoa. A razão disso é estritamente gramatical. No
idioma grego, no qual o Evangelho de João foi escrito, a palavra para
“ajudador” está no gênero masculino, mas o termo para “espírito” é neutro.
Quando registrou a declaração de Jesus, portanto, João usou o pronome masculino
“ele” ao se referir ao que o ajudador faria. O pronome neutro foi
empregado quando se fez referência ao que o espírito da verdade realizaria.
Lições para nós:
12:36. Para nos tornarmos “filhos da luz”,
ou portadores de luz, precisamos adquirir conhecimento exato da Palavra de
Deus, a Bíblia. Depois, devemos usar esse conhecimento para ajudar outros a
sair da escuridão espiritual e entrar na luz de Deus.
14:6. Só é possível obter a aprovação de
Deus por meio de Jesus Cristo. Somente se exercermos fé em Jesus e seguirmos
seu exemplo é que poderemos nos achegar a Jeová. — 1 Ped. 2:21.
14:15, 21, 23, 24; 15:10. A
obediência à vontade divina nos ajuda a permanecer no amor de Deus e de seu
Filho. — 1 João 5:3.
14:26; 16:13. O espírito santo de
Jeová atua como instrutor e recordador. Ele também opera para revelar verdades.
Portanto, pode nos ajudar a aumentar em conhecimento, sabedoria, perspicácia,
critério e raciocínio. Devemos, pois, persistir em oração, pedindo
especificamente esse espírito. — Luc. 11:5-13.
N.° 1: Joao 12:20-36
N.° 2: A quem se aplicou primeiro o merito
do sacrifıcio de Jesus,e com que objetivo?
(rs p. 320
§§ 2-3)
*** rs p. 320 - p. 321 Resgate ***
A quem se aplicou primeiro o mérito do sacrifício de Jesus, e com que objetivo?
Rom. 1:16: “[As] boas novas [a respeito de Jesus
Cristo e seu papel no propósito de Jeová] . . . são, de fato, o poder
de Deus para a salvação de todo aquele que tem fé, primeiro para o judeu, e
também para o grego.” (O convite de se beneficiar da provisão de salvação por
intermédio de Cristo foi estendido primeiro aos judeus, daí aos não-judeus.)
Efé. 1:11-14: “Em união com [Cristo] também
somos [os judeus, incluindo o apóstolo Paulo] designados herdeiros [Herdeiros
de quê? Do Reino celestial], . . . a fim de que servíssemos para o
louvor da sua glória, nós os que temos sido os primeiros a esperar no Cristo.
Mas vós também [cristãos tirados das nações gentias, como o eram muitos em
Éfeso] esperastes nele, depois de terdes ouvido a palavra da verdade, as boas
novas acerca da vossa salvação. Por meio dele, também, depois de terdes crido,
fostes selados com o prometido espírito santo, que é penhor antecipado da nossa
herança, com o propósito de livrar por meio dum resgate a propriedade do
próprio Deus, para o seu glorioso louvor.” (Essa herança, conforme indicada em
1 Pedro 1:4, está reservada nos céus. Revelação 14:1-4 indica que os que
participam dela são 144.000 em número. Junto com Cristo, estes servirão quais
reis e sacerdotes sobre a humanidade por 1.000 anos, durante os quais se cumprirá
o propósito de Deus para com a terra: que seja um paraíso povoado por
descendentes perfeitos do primeiro casal humano.)
N.° 3: Por que e apropriado referir-se a
Jeova como ‘o Deus que dapaz’? (Rom.15:33)
*** w81 1/6 pp. 13-14 pars. 5
- 8 “Não estejais ansiosos de coisa alguma” ***
5 No
entanto, os servos de Jeová têm ajuda divina para lidar com todas as suas
ansiedades — ajuda preciosa não usufruída por alguém que não tem
espiritualidade. (Veja Judas 17-21.) Jeová não somente é o “Deus de paz”,
mas felizmente, é também ‘o Deus que dá paz’. (Rom.
15:33) Nas Escrituras, “paz” significa muito mais do que apenas a
ausência de luta. Entre outras coisas, indica ‘bem-estar, felicidade,
prosperidade e o bem de toda espécie’. (Gên. 41:16, Almeida, rev e corr.; Mar. 5:34;
Luc. 1:79) Certamente, ter uma paz que abrange tanto deve contrabalançar ou
diminuir as ansiedades da vida.
6 Mas,
para conseguir e manter esta paz dada por Deus, precisa-se ter profundo amor a
Jeová e a sua Palavra. Isto envolve amar a Deus, guardar seus mandamentos, ter
fé no nome de seu Filho, Jesus Cristo, e mostrar amor aos outros. (1 João
3:19-24; 5:2-4) Naturalmente, para cumprirmos os mandamentos de Deus, temos de
conhecê-los. Isto requer que façamos do estudo das Escrituras nossa preocupação
diária. (Jos. 1:8) E, sem dúvida, ao passo que gastarmos mais tempo com a
Palavra de Jeová, teremos mais ‘anseio’ por ela. Isto, por sua vez, nos dará
maior paz de coração e mente. — 1 Ped. 2:1-3.
Pai Amoroso de Potentes Atos
7 Nosso
melhor conhecimento da Palavra de Deus nos achegará ainda mais ao Altíssimo,
desde que nos cheguemos a ele em humildade infantil e com o desejo de coração,
de obter “sabedoria de cima”. (Tia. 3:17, 18) Ficaremos impressionados com
o fato de Jeová ser “Deus misericordioso e clemente, vagaroso em irar-se e
abundante em benevolência e em verdade”. (Êxo. 34:6) Reconheceremos mais
plenamente que ele é ‘bom e está pronto a perdoar’. (Sal. 86:5) Visto
que somos imperfeitos e pecaminosos, vacilaremos no nosso caminho, mas temos
esta garantia: “Assim como o pai é misericordioso para com os seus filhos,
Jeová tem sido misericordioso para com os que o temem. Porque ele mesmo conhece
bem a nossa formação, lembra-se de que somos pó.” (Sal. 103:13, 14) Como
isso nos tira do coração e da mente a ansiedade que de outro modo nos
esmagaria! E um ato de amor além da compreensão humana é a provisão do resgate
feita por Jeová, por intermédio de seu querido Filho, “a fim de que todo aquele
que nele exercer fé não seja destruído, mas tenha vida eterna”. — João
3:16; 1 Tim. 2:5, 6.
8 Nosso
Pai celestial é também realizador de “potentes atos”. (Sal.
106:1, 2; 145:4, 11, 12) Solicitando o favor de Deus, Moisés
podia dizer: “Ó Soberano Senhor Jeová, tu mesmo principiaste a fazer teu servo
ver a tua grandeza e o teu braço forte, pois, que deus há nos céus ou na terra
que faça atos iguais aos teus e realizações potentes iguais às tuas?” (Deut.
3:23, 24) Moisés podia lembrar-se de como Jeová libertou poderosamente Seu
povo da escravidão no Egito e o guiou a pé enxuto através do Mar Vermelho.
(Êxo. 12:29-42; 14:5-31) O profeta havia também observado os atos de Jeová em
tornar Israel vitorioso sobre os amorreus, que estavam debaixo dos reis Síon e
Ogue. Além disso, visto que Jeová estava lutando a favor dos israelitas, Moisés
tinha confiança de que Deus derrubaria outros reinos inimigos e daria ao Seu
povo a terra da promessa. (Deut. 3:1-22) Sim, e Deus fez exatamente isso,
porque é Cumpridor de Promessas. (Jos. 23:1-5) Então, como devem sentir-se os
“amantes de Jeová” quando consideram a fidedignidade de Deus e seus atos de
libertação? Há motivo para ansiedade aflitiva por parte de seu povo, hoje em
dia? De modo algum, porque Jeová é fiel e “sabe livrar . . . os de
devoção Piedosa”. — 2 Ped. 2:5-9.
3 de jun.
Leitura da Bıblia: Joao 17-21
N.° 1: Joao 21:15-25
N.° 2: Por que nao devemos “acompanhar a
multidao”?
(Exo. 23:2; Pro.1:10)
N.° 3: Quem, alem dos cristaos ungidos, se
beneficia do sacrifıciode Jesus?
(rs p. 321 §§ 1-3)
Leitura da Bıblia: Joao 17-21
*** w08 15/3 p. 32 Destaques do livro de Lucas ***
17:34-37 — Quem são “as águias”, e o que é “o corpo” ao qual elas se ajuntam?
Aqueles ‘levados junto’, ou libertados, são
comparados a águias de visão aguçada. “O corpo” ao qual são ajuntados é o
verdadeiro Cristo na sua presença invisível e o alimento espiritual que Jeová
lhes fornece. — Mat. 24:28.
*** w08 15/4 p. 32 Destaques do livro de João ***
19:11 — Estava Jesus se referindo a Judas Iscariotes quando falou a Pilatos sobre o homem que o havia entregado? Em
vez de se referir a Judas ou a qualquer indivíduo específico, é bem provável
que Jesus tivesse em mente todos aqueles que partilharam a culpa pelo pecado de
matá-lo. Incluía Judas, “os principais sacerdotes e todo o Sinédrio”, e até as
“multidões” que foram persuadidas a pedir a soltura de Barrabás. — Mat.
26:59-65; 27:1, 2, 20-22.
20:17 — Por que Jesus pediu a Maria Madalena que parasse de se agarrar a ele? Maria
evidentemente se agarrou a Jesus porque pensava que ele logo subiria ao céu e
que nunca mais o veria. Para garantir a Maria que ele ainda não estava prestes
a partir, Jesus ordenou que ela parasse de se agarrar a ele e fosse transmitir
aos discípulos a notícia de sua ressurreição.
Lições para nós:
21:15, 19. Perguntou-se a Pedro se ele
amava mais a Jesus do que a “estes”, ou seja, os peixes diante deles. Com isso
Jesus salientou a necessidade de Pedro escolher seguir a ele por tempo
integral, em vez de seguir a carreira de pescador. Depois desse estudo dos
Evangelhos, estejamos decididos a fortalecer nossa determinação de amar a Jesus
mais do que a qualquer outra coisa que nos possa atrair. Sim, continuemos a
segui-lo de todo o coração!
N.° 1: Joao 21:15-25
N.° 2: Por que nao devemos “acompanhar a
multidao”?
(Exo. 23:2; Pro.1:10)
*** w11 15/7 pp. 10-12 Você seguirá a amorosa Orientação de Jeová? ***
Não acompanhe “a multidão”
3 Numa
viagem longa, o que você faria se não soubesse ao certo que caminho tomar?
Poderia ser tentado a seguir outros viajantes, em especial se visse muitos
deles tomarem o mesmo rumo. Isso seria arriscado. Afinal, aqueles viajantes
talvez não estivessem indo para o mesmo lugar que você, ou talvez também
estivessem perdidos. Nesse respeito, veja um princípio básico numa das leis
dadas ao Israel antigo. Os juízes ou testemunhas que atuassem num julgamento
eram alertados do perigo de “acompanhar a multidão”. (Leia Êxodo 23:2.) Sem
dúvida, é muito fácil humanos imperfeitos cederem à pressão popular,
pervertendo a justiça. Mas será que o princípio de não acompanhar a multidão se
aplica apenas a assuntos judiciais? Não.
4 Na
verdade, a pressão de fazer o que os outros fazem pode nos afetar nas mais
variadas situações. Ela pode surgir de repente e ser muito difícil de enfrentar.
Como exemplo disso, veja a pressão popular sofrida por Josué e Calebe. Eles
faziam parte de um grupo de 12 homens enviados para espionar a Terra Prometida.
Na volta, dez deles deram informações muito negativas e desanimadoras. Chegaram
a dizer que alguns dos habitantes daquele lugar eram gigantes descendentes dos
nefilins (filhos da união entre anjos rebeldes e mulheres). (Gên. 6:4) Mas era
uma afirmação absurda. Esses híbridos perversos foram exterminados muitos
séculos antes, no Dilúvio, não sobrando nem um único descendente deles. No
entanto, até as mais infundadas ideias podem influenciar os fracos na fé. As
informações negativas daqueles dez espias rapidamente espalharam o medo e o
pânico entre o povo. A maioria logo se convenceu de que seria um erro entrar na
Terra Prometida, como Jeová havia ordenado. O que Josué e Calebe fizeram
nessa situação explosiva? — Núm. 13:25-33.
5 Eles
não ‘acompanharam a multidão’. Embora os israelitas odiassem ouvir isso, esses
dois homens falaram a verdade e apegaram-se a ela — mesmo sob a ameaça de
serem mortos por apedrejamento. De onde tiraram essa coragem? Sem dúvida, boa
parte veio de sua fé. Pessoas de fé veem nitidamente a diferença entre as
infundadas afirmações humanas e as promessas sagradas de Jeová. Mais tarde,
esses dois homens falaram da reputação de Jeová como cumpridor de todas as suas
promessas. (Leia Josué 14:6, 8; 23:2, 14.) Josué e Calebe apegavam-se ao seu Deus fiel e não
queriam de forma alguma magoá-lo por acompanhar uma multidão sem fé. De modo que
permaneceram firmes, deixando-nos um excelente exemplo. — Núm. 14:1-10.
6 Você
se sente, às vezes, pressionado a “acompanhar a multidão”? Pessoas afastadas de
Jeová e que zombam de Seus padrões de moral certamente constituem uma vasta
multidão hoje em dia. Na questão do entretenimento, por exemplo, essa multidão
muitas vezes promove ideias infundadas. Talvez insista em dizer que a
imoralidade, a violência e o espiritismo, tão comuns em programas de televisão,
filmes e jogos eletrônicos, são inofensivos. (2 Tim. 3:1-5) Na escolha de
entretenimento, para si ou para sua família, você permite que a consciência
deturpada de outros influencie suas decisões e molde sua consciência? Não seria
isso, na realidade, acompanhar a multidão?
7 Jeová
nos deu uma dádiva preciosa para nos ajudar a tomar decisões: as nossas
“faculdades perceptivas”. Mas elas precisam ser treinadas “pelo uso”. (Heb.
5:14) Acompanhar a multidão não ajudaria a treinar nossas faculdades
perceptivas; nem o faria, por outro lado, um grande número de regras rígidas
sobre assuntos de consciência. É por isso que, por exemplo, o povo de Jeová não
recebe uma lista de filmes, livros e sites na internet que deve evitar. Visto que o mundo muda
tão rapidamente, uma lista assim logo ficaria defasada. (1 Cor. 7:31) Pior
ainda, isso nos privaria da tarefa vital de pesar bem os princípios bíblicos,
com oração, e daí tomar decisões à base desses princípios. — Efé. 5:10.
*** w99 15/9 p. 14 Obtenha sabedoria e aceite disciplina ***
“Tira a própria alma dos seus donos”
Um pai asiático, antes de enviar seu filho de
16 anos aos Estados Unidos para receber uma educação superior,
aconselhou-o a não se envolver com gente ruim. Este conselho repete a
advertência de Salomão: “Filho meu, se pecadores tentaremseduzir-te, não consintas nisso.” (Provérbios
1:10) No entanto, Salomão indica o engodo que usam: “[Continuam] a dizer: ‘Vem deveras conosco. Fiquemos deveras de tocaia por sangue. Fiquemos deveras às escondidas contra os inocentes, semqualquer causa. Traguemo-los vivos assim como o Seol, sim, inteiros, como aos que descem ao poço. Achemos toda sorte de valores preciosos. Enchamos as nossas casas de despojo. Devias lançar a tua sorte entre nós. Venha a haver apenas umasó bolsa pertencente a todos nós.’” — Provérbios 1:11-14.
É claro que o engodo são as riquezas. Tomando
por base o enriquecimento rápido, “pecadores” seduzem outros a se envolverem
nas tramas violentas e injustas deles. Esses iníquos, para obterem lucro
material, não hesitam em derramar sangue. Eles ‘tragam sua vítima viva assim
como o Seol, mesmo inteira’, privando-a de tudo o que tiver, assim como a
sepultura recebe o cadáver inteiro. Eles convidam a se seguir uma carreira no
crime — querem ‘encher sua casa de despojo’, e querem que o inexperiente
‘lance sua sorte com eles’. Que advertência oportuna isso é para nós! Não usam
as gangues de jovens e os traficantes de drogas uns métodos similares de
aliciamento? Não é a promessa de se ficar rapidamente rico a tentação de muitas
propostas questionáveis de negócios?
N.° 3: Quem, alem dos cristaos ungidos, se
beneficia do sacrifıciode Jesus?
(rs p. 321
§§ 1-3)
*** rs p. 321 Resgate ***
Que outras pessoas se beneficiam hoje em dia do
sacrifício de Jesus?
1 João 2:2: “Ele [Jesus Cristo] é um
sacrifício propiciatório pelos nossos pecados [os do apóstolo João e de outros
cristãos ungidos pelo espírito], contudo, não apenas pelos nossos, mas também
pelos do mundo inteiro [outros da humanidade, aqueles cuja perspectiva de vida
eterna na terra se tornou assim possível].”
João 10:16: “Tenho outras ovelhas, que não são
deste aprisco; a estas também tenho de trazer, e elas escutarão a minha voz e
se tornarão um só rebanho, um só pastor.” (Estas “outras ovelhas” passam a
estar sob o cuidado amoroso de Jesus Cristo, enquanto o restante do “pequeno
rebanho” dos herdeiros do Reino ainda se encontra na terra; assim as “outras
ovelhas” podem associar-se com os herdeiros do Reino como parte do “um só
rebanho”. Todos eles gozam de muitos dos mesmos benefícios do sacrifício de
Jesus, mas não de modo idêntico, porque têm destinos diferentes.)
Rev. 7:9, 14: “Depois destas coisas eu vi,
e, eis uma grande multidão, que nenhum homem podia contar, de todas as nações,
e tribos, e povos, e línguas . . . ‘Estes são os que saem da grande
tribulação, e lavaram as suas vestes compridas e as embranqueceram no sangue do
Cordeiro.’” (Portanto, os membros desta grande multidão estão vivos quando
começa a grande tribulação, e têm uma posição limpa perante Deus porque exercem
fé no resgate. A justiça que lhes é atribuída em resultado disso lhes é
suficiente para serem preservados com vida na terra através da grande
tribulação.)
10 de jun.
Leitura da Bıblia: Atos 1-4
N.° 1: Atos 1:15–2:4
N.° 2: Que bencaos futuras serao usufruıdas
em resultado doresgate?
(rs p. 322 §§ 1-4)
N.° 3: Em que sentido o modo de pensar de
muitas pessoas secompara aum ar venenoso? (Efe. 2:1, 2)
Leitura da Bıblia: Atos 1-4
*** w08 15/5 pp. 30-31 Destaques do livro de
Atos ***
A Palavra de Jeová É Viva
Destaques do livro de Atos
O LIVRO bíblico de Atos contém uma história
abrangente do estabelecimento da congregação cristã e sua posterior expansão.
Escrito pelo médico Lucas, ele apresenta um relato dinâmico das atividades
cristãs durante um período de 28 anos: de 33 EC a 61 EC.
A primeira parte de Atos relata principalmente
as atividades do apóstolo Pedro, e a última parte, as atividades do apóstolo
Paulo. O uso dos pronomes “nós” e “nos” indica que Lucas participou de
certos eventos relatados. Prestar atenção à mensagem do livro de Atos aumentará
nosso apreço pelo poder da Palavra escrita de Deus e de seu espírito santo.
(Heb. 4:12) Também nos moverá a ser abnegados e fortalecerá nossa fé na
esperança do Reino.
PEDRO USOU “AS CHAVES DO REINO”
(Atos 1:1-11:18)
Depois de receber espírito santo, os apóstolos
deram um corajoso testemunho. Pedro usou a primeira das “chaves do reino dos
céus” para abrir, a judeus e prosélitos que “abraçaram . . . a sua
palavra”, a porta do conhecimento e da oportunidade de entrar no Reino. (Mat.
16:19; Atos 2:5, 41) Uma onda de perseguição dispersou os discípulos,
resultando na expansão da obra de pregação.
Ao ouvirem que habitantes de Samaria haviam
aceitado a palavra de Deus, os apóstolos em Jerusalém enviaram Pedro e João
para visitá-los. Por abrir a oportunidade do Reino aos samaritanos, Pedro usou
a segunda chave. (Atos 8:14-17) Provavelmente dentro de um ano depois da
ressurreição de Jesus, aconteceu uma transformação surpreendente com Saulo de
Tarso. Em 36 EC Pedro usou a terceira chave, e a dádiva gratuita do
espírito santo foi derramada sobre incircuncisos das nações. — Atos 10:45.
Perguntas bíblicas respondidas:
2:44-47; 4:34, 35 — Por que alguns cristãos venderam seus bens e distribuíram o dinheiro arrecadado? Muitos
que aceitaram a verdade sobre Jesus tinham vindo de longe. Eles desejavam ficar
em Jerusalém por mais tempo a fim de aumentar seu conhecimento sobre a nova fé
e dar testemunho a outros, mas não tinham provisões suficientes para isso. Com
o objetivo de ajudá-los, alguns cristãos venderam seus bens, e os recursos
foram distribuídos aos necessitados.
4:13 — Pedro e João eram analfabetos, incultos? Não.
Eles foram chamados de “indoutos e comuns” porque não receberam treinamento
religioso nas escolas rabínicas.
Lições para nós:
1:8. A obra mundial de testemunho feita
pelos adoradores de Jeová não pode ser realizada sem a ajuda do espírito santo.
4:36-5:11. José, de Chipre, era chamado
também de Barnabé, que significa “Filho de Consolo”. Talvez os apóstolos tenham
lhe dado esse nome por ser ele cordial, bom e prestimoso. Devemos ser como ele,
não como Ananias e Safira, que recorreram ao fingimento, à hipocrisia e à
desonestidade.
*** si pp. 204-205 Livro bíblico número 44 — Atos ***
POR QUE É PROVEITOSO
32 O
livro de Atos constitui um testemunho em adição aos relatos dos Evangelhos em
confirmar a autenticidade e a inspiração das Escrituras Hebraicas. Quando se
aproximava o Pentecostes, Pedro citou o cumprimento de duas profecias “que o
espírito santo predissera pela boca de Davi a respeito de Judas”. (Atos 1:16,
20; Sal. 69:25; 109:8) Pedro também disse à multidão surpresa no Pentecostes
que estavam vendo realmente o cumprimento da profecia: “Isto é o que foi dito
por intermédio do profeta Joel.” — Atos 2:16-21; Joel 2:28-32; compare
também Atos 2:25-28, 34, 35 com Salmos 16:8-11 e 110:1.
33 Para
convencer outra multidão reunida junto ao templo, Pedro recorreu de novo às
Escrituras Hebraicas, primeiro, citando Moisés e, daí, dizendo: “E, de fato,
todos os profetas, de Samuel em diante e os em sucessão, tantos quantos
falaram, declararam também distintamente estes dias.” Mais tarde, perante o
Sinédrio, Pedro citou o Salmo 118:22, demonstrando que Cristo, a pedra que eles
rejeitaram, se tornara “a principal do ângulo”. (Atos 3:22-24; 4:11) Filipe
explicou ao eunuco etíope como a profecia de Isaías 53:7, 8 havia sido
cumprida, e, ao se lhe esclarecer isto, ele pediu humildemente para que fosse
batizado. (Atos 8:28-35) Igualmente, falando a Cornélio sobre Jesus, Pedro
testificou: “Dele é que todos os profetas dão testemunho.” (10:43) Quando a
questão da circuncisão estava sendo debatida, Tiago apoiou a sua decisão,
dizendo: “Com isso concordam as palavras dos Profetas, assim como está
escrito.” (15:15-18) O apóstolo Paulo recorreu às mesmas autoridades. (26:22;
28:23, 25-27) O fato de os discípulos e seus ouvintes aceitarem prontamente as
Escrituras Hebraicas como sendo parte da Palavra de Deus confirma que tais
escritos eram considerados inspirados.
34 Atos
é de grande proveito em mostrar como a congregação cristã foi fundada e como
ela cresceu sob o poder do espírito santo. Em toda esta narrativa
impressionante, observamos as bênçãos de Deus no sentido de expansão, o denodo
e a alegria dos cristãos primitivos, bem como sua posição intransigente em face
da perseguição, e a sua voluntariedade em servir, conforme exemplificado pela
aceitação de Paulo dos convites de empreender o serviço no estrangeiro e de ir
à Macedônia. (4:13, 31; 15:3; 5:28, 29; 8:4; 13:2-4; 16:9, 10) A
congregação cristã hoje não é diferente, pois está vinculada em amor, união e
interesse comum, ao passo que fala sobre “as coisas magníficas de Deus”, sob a
orientação do espírito santo. — 2:11, 17, 45; 4:34, 35;
11:27-30; 12:25.
35 O
livro de Atos mostra precisamente como deve ser executada a atividade cristã de
proclamar o Reino de Deus. O próprio Paulo foi um exemplo, dizendo: “Não me
refreei de vos falar coisa alguma que fosse proveitosa, nem de vos ensinar
publicamente e de casa em casa.” E acrescenta: “Eu dei cabalmente testemunho.” Este
tema de ‘dar cabalmente testemunho’ chama a nossa atenção em todo o livro, e é
sublinhado de modo impressionante nos últimos parágrafos, em que ressalta a
devoção de todo o coração que Paulo tinha pela pregação e pelo ensino, mesmo
sob os laços da prisão, nas seguintes palavras: “E ele lhes explicou o assunto
por dar cabalmente testemunho a respeito do reino de Deus e por usar de persuasão
para com eles concernente a Jesus, tanto pela lei de Moisés como pelos
Profetas, de manhã até à noite.” Tenhamos nós sempre essa mesma sinceridade na
nossa atividade do Reino! — 20:20, 21; 28:23; 2:40; 5:42; 26:22.
36 O
discurso de Paulo aos superintendentes de Éfeso contém muitos conselhos
práticos para os superintendentes hoje. Visto que estes foram designados pelo
espírito santo, é de suma importância que ‘prestem atenção a si mesmos e a todo
o rebanho’, pastoreando as ovelhas ternamente e guardando-as contra os lobos
opressivos que procuram destruí-las. Que pesada responsabilidade! Os
superintendentes precisam manter-se despertos e edificar-se na palavra da
benignidade imerecida de Deus. Ao passo que se esforçam em ajudar os que são
fracos, precisam “ter em mente as palavras do Senhor Jesus, quando ele mesmo
disse: ‘Há mais felicidade em dar do que há em receber.’” — 20:17-35.
37 Os
outros discursos de Paulo são igualmente brilhantes, pois expõem de modo claro
os princípios da Bíblia. Por exemplo, há a argumentação clássica do seu
discurso aos estóicos e aos epicureus no Areópago. Primeiro, ele cita a
inscrição do altar: “A um Deus Desconhecido”, e usa isto como motivo para
explicar que o único Deus verdadeiro, o Senhor do céu e da terra, que fez de um
só homem toda a nação de homens, ‘não está longe de cada um de nós’. Daí, cita
as palavras dos poetas deles: “Pois nós também somos progênie dele”, para
mostrar quão ridículo é supor que surgiram de ídolos de ouro, de prata ou de
pedra, que não têm vida. Paulo estabelece, assim, com tato, a soberania do Deus
vivente. É só nas suas palavras concludentes que ele suscita a questão da
ressurreição, e, mesmo então, não menciona o nome de Cristo. Ele conseguiu
fazer entender o ponto sobre a soberania suprema do único Deus verdadeiro, e,
em resultado disso, alguns se tornaram crentes. — 17:22-34.
38 O
livro de Atos incentiva o estudo contínuo e diligente de “toda a Escritura”.
Quando Paulo, pela primeira vez, pregou em Beréia, elogiou os judeus ali por
serem de ‘mentalidade nobre’, pois “recebiam a palavra com o maior anelo
mental, examinando cuidadosamente as Escrituras, cada dia, quanto a se estas
coisas eram assim”. (17:11) Hoje, como naquela época, esta ávida pesquisa das
Escrituras, em associação com a congregação sobre a qual repousa o espírito de
Jeová, resultará em bênçãos na forma de convicção e firme fé. É mediante tal
estudo que a pessoa pode chegar a ter uma clara compreensão dos princípios
divinos. Há uma excelente declaração de alguns destes princípios em Atos 15:29.
Ali, o corpo governante, composto dos apóstolos e de irmãos mais idosos em
Jerusalém, deu a conhecer que, embora a circuncisão não fosse exigida do Israel
espiritual, havia proibição explícita de idolatria, de sangue e de fornicação.
39 Aqueles
primitivos discípulos estudavam realmente as Escrituras inspiradas, e sabiam
citá-las e aplicá-las de acordo com a necessidade. Foram fortalecidos, mediante
o conhecimento exato e o espírito de Deus, para fazerem face às perseguições
violentas. Pedro e João deram o exemplo para todos os cristãos fiéis, ao
dizerem denodadamente aos governantes oponentes: “Se é justo, à vista de Deus,
escutar antes a vós do que a Deus, julgai-o vós mesmos. Mas, quanto a nós, não
podemos parar de falar das coisas que vimos e ouvimos.” E, quando levados outra
vez perante o Sinédrio, que lhes havia ‘ordenado positivamente’ que não
continuassem a ensinar à base do nome de Jesus, disseram inequivocamente:
“Temos de obedecer a Deus como governante antes que aos homens.” Esta resposta
destemida resultou em excelente testemunho para os governantes, e levou o
célebre instrutor da Lei, Gamaliel, a fazer a sua bem-conhecida declaração a
favor da liberdade de adoração, o que resultou na soltura dos apóstolos.
— 4:19, 20; 5:28, 29, 34, 35, 38, 39.
40 O
glorioso propósito de Jeová concernente a seu Reino, que permeia a Bíblia
inteira como fio de ouro, destaca-se com muita proeminência no livro de Atos.
No início, mostra-se Jesus durante os 40 dias antes de sua ascensão, “contando
as coisas a respeito do reino de Deus”. Foi em resposta à pergunta dos
discípulos a respeito da restauração do Reino que Jesus lhes disse que
precisavam primeiro ser Suas testemunhas até à parte mais distante da terra.
(1:3, 6, 8) Começando em Jerusalém, os discípulos pregaram o Reino com
inabalável intrepidez. As perseguições causaram o apedrejamento de Estêvão e
espalharam muitos dos discípulos a novos territórios. (7:59, 60) Informa-se que
Filipe declarou “as boas novas do reino de Deus” com muito êxito em Samaria, e
que Paulo e seus colaboradores proclamaram “o reino” na Ásia, em Corinto, em
Éfeso e em Roma. Todos estes cristãos primitivos deixaram exemplos excelentes
de inabalável confiança em Jeová e no Seu espírito sustentador. (8:5, 12;
14:5-7, 21, 22; 18:1, 4; 19:1, 8; 20:25; 28:30, 31) Vendo o
inquebrantável zelo e a coragem deles, e notando quão abundantemente Jeová
abençoou os esforços deles, temos maravilhoso incentivo também para sermos
fiéis em “dar cabalmente testemunho a respeito do reino de Deus”. — 28:23.
N.° 1: Atos 1:15–2:4
N.° 2: Que bencaos futuras serao usufruıdas
em resultado doresgate?
(rs p. 322
§§ 1-4)
*** rs p. 322 Resgate ***
Que bênçãos futuras serão usufruídas em
resulta-do do resgate?
Rev. 5:9, 10: “Cantam um novo cântico,
dizendo: ‘Digno és [o Cordeiro, Jesus Cristo] de tomar o rolo e de abrir
os seus selos, porque foste morto e com o teu sangue compraste pessoas para
Deus, dentre toda tribo, e língua, e povo, e nação, e fizeste deles um reino e
sacerdotes para o nosso Deus, e reinarão sobre a terra.’” (O resgate foi um
fator essencial em abrir o caminho para a vida celestial para os que governarão
com Cristo. Em breve, todos os governantes do novo governo da terra estarão nos
seus tronos celestiais.)
Rev. 7:9, 10: “Eis uma grande multidão, que
nenhum homem podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, em
pé diante do trono e diante do Cordeiro [Jesus Cristo, que morreu como cordeiro
sacrificial], trajados de compridas vestes brancas; e havia palmas nas suas
mãos. E gritavam com voz alta, dizendo: ‘Devemos a salvação ao nosso Deus, que
está sentado no trono, e ao Cordeiro.’” (A fé no sacrifício de Cristo é um
fator essencial para a sobrevivência desta grande multidão à grande
tribulação.)
Rev. 22:1, 2: “E ele me mostrou um rio de
água da vida, límpido como cristal, correndo desde o trono de Deus e do Cordeiro, pelo
meio de sua rua larga. E deste lado do rio e daquele lado havia árvores da
vida, produzindo doze safras de frutos, dando os seus frutos cada mês. E as
folhas das árvores eram para a cura das nações.” (Assim, a aplicação do valor
do sacrifício do Cordeiro de Deus, Jesus Cristo, faz parte importante da
provisão feita por Deus para curar a humanidade de todos os efeitos do pecado,
e possibilitá-la a usufruir a vida eterna.)
Rom. 8:21: “A própria criação [a humanidade]
será também liberta da escravização à corrupção e terá a liberdade gloriosa dos
filhos de Deus.”
N.° 3: Em que sentido o modo de pensar de
muitas pessoas secompara aum ar venenoso? (Efe. 2:1, 2)
*** w08 15/8 p. 27 Destaques das cartas aos gálatas, efésios, filipenses e colossenses ***
2:2 — Em que sentido o espírito do mundo é como o ar, e onde reside sua autoridade? “O espírito
do mundo” — o espírito de independência e de desobediência — é tão
difundido como o ar que respiramos. (1 Cor. 2:12) Sua autoridade, ou
força, reside na sua capacidade de persuasão, persistência e implacabilidade.
*** lv cap. 5 pp. 53-54 Como se manter separado do mundo ***
RESISTIR AO “ESPÍRITO DO MUNDO”
7 Outra
maneira de os cristãos se manter separados do mundo é por resistir ao seu
espírito mau. “Não recebemos o espírito do mundo, mas o espírito que é de
Deus”, escreveu Paulo. (1 Coríntios 2:12) Ele disse aos efésios: ‘Vós
andastes outrora segundo este mundo, segundo o governante da autoridade do ar,
o espírito que agora opera nos filhos da desobediência.’ — Efésios
2:2, 3.
8 O
“ar”, ou espírito, deste mundo é uma força invisível e impulsionadora, que
promove a desobediência a Deus e ‘o desejo da carne e o desejo dos olhos’.
(1 João 2:16; 1 Timóteo 6:9, 10) Esse espírito exerce “autoridade” no
sentido que agrada e atrai nossa carne pecaminosa, se difunde de forma sutil e
incessante e, como o ar que respiramos, está em toda parte. Além do mais, ele
“opera”, ou atua, numa pessoa por fazer com que ela aos poucos desenvolva características
contrárias aos princípios divinos, como o egoísmo, a arrogância, a ambição, e a
tendência de estabelecer seus próprios padrões de moral e de se rebelar contra
os que têm autoridade. Dito de forma simples, o espírito do mundo faz com que o
coração aos poucos desenvolva as características do Diabo. — João 8:44;
Atos 13:10; 1 João 3:8, 10.
*** w07 15/6 p. 26 par. 1 Jeová preza muito a nossa obediência ***
O MUNDO de hoje é dominado por um espírito de
independência e desobediência. O apóstolo Paulo explica a razão disso na sua
carta aos cristãos efésios: “Andastes outrora segundo o sistema de coisas deste
mundo, segundo o governante da autoridade do ar, o espírito que agora opera nos
filhos da desobediência.” (Efésios
2:1, 2) Sim, pode-se dizer
que Satanás, o Diabo, “o governante da autoridade do ar”, infectou o mundo
inteiro com o espírito de desobediência. Ele já fazia isso no primeiro século e
tem feito isso com mais intensidade desde que foi expulso do céu, por volta da
época da Primeira Guerra Mundial. — Revelação (Apocalipse) 12:9.
17 de jun.
Leitura da Bıblia: Atos 5-7
N.° 1: Atos 5:17-32
N.° 2: Oque uma pessoa deve fazer para ser
conhecida por Jeova?
(2 Tim. 2:19)
N.° 3: Oque se requer de nos para que nos
beneficiemos dosacrifıcio de Jesus
(rs p. 322 § 5–p. 323 § 3)
Leitura da Bıblia: Atos 5-7
*** w08 15/5 p. 31 Destaques do livro de Atos ***
5:34-39 — Como Lucas sabia o que Gamaliel tinha falado numa sessão fechada do Sinédrio? Há
pelo menos três possibilidades: (1) Paulo, ex-aluno de Gamaliel, informou
Lucas; (2) Lucas consultou algum solidário membro do Sinédrio, como
Nicodemos; (3) Lucas recebeu a informação por inspiração divina.
7:59 — Estêvão estava orando a Jesus? Não.
A adoração da pessoa, o que inclui suas orações, deve ser dirigida apenas
a Jeová Deus. (Luc. 4:8; 6:12) Em circunstâncias normais, Estêvão suplicaria a
Jeová em nome de Jesus. (João 15:16) Nesse caso, porém, Estêvão teve uma visão
do “Filho do homem em pé à direita de Deus”. (Atos 7:56) Com pleno conhecimento
de que Jesus tinha recebido poder para ressuscitar pessoas, Estêvão falou, mas
não orou, diretamente a Jesus, pedindo-lhe que protegesse seu espírito.
— João 5:27-29.
*** w06 15/9 pp. 8-9 ‘Não podemos parar de falar sobre
Jesus’ ***
“Temos de Obedecer a Deus Como Governante Antes que aos Homens”
‘Não podemos parar de falar sobre Jesus’
ERA o ano de 33 EC, e o lugar, a imponente
sala de tribunal da corte nacional judaica em Jerusalém. Nesse cenário, o
Sinédrio se preparava para interrogar 12 seguidores de Jesus Cristo. Por quê?
Porque vinham pregando a respeito de Jesus. Os apóstolos Pedro e João
compareciam pela segunda vez ao tribunal. Os demais apóstolos, pela primeira
vez.
O sumo sacerdote interpelou os 12 apóstolos a
respeito da ordem dada pelo tribunal no julgamento anterior. Naquela ocasião,
quando foram proibidos de ensinar a respeito de Jesus, os apóstolos Pedro e
João disseram: “Se é justo, à vista de Deus, escutar antes a vós do que a Deus,
julgai-o vós mesmos. Mas, quanto a nós, não podemos parar de falar das coisas
que vimos e ouvimos.” Depois de orarem pedindo coragem, os discípulos de Jesus
continuaram a divulgar as boas novas. — Atos 4:18-31.
Vendo que suas ameaças anteriores foram em vão,
nesse segundo julgamento o sumo sacerdote disse: “Nós vos ordenamos
positivamente que não ensinásseis à base deste nome, e, ainda assim, eis que
enchestes Jerusalém com o vosso ensino, e estais resolvidos a trazer sobre nós
o sangue deste homem.” — Atos 5:28.
Determinação inabalável
Numa resposta corajosa, Pedro e os outros
apóstolos disseram: “Temos de obedecer a Deus como governante antes que aos
homens.” (Atos 5:29) Sem dúvida, quando as ordens de homens conflitam com as de
Jeová, temos de obedecer a Ele em vez de a simples humanos.
Os membros do Sinédrio deveriam ter ficado muito
impressionados com as palavras dos apóstolos, as quais reafirmavam sua lealdade
a Deus. Se fossem indagados sobre a obediência a Deus, esses líderes da
sociedade judaica deveriam responder unanimemente: “Obedeça a Deus.” Afinal,
não acreditavam eles que Deus é o Soberano Senhor do Universo?
Pelo visto falando em nome de todos os
apóstolos, Pedro disse que, em relação ao ministério, eles obedeciam a Deus
antes que aos homens. Com isso, ele invalidou a acusação de suposta
desobediência dos apóstolos. Com base na história de sua própria nação, os
membros do Sinédrio sabiam que, em certas situações, é obviamente correto
obedecer a Deus em vez de a humanos. No Egito, por exemplo, duas parteiras
temeram a Deus, não ao Faraó, por preservarem vivos os meninos nascidos de
mulheres hebréias. (Êxodo 1:15-17) O Rei Ezequias obedeceu a Jeová, não ao
Rei Senaqueribe, quando foi pressionado a se render. (2 Reis
19:14-37) As Escrituras Hebraicas, que os membros do Sinédrio conheciam,
enfatizam que Jeová espera que seu povo o obedeça. — 1 Samuel
15:22, 23.
A obediência traz recompensas
Pelo menos um dos membros da suprema corte deve
ter ficado sensibilizado com as palavras “temos de obedecer a Deus como
governante antes que aos homens”. Gamaliel, um altamente respeitado juiz do
Sinédrio, convenceu o tribunal a acatar seu sábio conselho dado numa sessão
fechada. Citando exemplos do passado, Gamaliel destacou que não seria sensato
interferir na obra dos apóstolos. Ele concluiu: “Não vos metais com estes
homens, mas deixai-os em paz; . . . senão podereis talvez ser
realmente achados como lutadores contra Deus.” — Atos 5:34-39.
Essas palavras sensatas de Gamaliel convenceram
a suprema corte a liberar os apóstolos que, mesmo tendo sido açoitados, de modo
algum se intimidaram com essa experiência. Em vez disso, o registro bíblico
diz: “Cada dia, no templo e de casa em casa, continuavam sem cessar a ensinar e
a declarar as boas novas a respeito do Cristo, Jesus.” — Atos 5:42.
Os apóstolos foram muito abençoados por
sustentarem que a autoridade de Deus é suprema. Os cristãos verdadeiros atuais
têm a mesma atitude. As Testemunhas de Jeová continuam a considerar Jeová como
seu Governante Supremo. Se forem ordenadas a agir contra as instruções de Deus,
elas dirão o mesmo que os apóstolos: “Temos de obedecer a Deus como governante
antes que aos homens.”
Referencias da Escola do Ministerio Teocratico
2013
24 de jun. Leitura da Bıblia: Atos 8-10
Recapitulacao da Escola do Ministerio Teocratico
*** w08 15/5 p. 30 Destaques do livro de Atos ***
Ao ouvirem que habitantes de Samaria haviam
aceitado a palavra de Deus, os apóstolos em Jerusalém enviaram Pedro e João
para visitá-los. Por abrir a oportunidade do Reino aos samaritanos, Pedro usou
a segunda chave. (Atos 8:14-17) Provavelmente dentro de um ano depois da
ressurreição de Jesus, aconteceu uma transformação surpreendente com Saulo de
Tarso. Em 36 EC Pedro usou a terceira chave, e a dádiva gratuita do
espírito santo foi derramada sobre incircuncisos das nações. — Atos 10:45.
Lições para nós:
9:23-25. Esquivar-se de inimigos para
continuar pregando não é covardia.
9:28-30. Se dar testemunho em alguma região
ou a certas pessoas se torna perigoso em sentido físico, moral ou espiritual, é
preciso ser prudente e seletivo sobre onde e quando pregar.
9:31. Durante tempos relativamente
pacíficos, devemos nos empenhar em fortalecer nossa fé por meio de estudo e
meditação. Isso nos ajudará a andar no temor de Jeová por aplicar o que
aprendemos e a ser zelosos no ministério.
